Trema

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Estä arrtigö é alemon! Issö querr düzerr que seu autorr suschtenta ö gerraçon interra com bratwurst e sauerkraut, serrvidös porr uma fräulein . Non faça scheiße, öu te porremos de quatrro nö Berliner Mauer.


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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Trema.

Cquote1.png Isto non ecziste!!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre trema
Cquote1.png Aqui na Bahia já não se usava o trema, porque é sempre muito calor! Cquote2.png
Carla Perez sobre o uso do trema
Cquote1.png Trema com meu poder! Cquote2.png
Seu tio engraçadão sobre trema
Cquote1.png nAuM tEm MaiXxXxX tRëMa SeUs BuLlOSsSs! Cquote2.png
Guria retardada sobre corrigindo os coleguinhas de classe

Trema (¨) é era um sinal gráfico (diacrítico) que foi expulso de Portugal, Brasil, Angola e uma pá de países que dizem que falam a língua portuguesa.

Origem[editar]

Doutor Roberto, autoretratado na carta ao Doutor Parkinson.
Doutor Roberto, tratando ao seu Mal de Parkinson na farmácia.

Como o próprio nome dá a entender, o trema tem origem em tremores de repouso, sintoma clássico do Mal de Parkinson que afligia Doutor Roberto, o criador deste diacrítico.

Ele o criou em um dia muito crítico mesmo, durante uma crise forte de tremor.

Já cansado de dar outra utilidade a seu tremor, Doutor Roberto decidiu escrever uma carta para James Parkinson, seu colega de faculdade e criador da doença.

Nessa carta, Doutor Roberto fez um esboço muito tosco de sua aparência decadente em razão do mal e deixou a seguinte nota, no lugar de um ponto final: Cquote1.png ... Cquote2.png

Ainda trêmulo, quando preenchia o remetente, só conseguiu escrever: Cquote1.png Parkiiiiii Cquote2.png — o que foi interpretado pelo carteiro como Cquote1.png Parküüü Cquote2.png

Essa carta deu origem a duas coisas: o trema, e o nome do esporte praticado por corinthianos fugindo da polícia.

Parkinson acabou receitando cachaça para Doutor Roberto firmar o pulso.

Ascensão[editar]

Não demorou muito e o trema tornou-se a nova febre das línguas (depois chamadas língüas) latinas.

Palavras como nervöso, lingüiça, gëlo, pünheta, chocälho, terremöto, vibradör, ëtc., já possuiam o trema.

O trema virou uma febre, e pode ser visto como acessório para diversas letras, entre as quais destacam-se as vogais:

  • U minúsculo: ü, seu maior aliado, com variações:
    • U com trema pro ladinho: Ű
    • U com trema e circunflexo invertido: ǚ
    • U com acento agudo: ǘ
    • U com acento crase: ǜ
    • U maiúsculo: Ü parecendo um sorrisinho, ou não.
  • A: ä
  • E: ë
  • I: ï (embora ele não admita isso, vide Queda.)
  • O: ö

Mesmo algumas consoantes foram vistas portando tremas:

  • W:
  • Y: ÿ

Queda[editar]

Com a popularização do trema ("¨"), os dois pontos (":") começaram a invejar o sinal gráfico, muito mais jovem, porém muito mais usado que seu "primo mais velho". Começou a haver uma grande disputa para quem ficaria com o apelido carinhoso de "dois pontinhos".

As reticências ("..."), também criações de Doutor Roberto, usaram argumentos do próprio Doutor para alavancar a derrubada do trema. Uma campanha formal foi estabelecida a partir de 1990, por meio do Acordo Ortográfico, que poria um ponto final no trema.

Cquote1.png ... Cquote2.png
Reticências, citando Doutor Roberto

A vogal i também engrossou as fileiras dos contra-trema, argumentando que, aliado do u, o trema se fazia passar por ii já há muito tempo.

O ponto (".") ficou neutro, vírgula (",") também, e o ponto-e-vírgula (";"), embora precionado pelos dois pontos que estavam sobre ele, permaneceu indeciso.

U rebateu as acusações de i, dizendo que esse era, na verdade, um agente duplo, uma vez que ele próprio já se aliara diversas vezes ao trema (em ï), em muita línguas, porém não tinha coragem para fazer o mesmo entre losófonos. Outro argumento de u foi que em muitos casos, a confusão era o inverso, como em Müller, que se pronuncia "Miler".

Esse último argumento, porém, acabou saindo pela culatra, uma vez que só serviu para demonstrar o quanto o trema é confuso e, até mesmo desnecessário.

As Academia Brasileira de Letras[1] e Academia de Ciências de Lisboa (além do resto da CPLP, que, pelo tamanho, acaba sendo obrigada a baixar a cabeça) decidiram pela decaptação sumária de dos tremas de sobre todas as vogais, consoantes, e onde mais eles estivessem.

Sobrevivência[editar]

Ameaçado, o trema pediu asilo político em vogais e consoantes de palavras de origem estrangeira, e lá se mantém até hoje, sendo visto com certa raridade mesmo nos países da CPLP, em nomes próprios e estrageirismos, como: Bündchen, Müller e Anaïs.

Em miguxês ainda usam trema. É muito comum encontrar no orkut usuários com nomes escritos das seguintes formas:

  • -=||-|ë®ßË®†|=- (tradução: Herbert)
  • [email protected] т€ ǺмØ мǺiร qÜ€ тÜÐØ! (tradução: Paulo, te amo mais que tudo)
  • Je$Ü$ (tradução: Jesus, um Jesus meio capitalista, vê-se)
  • ¹♣╝♥Ü«♣0+Ü♂Ì (permanece indecifrado)
  • Ŧeяทäทdσ (tradução: Fernando)
  • Þá®ä-Qµë𡧆ä (tradução: paraquedista)
  • #Þ£äy ßöy# (tradução: playboy)

Ver também[editar]

Notas de rodapé[editar]

  1. no Brasil já fora abolido pela Lei 5.765/1971


Assentos Acentos
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