A Marca da Maldade

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Este artigo discute coisas intrínsecas dos Anos 50's!
Se você teve infância naquela época, provavelmente já tomou seu Toddy hoje.

Cquote1.png Sei que estamos na Lua de Mel mas.... Primeiro, solucionar o caso, depois sexo! Cquote2.png
Ramon Vargas mostrando ser o policial-virgem-"honrado"

Cquote1.png Você está demitido! Cquote2.png
Roberto Justus Produtor de "A Marca da Maldade" depois de ver o final do filme
Cquote1.png Não vejo defeitos nesse final... Cquote2.png
Oscar Baleia Orson Welles sobre a causa de sua demissão

A Marca da Maldade é um filme gringo dos anos 50. Ganhador de inúmeros prêmios de consolação, sendo que o maior prêmio que este ganhou foi um da convenção de bruxelas como "Melhor laxante com uso comprovado". Toda a honra de ganhar esse prêmio se deve a brilhante atuação e direção de Orson Baleia, diretor de A Marca da Maldade.

O filme não é nada como "Arraste-me para o Inferno", "Atividade Paranormal" ou qualquer coisa envolvendo ocultismo. O filme trata de um policial que descobre um assassinato na fronteira do México com a sua esposa, o filme também retrata uma grande verdade de todos os Estereótipos: "Não dá pra ficar puro depois de ter viajado para o México".

Bastidores[editar]

Orson Welles era um cara bem-sucedido, que tinha uma porrada de grana só por causa do Cidadão Kane. Vendo isso, convidaram Orson para atuar em mais um filme que parecia ser de Alfred Hitchcock mas não era, pois Hitchcock não se misturava com coisas de pobre, como um filme que rodava no México.

Orson devia ser só Ator mas as cagadas começaram a rolar quando o puseram como Diretor do filme, a primeira cagada foi quando ele locou uma parte do deserto da fronteira do México com os Estados Unidos, achava que se ele fizesse isso A Marca da Maldade ficaria mais "realista". O resultado foi que cinco membros da equipe foram baleados, um ator acabou tendo um ataque de pelanca e foram a equipe fora assaltada 3 vezes.

Depois de custar algum dinheiro para pagarem seguranças mexicanos (mais baratos) começaram a filmar, Orson quase nunca estava presente e o filme foi praticamente dirigido pelo vice-diretor, Orson estava ocupado demais no almoço, fazendo uma sesta e depois em um Bar tomando tequila. A gota d'água foi quando Orson desfigurou o roteiro criando um final onde descobria-se que o assassino estava tentando evitar uma invasão de lobisomens do futuro no México.

Após a devida demissão de Orson, nunca mais deixaram "qualquer um" ser o diretor. 16 minutos do filme foram cortados e o filme foi lançado, ganhando uma série de indicações e prêmios de consolação.

Sinopse[editar]

Orson Welles inaugurou o clichê de que todos os gordos possuem uma consciência maligna.

A Marca da Maldade conta a história de Ramon Miguel Vargas e Susan Vargas, filhos de Getúlio Vargas, dirigindo por um país de terceiro mundo, fedido e talvez até pior que o Brasil, o México, durante sua Lua de Mel. Ramon era tão rico que decidiu passar em um deserto fedido e empoeirado na fronteira dos Estados Unidos a lua de mel com sua esposa.

Para se entreter, decide NÃO fazer sexo com sua esposa e perder tempo com um assassinato naquela cidade fedida. Ele é convencido por Orson Welles, um gordo que dirige o filme e é ator ao mesmo tempo, a não procurar o assassino e aproveitar a sua esposa, que já devia estar irritada por ter a lua de mel jogada fora em uma cidade no deserto e abandonada.

O assassinato foi de uma mulher que atravessou a fronteira México/EUA com um carro que acabou explodindo do nada. Orson, o delegado corrupto, tenta comprar Ramon com dinheiro mexicano, óbvio que ele não aceitaria. Ramon então se esquece da Lua de Mel e vai atrás das várias explosões de bombas ao longo da fronteira México/EUA.

Final[editar]

Você, que quer assistir um filme preto-e-branco de qualidade mexicana com um diretor que só fez cagada, pode pular essa sessão e locar o filme (se bem que ele deve ser tão velho que nem existem outros exemplares dele inteiro), para quem não dá a mínima, continue.

  • Versão Orson Welles: Aqui é o final "original", bem a la "Olhos Famintos", onde o filme é estragado na metade ou no final. Descobre-se que o assassino era um ciborgue que matou a mulher pois se ela passasse a fronteira México/EUA teria engravidado do futuro presidente do México, um cara que destruiria todos os lobisomens no futuro. Obviamente o final eliminado.
  • Versão editada: Uma batalha contra o delegado corrupto parecido com o João Amorim, Quinlan, o personagem de Orson Welles. O filme acaba com Welles morrendo e Ramon saindo da cidade com sua esposa. Na continuação, A Marca da Maldade 2, Susan Vargas mata o marido que gastou seu tempo investigando um assassinato ao invés de tê-lo gastado com sexo.
  • Versão feita para agradar Orson Welles: em 1998 tentaram agradar Orson, o gordo, adicionando mais um final segundo um memo dele, onde Quinlan mata Ramon Vargas e foge para os Bahamas com a esposa gostosa dele.