A Noite Oficial dos OVNIs

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Zorak.jpg Você está entrando em um mundo desconhecido nas imensidões da escuridão, onde
ninguém pode ouvir seus gritos!

Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola.
Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha.

Cquote1.png Você quis dizer: Ownada alienígena? Cquote2.png
Google sobre A Noite Oficial dos OVNIs
Onde está o erro dessa imagem? Fácil! Os caças brasileiros jamais chegaram perto das naves alienígenas.

Cquote1.png Experimente também: Olé extra-terreno! Cquote2.png
Sugestão do Google para A Noite Oficial dos OVNIs
Cquote1.png É um pássaro? É um avião? Cquote2.png
Piloto brasileiro sobre OVNI
Cquote1.png Não! É um OVNI nos passando para trás! Cquote2.png
Outro piloto brasileiro sobre a pergunta do de cima
Cquote1.png É! Nós perdemos! Cquote2.png
Brigadeiro Ministro da Aeronáutica sobre a ownada alienígena sobre os brasileiros

Apresentação[editar]

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A Noite Oficial dos OVNIs, ou também conhecida como A Ownada Alienígena Sobre os Brasileiros Durante o Céu Noturno, foi um fato histórico que ficou marcado no âmbito ufológico para o Brasil, mas somente para eles que são ligados nessas paradas de outro mundo, já que para ninguém mais acrescentou alguma coisa que prestasse, fora a curiosidade com o tal acontecimento.

Trata-se da verdadeira humilhação sofrida pelos brasileiros ao levarem um total "Olé" de OVNIs em pleno espaço aéreo das Terras cabralis, bem na nossa cara, durante uma noite do ano de 1986 quando eu nem sequer ainda tinha nascido, mais precisamente em 19 de maio, se bem que datas, agora, tornar-se-ão irrelevantes, melhor irmos direto aos fatos, que é exatamente aquilo que você veio ler ao clicar sobre o ícone azul do artigo. Pior do que a humilhação sofrida nesse dia, somente uma derrota em final de Copa do Mundo do Brasil para a nossa tão amada rival a Argentina, talvez somente isso fosse bem pior do que aconteceu naquela noite (ou não).

A noite[editar]

Imagens de radar das 21 naves que foram vistas no céu de 21 de maio de 1986.

Tudo estava calmo nos limites entre Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná (é incrível o fato de como só são os Estados mais ricos do país que estão nisso, mas tudo bem, ninguém notou), o céu pela manhã brilhava com um lindo sol amarelo e a tarde estava tudo na Santa Paz de Deus, nem parecia que o dia do Apocalipse tinha chego sem dar nenhum sinal antes.

Quando a noite deu as suas primeiras aparições, o beijinho Brigadeiro da Aeronáutica Octávio Júlio Moreira Lima, que era nessa época o todo fedoroso Ministro da Aeronáutica (nada de importante, até então), estava se preparando para ir para casa, já que o nosso azul anil estava já anunciando o fim do expediente para ele, transformando-se em um azul escuro e sombrio.

As benditas naves, rondando o espaço aéreo brasileiro sem autorização.

O cajuzinho Brigadeiro estava feliz e em paz, com um sorriso forçado de "mais um dia cumprido", fazendo aquilo que somente ele poderia fazer junto com todo um Exército preparado para isso, proteger o nosso território, mais exclusivamente pelos ares, através da Aeronáutica.

De repente, alarmes são acionados, pessoas correm para todos os lados e o doce-de-leite Brigadeiro percebeu que alguma coisa estava errada por alí (O RLY?), seu dia estava apenas começando ao final do expediente (WTF?).

Chamado urgentemente para a sala do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (antigo CINDACTA I), localizado em Brasília, ele se deparou com uma cena inusitada em que estava sendo descrita pelos radares desse centro, os mais avançados do país (pelo menos naquela época eram).

Nada mais e nada menos do que 21 Objetos Voadores Não-Identificados (ou OVNIs, para economia de letras) estavam sobrevoando nosso território nacional sem nem ao menos pedir uma autorização por escrito da União das Galáxias Unidas para essa invasão, ou visita rotineira. Puto da vida com essa situação que lhe tomou uma boa noite de descanço, a maria-mole o Brigadeiro convoca uma reunião de última hora e propõe aquilo que todos os pilotos de caça brasileiros esperam desde que entram para a Aeronáutica, caçar OVNIs (ou abater alguma coisa que voe com os seus mísseis).

