Álvaro Recoba

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Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive descendo a lenha e é melhor que o Eto'o!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

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¡¡¡Orientales, La Patria o la tumba!!!
Este artigo é uruguaio. Ele curte un Chimarrón e nao é argentino. Os latifúndios deste artigo pertencem a Leonel Brizola!!!

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Álvaro Recoba.
Álvaro Recoba (a muito tempo atrás) quando era jovem, no Danubio.
Recoba e Ronalducho Fofômeno em partida pela Internazionale.

Cquote1.png Cai fora! Cquote2.png
Roberto Mancini sobre Recoba
Cquote1.png Viveram te descendo a lenha... Cquote2.png
Chaves sobre Recoba
Cquote1.png Este é o ano de Recoba Cquote2.png
Massimo Moratti sobre Recoba

Álvaro Recoba (Montevidéu, 17 de março de 1976) é um grande futebolista uruguaio, embora já esteja praticamente aposentado. Foi um dos maiores jogadores da história da seleção uruguaia recente, o que não é tão difícil, já que depois de 1950 não fizeram bosta nenhuma. Ele passou por times com muita expressão no cenário mundial como o ultracampeão Danubio, Nacional, Internazionale.

Início da Carreira[editar]

Era um destaque imenso nos jogos de várzea, nos futebóis em campos de terra, nas ladeiras, em ruas paralelepipedadas com latinhas de Coca-Cola, onde geralmente arrancava partes do dedão do pé, devido aos chutes no chão. Mas sempre jogava com crianças mais velhas, por exemplo: uma vez o jovem Recoba, de 13 anos, deu uma caneta num varão de 17, que foi humilhado pelos amigos. Obviamente, isso não ficou barato, e Álvaro virou um paga-lanches na escola.

Recoba sendo zoado na escola por amiguinhos mais velhos

Mas a qualidade de seu futebol encantava, e aos 16 anos já jogava no time profissional do Danubio. O normal seria que ficasse no banco de reservas em boa parte da temporada, mas isso não aconteceu. Graças à péssima qualidade dos companheiros de equipe, Reco-reco, como era chamado pela torcida danubiana, ganhou a vaga de titular, terminando a temporada com um incrível desempenho: 31 gols em 32 jogos, embora não seja lá tão difícil fazer gols nessas defesas toscas dos times uruguaios.

Ascenção: Nacional[editar]

Suas grandes, porém não tão difíceis atuações fizeram com que clubes grandes despertassem olhares para a bunda dele ele. Como o Danubio precisava mais de dinheiro do que do Recoba, vendeu-o ao Nacional, um time muito maior, que tem uma porrada de Libertadores (3 a mais do que o Corinthians, Fluminense, Botafogo e Atlético Mineiro juntos, ou seja, três!). Lá ele não sentiu o peso da camisa, porque era feita de um material sintético, e assim manteve um rendimento muito bom, com 30 gols em 27 jogos. Esse desempenho foi espetacular, ainda mais se tratando de um enganche (meia meia meia). Ainda atuando pelo Club Nacional, passou a ser comparado com Maradona, porque tinha uma tremenda cara de cheirador, além de ter marcado um gol antológico e ser canhoto.

Internazionale[editar]

Safado que roubou a vaga do Reco-reco

Já em 1997, Recoba iria estrear pela Internazionale, clube que o compraria para tentar a dominação mundial vencer seus campeonatos. Na sua estreia, ficou no banco, já que tinha um ex-magro (mais conhecido como Ronalducho Fofômeno) ocupando a vaga de titular. Entrou no finzinho, só pra atrasar o jogo, mas surpreendeu e fez dois golaços de pênalti, virando o jogo pra Inter (que não sei por que diabos queria atrasar o jogo). Mas só fez isso de bom, passando a ficar no banco de outros jogadores infinitamente melhores (ou não), como Ronaldo, Iván Zamorano e Roberto Baggio (lembra dele?).

Venezia[editar]

Em 1999, foi emprestado prum timeco aí... qual o nome? Isso, Venezia.. obrigado! Lá, ele foi protagonista, porque só tinha perna-de-pau, e o time estava brigando pra não cair. Álvaro foi um destaque, conseguindo evitar o óbvio, que era a queda do Venezia (o que aconteceu poucos anos depois).

Figurinha carimbada da Copa de 2002, Recoba decepcionou sua mãe.

Volta, Mancini e Adeus[editar]

Bem, depois de ter passado por um perrengue no Venezia, voltou para a Internazionale para ser o titular daquela meia-cancha. Jogou bem pra caralho, mas mesmo assim, a Inter não ganhou nada nesse tempo. O jogador era o queridinho do então presidente da Internazionale, Massimo Moratti, que entre 2001 e 2002 pagava um salário de pouco mais de 7.500.000,00 dólares por temporada à Recoba. Além disso, várias vezes Moratti assistia aos jogos da Internazionale vestindo a camisa do uruguaio, o que irritou muito Ronalducho, que em 2002 partiu rumo ao Real Madrid.

De repente, em 2004, chega no time um novo técnico: Roberto Mancini, o que iria fuder completamente com a carreira do nosso querido meia uruguaio. Ele disse que não gostava de chinesinhos atuando em suas equipes, então Álvaro Recoba se lembrou de seus tempos de paga-lanche na escola e se revoltou, causando rachas dentro do grupo. Não bastasse isso, Roberto Mancini, em um treinamento, mandou Materazzi chutar o tornozelo de Recoba, criando uma lesão que atormentaria a carreira do jogador.

Materazzi quebrando Recoba

Cquote1.png Eu sofri muito com isso. Na concentração, eles diziam que não sabiam se eu estava dormindo ou acordado. Infelizmente, fui alvo de preconceito pelos outros jogadores do grupo. Espero que o Recoba saiba lidar com a situação Cquote2.png
Park Ji-Sung, que já fora treinado por Mancini

Sendo assim, em 2007, Recoba pediu pra sair, porque não aguentava mais Mancini jogando a torcida contra ele, causando todo um alvoroço que iria prejudicar a carreira do Cara-de-coca. Daí pra frente, só decepção na carreira dele, prova disso são as transferências para o Torino, para o Panhonhos da Grécia e a volta pro Danubio. Ou seja, já está mais do que na hora del Chino pendurar as chuteiras.


Seleção[editar]

Pela seleção da Cisplatina, Recoba jogou umas Copas Américas, mas o que marcou foi a Copa do Mundo de 2002, na qual ele não jogou bosta nenhuma, assim como a pífia equipe cisplatina, que junto com a França, morreram abraçadas. Na única partida em que Recoba jogou mais ou menos bem, contra Senegal, um animal chamado Richard Morales perdeu um gol feito que eliminou a seleção uruguaia.

Títulos[editar]

Álvaro Recoba e Ronalducho Fofômeno esquentando o banco da Internazionale. Recoba vive lesionado e Ronaldão acima do peso. Fizeram uma ótima dupla de jogadores de baralho no time de Milão.
  • Complicadíssimo Clausura Uruguaio de 1996
  • Importantíssimo Campeonato Metropolitano de 1997
  • Copa da UEFA 1997–98
  • Copa da Itália 2004–05 e 2005–06
  • Ultracopa da Itália 2005 e 2006
  • Italianão 2005–06 e 2006–07

Se tivesse jogado no Brasil, teria um monte de estaduais para comemorar (menos se fosse do Botafogo).

Ligações externas[editar]