A-Darter

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A-Darter, parte essencial da coleção de brinquedinhos da tua mãe.

A-Darter é mais um míssil desenvolvido sem propósito algum, feito através de uma parceira entre Brasil e África do Sul, cuja função é apenas gastar o dinheiro do contribuinte em algo que nunca vai lhe ajudar em nada. Se essa porra pelo menos fosse um míssil decente, como os produzidos pelos americanos ou norte-coreanos, a gente até relevava, mas isso nem sai do chão, e por isso, obviamente, foi um grande fiasco. Essa porra nunca nem foi lançada, já que provavelmente nem explode, já que brasileiro não faz nada direito (só superfaturar) e africano só faz negrice.

Características[editar]

Como os brasileiros e sul-africanos vivem lambendo as bolas dos outros povos, e falam obrigado quando os outros países enfiam o pau em suas bocas, o A-Darter nunca precisou ser usado, e portanto, ninguém conhece o seu verdadeiro poder de destruição, e ninguém nunca conhecerá, já que quando os dois países forem entrar em uma guerra de verdade, como aquelas de Call of Duty, este míssil já vai estar ultrapassado e enferrujado em um galpão úmido e seus componentes servirão apenas como material de ferro-velho.

De acordo com os governos, esse míssil possui um poder de destruição semelhante a uma bomba atômica, mas isso é informação passada pelo setor de marketing do governo, ou seja, eles provavelmente perdem em poder de fogo para as biribinhas e para os sinalizadores utilizados pelos corinthianos na Bolívia.

Assim como qualquer míssil normal, dizem que o A-Darter possui um sistema de GPS de alta precisão, capaz de acertar o ponto G da tua mãe em poucos segundos, algo que o teu pai, o de criação, não o leiteiro, não conseguiu em 20 anos de casado. Porém, como tudo que é produzido no Brasil é feito com a bunda, eu não duvidaria se, após o lançamento, o míssil se perdesse no meio do caminho e fosse parar lá na mesa de jantar da casa do Dalai Lama.

Curiosidades que você não quer saber[editar]

As forças militares brasileiras e sul-africanas nunca nem viram a cara dos A-Darter, e provavelmente nem vão ver, já que a preocupação maior nesses países é em alocar os soldados para capinar lotes baldios e resgatar gatos de árvores. Nem mesmo os generais que ficam o dia inteiro assistindo putaria no XHamster já viram esses mísseis, o que nos faz duvidar da existência dos mesmos, assim como acontece com o Acre.

Apesar de feitos na gambiarra com materiais de qualidade questionável, o que faria com que os A-Darter não fossem comprados por ninguém, recentemente, o Paquistão, país perdido que não tem dinheiro nem para pagar a conta do boteco, interessou-se nesta tecnologia, aceitando desembolsar pelos mesmos duas garrafas de Dolly Limão e um cacho de bananas verdes. Os governos brasileiro e sul-africano aceitaram a oferta.