Comendo poeira[editar]

A Força Aérea Brasileira mostrando os poderosos jatos que usou na Noite Oficial dos OVNIs com isso se explicada o porquê da derrota.

Não querendo nenhuma nave (principalmente extra-terrena) sobrevoando o nosso país como um estrageiro ilegal, a Aeronáutica tentou de todas as formas manter contato com as benditas espaçonaves, mas nenhuma delas respondia algo compreensivo, a não ser somente um "MWAHAHAHAHAHA!". Como isso foi interpretado por aqui como uma risada diabólica, acabou sendo o sinal que nosso Exército do Ar esperava para provar que o estrangeiro não veio em paz.

Por isso, olho-de-sogra o Brigadeiro mandou logo os seus melhores pilotos para ownar as 21 naves que estavam sobrevoando os estados Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná (eram só 21 mesmo), afim de acabar logo com a graça. Para que a humilhação alienígena fosse ainda maior, Octávio mandou os melhores caças para a caçada, sendo eles o F-5E e Mirage, os únicos disponíveis no Brasil mais rápidos de sua época.

Pegado dessas aeronaves, os pilotos logo zarparam do Rio de Janeiro e de Goiás, indo principalmente para São Paulo, onde o Espaço Aéreo tinha que ser o mais preservado, devido ao enorme tráfico tráfego que corre por alí.

OWNED! Como podemos ver, sempre os OVNIs estavam na frente dos caças verde-amarelos.

Para não envolver civis, os aviões da TAM e da Varig (que ainda eram bons naqueles tempos, ou não) e outras coisas do tipo, o Espaço Aéreo de São Paulo foi fechado, deixando espaço livre para a nossa Aeronáutica mostrar de quem é o Céu Brasileiro, enquanto o dos outros estados ficou funcionando normalmente, mas com algumas restrições.

Porém, tal sonho brasileiro acabou não funfando. Em nenhum momento, nenhum dos nossos caças conseguiu chegar sequer perto de uma aeronave alienígena, ver os seus tripulantes ou sequer se eram realmente naves extra-terrenas. Sempre que um caça chegava perto da nave, a mesma conseguia se desviar, dar um "olé", piruetas no ar e fazer os nossos pilotos literalmente comer poeira.

Tal ação durou basicamente três horas, três horas de pura humilhação, haja visto que perdemos feio para um bando de ET's. O alto comando da Força Aérea Brasileira ainda liberou duas operações de interceptação e abata das naves alienígenas, mas tais duas operações foram somente fazer vergonha, as naves foram embora e os brasileiros (como sempre) ficaram chupando dedo.

A desculpa[editar]

Brigadeiro gostoso muito triste, dando o seu depoimento e cheio de vergonha. Desculpa, eu tinha que fazer essa piada, não resisti!

Com vários voos atrasados, milhares de pessoas putas da vida por terem perdido os seus aviões, companhias aéreas tendo de desembolsar rios de dinheiros de indenização, um monte de caças brasileiros rondando o céu de três estados e um monte de luzes dando um show no céu, não tinha como a Aeronáutica negar que tinha algo estranho acontecendo.

Por esse motivo, já que o que não faltou foram testemunhas, o beijinho-de-moça Brigadeiro Octávio Júlio Moreira Lima, Ministro da Aeronáutica, resolveu colocar a boca no trombone e falar da vergonha que o nosso Exército do Ar passou em uma coletiva de imprensa.

Porém, não seria somente ele que levaria as cagadas da população brasileira, por esse motivo, levou também consigo todos os pilotos que fracassaram nas duas operações, para que servissem de testemunhas de que não estava utilizando os caças brasileiros para fazer piruetas no céu.

Eles revelaram tudo o que aconteceu, desde o que jantaram quando tudo aquilo acabou, até o seu trajeto para o local da coletiva. Ao final, essa data ficou conhecida como A Noite Ofinal dos OVNIs, ou A Humilhação da Aeronáutica em Âmbito Universal, pois se aquilo fosse uma guerra, já tinhamos sido dominados há muito tempo.

Ver também[editar]