2001: Uma Odisseia no Espaço

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
R2-d2-man.jpg
Plagayusdhd.jpg

2001: Uma Odisseia no Espaço se refere a assuntos espaciais

E mata o tédio de Haruhi Suzumiya

Zorak.jpg
Você está entrando em um mundo desconhecido nas imensidões da escuridão, onde
ninguém pode ouvir seus gritos!
Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola.
Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha.


2001: Uma Odisséia Espacial, por Stephen Kubert

Cquote1.png Surreal, te transporta pra longe Cquote2.png
Oscar Wilde sobre 2001
Cquote1.png curti muito 2001 por que é um filme que você assiste e fica refletindo...até parece filme europeu !!! não tem aquele enredo mastigado que geralmente hollywood faz... adoro esses filmes retrô-futuristas...seria fantástico se no século XXI fosse do jeito que se descreve no filme, viagem à lua de turismo...quem não gostaria !!!!! Cquote2.png
Piers Bizony sobre 2001
Cquote1.png Sei lá... eu dormi no começo Cquote2.png
anão Soneca sobre 2001
Cquote1.png Ateísmo científico é um contra-senso. Deus é uma variável sem controle epistemiológico. Cquote2.png
Stephen Kubert sobre 2001
Cquote1.png Tendi nada.. Cquote2.png
Cidadão comum sobre 2001

Poster e cenas de 2001: The Year That Fucking HAL Went Crazy
2001: Uma Odisséia no Espaço (em inglês: 2001: The Year That Fucking HAL Went Crazy) é um filme erótico light cubano-albanês de partido único e ficação científica (atenção, revisão, não é ficção) financiado pela capitalista Wall Street, dirigido pelo neurótico de carteirinha, perfeccionista psicótico, nerd, ermitão, notório punheteiro e gênio do cinema Stanley Kubrick, que conta a relação amorosa enrustida entre um astronauta gay e um super-computador simpatizante.

A cena de HAL, o simpatizante, gozando enquanto é desligado e bulinado por David, o astronauta, entrou para a antologia do cinema de ficação científica, ao lado da cena da banana de Linda Lovelace em Garganta Profunda e da gatésima norte-vietnamita Jane Fonda sendo masturbada por um máquina do sexo em Barbarella, outro clássico da ficação científica, mas esse já é outro filme e outra história.

Aplaudido de pé pelo bonequinho do jornal O Globo, pelos críticos presentes à sua pré-estreia universal no Mar da Tranquilidade, Lua, (como a Desciclopédia é cultura, informe-se aqui que os críticos eram dois e se chamavam Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin) e pelo tio da Tetê Vemnimim, que com um furúnculo na bunda não podia sentar, 2001 foi um grande recordista de bilheteria no ano de seu lançamento ao espaço e é considerado pela crítica especializada em astrofísica e pegação, um dos dez maiores filmes de todos os tempos, o que não quer dizer porra nenhuma.

Tabela de conteúdo

[editar] Sinopse grande

A história começa 1 bilhão de anos antes de Cristo, aquele agitador boa praça que mudou metade do mundo e deixou a outra metade de bunda virada para o leste, com um bando de macacos fornicando em cima de algumas pedras. Um dos macacos mais espertos, descobre que um osso pode machucar se bater em algo di cum força e desanda a dar porrada na macacada a seu redor, começando pela macaca que não queria dar pra ele. Kubrick, o gênio, mostra nesta cena lúdica onde começou a capacidade do homo-sapiens, o trineto do macaco em questão, de barbarizar pelos milênios vindouros o seu semelhante, chegando até um de seus descendentes nos dias de hoje, um tal de Kadu Moliterno.

No meio de tudo isso aparece um grande monolito negro que não se sabe de onde veio, para onde vai e cujo significado no filme ninguém entende porra nenhuma, a exceção do Papai Sabe-Tudo porque esse sabe tudo, mas nunca contou pra ninguém.

Depois as cenas se passam no espaço, onde entre imagens alucinantes nunca vistas antes neste país, quer dizer, no cinema – entre elas uma aeromoça espacial gostosona com um macacão erótico colado no rabo que anda de cabeça pra baixo - aparece a nave espacial Discovery, ( que anos depois seria rebaixada a ônibus espacial, ou pior, vai-vem ) em missão a caminho de Júpiter. Dentro dela encontra-se o trio principal da película, os astronautas David Bowman (interpretado pelo canastrão Keir Dullea), Frank Poole (interpretado pelo canastrão Gary Lockwood), e o super-hiper-mega-blaster computador HAL (interpretado pelo grande ator HAL)

Entre exercícios de ginástica, comida japonesa futurista e muita leitura de livrinhos de sacanagem, David e Frank são observados pelo olhão vermelho de Hal-Mentolliptus 9000, o computadorzão , caso secreto de David, que observa morrendo de ciúmes a pegação contida entre os dois astronautas baitolas. Cada vez mais enciumado, sem conseguir conter o rancor e a dor eletrônica de corno, HAL planeja sua vingança contra o alvo de interesse de seu amado.

O astronauta David Bowerman visto através do olho guloso de HAL, o super-hiper-mega-míope computador.

