Deslivros:Zona de Risco/São Paulo - Capítulo I - O Traficante

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Introdução do capítulo[editar]

Esse é o primeiro capítulo de Zona de Risco, a série de livros que retrata a rotina nas periferias do Brasil, hoje iremos até São Paulo, onde vive um traficante (dono de um facção criminosa) chamado Zézinho Tabaco, que vai fazer de tudo para manter o tráfico na região, pra isso, terá que fugir da polícia e fazer outras coisas para tentar não se foder de primeira.

Primeiro Ato[editar]

Zézinho Tabaco estava andando pela rua, com uma arma na mão e com traficantes ao seu lado, quando avista um homem, morador de rua, que estava com fome, Zézinho, com dó daquele cara, decide matá-lo dando um peido fatal. Zézinho continuou sua caminhada pela rua, quando viu que estava com fome, foi almoçar na casa de uma família de bem, apesar de ser um traficante famoso naquela favela. Depois de almoçar na casa da família de bem, Zézinho sai da casa e acha uma folha de maconha no meio da rua, então pega aquela folha e fuma com ela, mostrando seu lado "porco", mas ele queria fumar mesmo. Depois disso a noite chega, e o resto você vê no segundo ato.

Segundo Ato[editar]

Chegamos ao segundo ato, quando Zézinho decide dormir na rua, pois seu barraco (localizado no meio do viaduto) estava em obras, mas ele tinha muito trabalho amanhã. Quando acorda, encontra uma cartela da Mega-Sena jogada no chão, então ele pega aquela cartela e começa a fazer sua aposta. O prêmio era de 340 milhões de reais, e Zézinho, que queria se mudar para os Isteites, queria que a sorte batesse na sua porta. Zézinho estava com muita esperança, pois queria ganhar o prêmio máximo e queria uma vida de luxo.

Terceiro (e último) Ato[editar]

Zézinho estava empolgado com o dia do sorteio, que iria dar o prêmio máximo para o vencedor, então, ligou sua TV e colocou no canal onde passava o sorteio, estava confiante, sabia que iria ganhar essa porra. Ele olhou as bolas e os números da cartela, e descobriu que havia ganhado. Ele pulou de alegria, e contou para os seus amigos do tráfico. Então, ele pega o dinheiro, pega suas malas e viaja para os Estados Unidos, onde mora até hoje. Hoje ele tem nacionalidade americana e seu nome hoje é Andrew Trump (não, não é parente do Donald Trump).

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