A Divina Comédia

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Se eu pudesse eu zuava mil!
Jeremias José sobre Divina Comédia

É a coisa mais engraçada do mundo, só perde para o horário político
analista de humor sobre a Divina Comédia

A Divina Comédia é um livro de Dante Alighieri escrito em italiano, durante a Idade Média. O livro por si só é muito engraçado, desde que se consiga ler três palavras na mesma frase e compreender o sentido delas. Na história, Dante é guiado por Antthony Garotinho pelo inferno e pelo purgatório, onde encontram Maluf, Marta, Xuxa, Roberto Marinho e outras celebridades antes de serem expulsas dos locais.

O livro, que conta a viagem de Dante através do Rio de Janeiro, São Paulo e Suécia, é considerado uma obra clássica, principalmente por fiéis da Gaviões. Atualmente, disputa com a Revista Veja o título de Maior Obra Propagadora das Idéias do Inferno.

Dante entrando com a parada na Tijuca
Dante entrando com a parada na Tijuca


A obra foi traduzida para o portucalês por Ítalo Eugênio Mauro, um poeta sambista carioca que posteriormente escreveu a maior parte dos enredos da Mangueira. Lendo o texto percebe-se imediatamente a semelhança estilística, e o roteiro claro e conciso, e pela repetição de alguns raros termos como navegantes, reis, nação, alegria e dor. Sua inspiração veio do próprio Rio de Janeiro, quando ele ainda era situado dentro da Bastilha, firme e forte. Depois da queda da capital carioca na época, como consequência da Revolução Francesae desterro de todos os habitantes daquela pequena nação, o sujeito foi parar em Portugal, onde obteve inspiração ao Purgatório (na época chamado de Portugário) e finalmente foi expulso para a Itália, onde preso numa masmorra presidencial, obteve inspiração para escrever sobre o Paraíso e obteve forças para concluir os três volumes, em Italiano fluminense arcaico.

Uma das cenas interessantes do livro, ricamente ilustrada por Gustave Doré (que depois foi ganhar a vida falsificando nota$) é a travessia da Baía de Guanabara, onde muitos fluminenses medievais tomam banho por entre peixes mortos e troços flutuantes. Vale a pena ver. O livro serviu de inspiração, posteriormente, para o filme "Aquarela do Brasil", interpretado por Robin Williams (o homem bicentenário no filme bicentenário).

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