A Tribe Called Quest

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Vw bus hippie (kombi hippie).jpg

Este artigo é hippie!!!

Ou seja, ele usa uma roupa esquisita, compete com Fidel no tamanho da barba e usa um óculos rosinha. Se você não come tofu, não curte a natureza, não liga para a filosofia de paz e amor e ignora o aviso de "não pise a grama" é melhor não ler.

Mas se estragar, a natureza vai se vingar!!

Bob Mauley.jpg Fala, mano! É o seguinte: isso aqui é uma coisa que os mano da quebrada curte, tá ligado?
Não zoa com o artigo, não, véio, senão vai dar em treta, morô?

A Tribe Called Quest é um grupo de rap com uma proposta diferente dos demais rappers que a gente vê por aí. Ao invés de fazer músicas sobre gangsters que vivem matando uns aos outros e vendendo drogas enquanto andam em carros conversíveis e são chupados por vadias, os caras do ATCQ preferiam cantar sobre temas mais leves tipo paz e amor, como curtir um som da hora ou então como convencer a garota dos seus sonhos a sair contigo. Deve ser por isso que caíram no ostracismo bem rápido.

História[editar]

Perdidos, sem dinheiro e no meio do nada, a banda teve que usar roupas de camponeses locais pra cobrir seus corpos. Mais tarde, quando entraram no mundo da música, tentaram manter o visual pra criar tendência, mas foram humilhados pelos rappers que usavam roupa de marca famosa e logo droparam esse estilo estudante de humanas da federal

Q-Tip e Ali se conheceram na cidade de El Segundo, nos confins da Califórnia. Ali estava perdido no meio do deserto quando avistou o carro de Q-Tip, que a princípio ele achou que fosse uma miragem, afinal estava num deserto. O motor da caranga estava precisando de uma chupeta, mas Tip não sabia fazer uma e estava sem dinheiro pra ir numa oficina pois perdeu sua carteira enquanto conversava com uma puta garota bonita. Por sorte, Ali estava cheio da grana e conseguiu pagar um mecânico pra reanimar o carro. Assim, os dois partiram em viagem de volta para Nova York, terra natal de ambos. No meio do caminho, se encontraram com um anão que estava fugindo de um zoológico humano onde era explorado e obrigado a fazer coisas horríveis como tentar entrar em pé na boca de um leão ou surfar com peixes dentro de um aquário. Seu nome era Phife Dawg e ele acabou conquistando a simpatia da nossa dupla de palhaços andarilhos, por isso pegou carona com eles. Ao chegar em NY, eles queriam arrumar algo pra fazer pois estavam desempregados mas não tinham porra nenhuma em mente, até que o amigo de um primo de terceiro grau de Tip, Jarobi White[1] teve a ideia de criar um grupo de rap e pediu para participar sem fazer nada porque como ele já tinha criado a banda não precisaria fazer mais nada. E assim nasceu A Tribe Called Quest.

Membros[editar]

  • Q-Tip: O membro mais popular do grupo, afinal ele é o melhor rapper e o mais bonito, ficando com 99% das fãs da banda. Mesmo estando mais pra lá do que pra cá, ainda tem aquela voz de pré-adolescente antes da puberdade. Gosta de mulheres bundudas, tanto é que se apaixonou por uma raimunda e escreveu uma música em homenagem a ela (Bonita Applebum). Também curte coisas como BDSM, dominação e dar choque na hora H, inclusive escrevendo uma música sobre ele queria transar com uma mina enquanto enfiava uma lâmpada fluorescente no rabo dela (Electric Relaxation).
  • Phife Dawg† (1970-2016): Um anão que inicialmente ia ser usado como dançarino e alívio cômico, mas que se tornou o segundo rapper do grupo quando descobriram que ele sabia rimar. Ficou famoso por ter uma entrada monumental em todos os shows, saindo do meio das pernas de alguém que estava no palco. Assim como Q-Tip, também tinha voz de adolescente, mas no seu caso foi devido a falta de GH que afetou o desenvolvimento de todas as partes de seu corpo. É o pigmeu mais foda do mundo do hip-hop, depois de Eazy-E, é claro. Morreu em 2016 devido as complicações de uma diabetes, que ele contraiu por ousar comer a mesma quantidade de comida que um humano normal.
  • Ali Shaheed Muhammad: Assim como Kareem Abdul-Jabbar, Ali foi um negão que se converteu ao terrorismo, digo, islamismo e mudou seu nome pra ficar igual ao de um autêntico mustafá. Seu sonho sempre foi ser DJ, e ele tocou trumpete nas ruas por anos até juntar o dinheiro necessário[2].
  • Jarobi White: Um carinha que ninguém sabia ao certo qual a função dele, porque aparentemente ele não fazia nada. Era o DJ Khaled da banda. Com o dinheiro que ganhou na música, quitou do grupo e pode viver seu sonho de ser um grande chef de cuzinho cozinha.

Maiores sucessos[editar]

  • Electric Relaxation: Q-Tip e Phife dão uma aula de como fazer uma música sobre putaria sem falar de putaria. Os funkeiros do Brasil deveriam tomar nota.
  • I Left My Wallet in El Segundo: Q-Tip e Ali contam sobre o fatídico dia em que se conheceram nessa cidadezinha do cu do mundo estado da Califórnia
  • Can I Kick It?: Fãs do futebol verdadeiro (aquele que, fazendo jus ao nome, você joga com os pés e uma bola e não com um ovo usando as mãos, como no "futebol" americano), os membros da banda fizeram essa música pra tentar popularizar o esporte bretão nos states. Curiosamente, todo o dinheiro da música foi pra Lou Reed por terem pego emprestado sem pedir um trecho de uma de suas músicas.
  • Jazz (We've Got): Uma tentativa fracassada da banda de se lançar em outro gênero musical.
  • Scenario: Música onde o ACTQ teve a honra de apresentar ao mundo a figura de Busta Rhymes.
  • Oh My God: Nessa música Q-Tip revela que gosta de dar umas lambidas em garotos e Phife revela que tem diabetes. Busta Rhymes faz mais uma participação repetindo "OH MY GOD" 258 vezes ao longo da canção.
  • Bonita Applebum: "Bonita do bundão de maçã". Q-Tip tenta convencer sua paixonite rabuda a liberar o caneco por meio de uma declaração em forma de música.
  • We The People...: Phife morreu no meio das gravações e a banda teve que fazer um pacto com o diabo pra ele poder voltar e terminar a música, uma tentativa fracassada de evitar que Pato Donald Trump fosse eleito.

Referências

  1. Eu não consigo entender como que um negro pode ter o sobrenome "White"
  2. Diferente de seus amigos judeus, nem todos os muçulmanos são ricos. Especialmente se estivermos falando de um muçulmano preto.