Abadá

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Discionario em png.PNG O Descionário possui um verbete sobre Abadá


Cquote1.png Você quis dizer: Vatapá Cquote2.png
Google sobre Abadá
Cquote1.png Você quis dizer: Avatar Cquote2.png
Google sobre Abadá
Cquote1.png Você quis dizer: Pano de chão Cquote2.png
Google sobre Abadá
Cquote1.png Eu quero o du Chicretii. Cquote2.png
Pobre e burro sobre Abadá.
Cquote1.png Essa camiseta é como um ingresso. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Abadá.


Abadá é o nome dado a um pedaço de pano pelo qual pessoas de todo mundo trocam todos objetos de valor que possuem.

Caracteristicas[editar]

Com esse pano, a pessoa ganha o direito de pular como um retardado atrás de um caminhão tocando axé, sendo essa prática considerada uma das três maiores disfunções mentais de nosso século.

Geralmente isso acontece em Salvador, onde os nativos viram o único sentido para o trabalho na vida, ganhar dinheiro de turistas numa semana para poderem descansar o resto do ano.

Um Abadá!

E para isso fazem riquinhos de todo país venderem seus playstations e iPods para frequentarem o maior número de bocas femininas no menor tempo, claro que isso traz uma enorme sorte de transtornos como veremos adiante.

Como tudo que busca as soluções para os problemas dos homens, o abadá também tem seus efeitos colaterais. Como gordinhas, que compram as camisetas e teimam em tentar caber nelas, dando emprego a pessoas como o Clodovil e Ronaldo Esper para adaptarem o abadá a seus corpinhos. E no meio dos blocos ludibriam os homens, que já estão bêbados, a colocarem-nas em sua lista de potenciais reprodutoras.

Outras Utilidades[editar]

Usado também como troféu e uniforme de academia, o abadá dura muitos meses (e até anos) mesmo depois do carnaval e festas, enchendo as cidades do Brasil afora com suas cores bem balanceadas e suaves e estampas de gosto refinado.

Abadá Financiado[editar]

É de conhecimento geral que o Abadá é um artigo de luxo, produzido com materiais de altíssima qualidade, por profissionais especializados em mídia e entretenimento. Devido a diversos fatores, o custo de um Abadá (em letra maiúscula mesmo) deve girar em torno de R$ 600,00(Isso se não for um camaleão da vida que custa R$800,00 apenas um dia, á vista ), que pode ser dividido em muitas vezes no cartão, o que acaba custando uns R$ 800,00 a prazo. É realmente um investimento consistente, inteligente e justificado. Senão, como pular o carnaval e lembrar pro resto da vida, se não fizer um sacrifício?

Perfil dos Usuários[editar]

Os usuários desse famoso pedaço de tecido são geralmente pessoas de diferentes classes sociais. O mais curioso, é que podemos observar indivíduos favelados e playboys acéfalos, trajando e ostentando uma determinada marca como se essa fizesse parte de sua vida, como se uma determinada cerveja estivesse muito preocupada com o lixo que se acumula na rua depois de uma festa babaca como o carnaval,com a pobreza no bairro do favelado ou com a avareza do playboy, já que ambos estão juntos nesse mesmo processo coletivo de transmissão de doenças em massa. O usuário do abadá, geralmente é um ser humano sem o mínimo senso crítico. Isso faz dele um defensor de pseudoartistas que mais poderíamos chamar de vagabundos, uma vez que se aproveitam da idiotice alheia para divulgar músicas idiotas que destroem o ouvido de pessoas com a mínima noção do que é música. O Pseudoartista se aproveita da baixa capacidade intelectual do usuário do abadá para implantar ideias de família isso ou S2 daquilo,com trabalhos destruidores de cultura brasileira. Podendo assim depois de ganhar a confiança do acéfalo do abadá se apresentar em programas como o do Gugu, Faustão, Eliana dentre outros. O mercado de trabalho para o usuário do abadá geralmente é restrito: ou trabalha em loja ou sobrevive do dinheiro da família, para que no próximo carnaval ou festa seguinte possa gastar seu dinheiro com outro abadá, ostentando assim outra vez a marca da cerveja, contribuindo para enriquecer o capitalista que pouco se importa para a festa em si e futuramente ajudando alguém embriagado ao volante a tirar a vida de uma pessoa inocente, que não gosta de festa exatamente pelo perigo dos idiotas usuários de abadá.

Ver também[editar]

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