Quando Frank sai da nave para dar um passeiozinho no espaço, Hal, através dos comandos que abrem e fecham as escotilhas da nave espacial, corta (ai) o cabo (ufa) que o ligava à nave Discovery, fazendo com que o desafortunado astronauta seja largado no espaço para a morte certa. Pior que uma Odete Roithman corneada, Hal leva as coisas às ultimas consequências, tentando então matar também seu agora ex-amado David, que havia saído da nave para ajudar o parceiro.

Desesperado e lutando pela vida, David consegue ser lançado de volta para um compartimento da Discovery, numa sensacional cena estilizada que lembra um espermatozóide sendo injetado dentro do útero que se abre para recebê-lo e parte para sua vingança.

No meio de tudo isso continua aparecendo um grande monolito negro que não se sabe de onde veio, para onde vai e cujo significado no filme ninguém entende porra nenhuma, a exceção do Papai Sabe-Tudo porque esse sabe tudo, mas nunca contou pra ninguém.

David então começa a desmontar e desligar HAL, para matá-lo. A bolinação incessante vai causando grande prazer em Hal, cuja voz começa a afinar , afinar, cantar, implorar até que o computadorzão, lembrando-se dos profícuos conselhos da conselheira de sexologia da equipe de produção de Kubrick, Martha Suplicy, relaxa e goza, morrendo de prazer.

David Bowman então fuma dois baseados e engole quatro pastilhas de LSD, um dos grandes baratos da época em que a produção foi feita (1968, O Ano que Não Terminou) e começa a ver imagens surrealistas maravilhosas e inovadoras, nunca antes vistas neste país, quer dizer, no cinema, efeitos especiais totalmente novos criados pelo mago Douglas Turnbull, que viraram vinheta de todos os programas metidos a modernos nos anos 70.

Quando a viagem lisérgica acaba e a larica começa, ele encontra-se numa sala branca deserta , onde dá de cara com um velho caquético deitado numa cama, que ele acaba descobrindo ser ele próprio em seu futuro. Ao som de Assim Falou Zaratustra, música transcendental experimental de mestre Zeca Pagodinho, composta após o grande sambista ser obrigado a tomar uma garrafa de guaraná inteirinha, aparece então o feto no útero que completa todo o ciclo da vida do ser humano, e de David Bowman, na busca de seu conhecimento interior e da mulher que existe dentro de todo homem: quem somos, de onde viemos, para onde vamos? Hem, benhê?

No fim de tudo isso continua aparecendo um grande monolito negro que não se sabe de onde veio, para onde vai e cujo significado no filme ninguém entende porra nenhuma, a exceção do Papai Sabe-Tudo porque esse sabe tudo, mas nunca contou pra ninguém.

O filme sempre acaba com a plateia completamente chapada com a grandiosidade das imagens que assistiu e vibrando com a obra- prima do genial neurótico, apesar de ninguém ter entendido porra nenhuma.

[editar] Sinopse

Na realidade é baseada na obra literária de Arthur C. Cracke, que foi adaptado para as telas dos cinemas por Stephen Kubert, Jaison, o mitológico e estranho anti-social deus do cinema Stanley Kubricke os irmãos Estali e Cúbrete. Triologia de 3 episódios onde todos os filmes seguem uma complexa trama montada para tentar confundir a plateia e fazê-los não entender nada no final. Em síntese conta a história de macacos e computadores assassinos e do descobrimento, enterrado na lua, do Monolito; peça de pedra preta (aqui no Brasil, conhecido como ardósia) que possui muito poder, uma inteligência extremamente avançada, mas pouco carisma.

É um filme de ficção-científica pseudo-hippie com elementos psycho-hardcore e psicodélicos feito em 1968 pelo diretor emo-indie Stephen Kubert. Possui roteiro intrincado e extremamente inteligente (só para nerds), que traz personagens fascinantes em uma disputa com consequências cada vez mais trágicas. Excepcional.

[editar] Trilha sonora

A trilha de 2001 é a mais perfeita de todo o cinema, segundo os especialistas. Conta com:

[editar] Reações críticas

Jaime Grebmops, do Castlevania Times escreveu: "Bem mais ambicioso do ponto de vista narrativo do que os ótimos trabalhos anteriores de Kubert, este 2001 conta com uma montagem inteligente que gradualmente desenrola a trama diante do espectador enquanto, através de rimas visuais, estabelece sua mensagem sobre a efemeridade de nossa passagem por este mundo e como isto se encaixa no ciclo natural da Natureza."

Magneto Eel, do Chicago Bears Unlimited escreveu: "chato.. chato... chato... Julgando-se bem mais inteligente do que é na verdade, este longa desperdiça o ótimo protagonista (e refiro-me a personagem e ator) em uma historinha boba de amor que, além de óbvia, depende de um vilão caricatural e de clichês irritantes."

[editar] Sequências


[editar] Ver também


v d e h
Oscar 1.jpg Logo Coisas de Hollywood.jpg Oscar 1.jpg
Oscar 4.jpg

Ferramentas pessoais
Ver e modificar namespaces

Variantes
Visualizações
Ações
Navegação
Colaboração
Votações
(F)Utilidades
Novidades
Redes sociais
Correlatos
Ferramentas
Outras línguas