Despoesias:Aquarela Comunista

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Composição: Pátria Mãe
Letra: Proletariado

Nota: Essa música não é sua, é nossa.

Numa folha qualquer, eu desenho uma foice e um martelo
E com cinco ou seis tiros eu mato um burguês num castelo
Com um fuzil na mão eu armo a guerrilha pra luta
E se faço chover, será sangue de filho da puta

Se um pinguinho de sangue cair num pedacinho azul do papel
Num instante imagino um lindo tucano a cair do céu

Cantareira, vai secando
Pinheirinho, Zona Sul
Vou pra luta, viajando, Venezuela, Cuba, Cone Sul
Me armo pra revolta vou me preparando, é tanta luta e fogo de norte a sul

Entre gritos vai unindo, ao som de trovões o Estado ruirá
Monotozi volta explodindo com suas chamas a brilhar
Basta imaginar o governo caíndo
Sereno fino, se a gente quiser
Ele vai vermelhar


Numa folha qualquer eu desenho Brasília invadida
Ou os milhões de camaradas, todos dispostos para lida
De uma asa a outra eu posso tacar fogo no mundo
E com um comprensado eu pago 100 porcos imundos

Mascarados caminhamos pra pôr os golpistas no muro
E logo ali em frente, em espera pela gente o Comunismo está

E no Brasil Comunista
O Proletariado é que vai mandar
Não tem tempo ou piedade
Mas tem que se organizar

Sem pedir licença, Marx muda nossa vida, depois convida
Pra gente lutar

Nessa barricada, só nos cabe
Existir e fazer, pedra voa
O fim dela, no capacete ou na cara do porco
Quero sangrar

Proletários unidos numa passarela
Numa aquarela que um dia enfim
Avermelhará


Numa folha qualquer, eu desenho uma foice e um martelo (que avermelhará)
E com cinco ou seis tiros eu mato um burguês num castelo (que avermelhará)
Com um comprensado eu pago 100 porcos imundos (que avermelhará)

Não basta reclamar, tem que organizar
A rua tomar, e se a gente quiser
TUDO VAI VERMELHAAAAAAAAR!!!