A Mulher Invisível

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Provavelmente ele vai lhe chatear, mas a HIPNOSE permite que você assista a ele INTEIRINHO!

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: A Mulher Invisível.
Aí esta A Mulher Invisível.

Cquote1.png Você quis dizer: A Mulher Imaginária? Cquote2.png
Google sobre Google
Cquote1.png A mulher invisível? Cadê? Onde? Não vi nada... Cquote2.png
seu amigo
Cquote1.png Ow, nem eu, cara. Tava de zueira. Mas é muita sacanagem viu, se ela não fosse tão invisível, até podia ser gostosa... Cquote2.png
você
Cquote1.png E nossa, tava pensando: num é porque é invisível que é desprovida de prazer e ahhh, vice-versa. Cquote2.png
seu amigo
Cquote1.png Pronto! Chegou no X da questão: Se é mulher, gostosa, divertida e não te dá despesa, é porque só existe na sua imaginação. Putz, esse Selton Cquote2.png
você

A Mulher Invisível foi uma série de televisão brasileira produzida e exibida pela Rede de manipulações Globo baseado no filme homônimo também chamado A Mulher Invisível.

Sinopse[editar]

OBS: Devida falta de arquivação de dados (fato da invisibilidade) não se há encontrado registros sobre a própria, exceto citações de outrem

Selton Melou, aquele cabra que embora cabra continua froxo, caiu do Alto da Compadecida, rolando ladeira abaixo após levar bala dum cangaceiro, acabou mortinho da silva.

Chegando ao paraíso, sortudo, ele foi mandado à repartição Caramuru (uma praia tropical, abençoada por Deus e bonita pela natureza [das índias]). Chegando lá, mais que vergonha, só tinha nudez. Duas índias gostosonas e beeem safadas acolhiam os recém chegados com muita nana e otras cositas más. Como mesmo estando morto continuava sendo safado, deu umas investidas na índia Potira. Esta, sacando as intenções do cara pálida, resolveu brincar um pouco.

Embebedou-o com fortes alucinógenos. Selton começou a ter várias confusões mentais. Começou a insistir deliriosamente que seu nome não era Johnny. Mais tarde teve visões de uma reencarnação futura, na qual encorporaria Jean Charles de Menezes, um brasileiro que queria nascer na Inglaterra, e que também acabaria morrendo com uma bala no meio da testa.

O efeito das drogas passaram pela manhã do dia seguinte. Então era dada chegada a hora dele descer do céu. Desceu.

Desta vez ele seria um cara como você, a menos pelo fato de ser supranormal. Sua infância foi turbulenta, seus pais o levaram a um milhão de psicólogos após saberem que tinha uma amiguinha imaginária. Ele cresceu, ela também. O que era amiguinha acabou virando parceira das boas. Esta mulher endiabrada acabava matando ele de prazer e colocando ele numas furadas brutas como aconteceu no caso policial de extrema relevância no mundo crimimatológico nomeado como ‘Lisbela e o Aprisionamento de Selton’ mas isso não vem ao caso agora.

O fato é que, pra conseguir continuar trabalhando numa agência de publicidade como diretor criativo chefe, teve que se casar com a dona da agência, sabia que mais tarde ou mais tarde seria demitido pela incompetência da falta de boas idéias e resolveu amarrar as idéias com as da dona.

Então duplamente casado, teve que suportar o ciúme de uma para com a outra, as TPM’s das duas esposas, parto real, parto imaginário, dois filhos de cada esposa e os amiguinhos imaginários de cada um dos quatro filhos (sim, isso era genético), sem contar com os cães, os papagaios e os gatos.

Ele realmente já não sabia a diferença entre nervosismo quântico e extresse debiliramental. Quase infartou. Sua sorte que todas essas pessoas fizeram de sua vida um Private Big Brother. Bem, isso não tem realmente nada de bom, mas com isso ele conseguiu ter um zilhão de idéias para seus comerciais, copiando da vida de sua graaande família. Então, construiu uma fama no campo publicitário internacional.

Com toda a grana conquistada mudou-se pra New Inhoque, sozinho, obviamente. Lá teve uma depressão braba, tamanha solidão. Acabou criando uma cópia invisível pra ter com quem conversar. Cansado de ser visto, também se tornou invisível. Cansado de ler este texto pediu para que o tornassem invisível. As pala... já es... até sumin... . Mas não apa... o tex... . Ti... um traba... do cara... pra escre... isso. Obri... e até a próxi...