Absolutismo

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Este artigo é sobre humor europeu

Desculpem, o humor deste artigo é ininteligível para brasileiros e sul-estado-unidenses.
Então, nada de zoar Argentinos, Portugueses ou sua mãe aqui, certo?
Monarca absolutista europeu clássico, gordo e feioso.

Cquote1.png Você quis dizer: Reinado Cquote2.png
Google sobre Absolutismo
Cquote1.png Experimente também: Feudalismo Cquote2.png
Sugestão do Google para Absolutismo
Cquote1.png Tudo meu... Cquote2.png
Rei absolutista
Cquote1.png Nossa ideia, ora pois. Cquote2.png
Português sobre Absolutismo.
Cquote1.png Por isso a merda. Cquote2.png
Burguês sobre comentário anterior.
Cquote1.png Abaixo a opressão, viva o capitalismo e o liberalismo! Cquote2.png
Revolucionário dos tempos absolutistas, pregando contra o Absolutismo.

Absolutismo foi mais uma daquelas mal-elaboradas ideias humanas para estabelecer um sistema político que visasse controlar a sociedade de forma eficaz, mantendo a massa submissa a alguns poucos, de uma forma geral funcionou, mas acabou acabando quando começou o processo capitalista que viria a detonar mais o mundo do que os próprios reis absolutistas seriam capazes de fazer.

Teoria[editar]

Vantagem de ser um monarca absolutista é a rainha.

Na teoria absolutismo indica poder do absoluto, sendo que se é absoluto ele tem poder, vindo sua própria característica absoluta que é a ideia de absoluto. à parte teorias linguística e sofismos, no campo político-social o termo absolutismo refere-se a um sistema de governo onde o rei tem totais poderes para qualquer coisa, ele é um semideus, sendo que alguns acreditam nessa historinha para boi dormir.

Rei francês, esse cabelo é peruca.

O rei dentro do Absolutismo, não só pode tudo como tem poder para definir a economia de seu país, por isso que os portugueses viviam endividados com os ingleses, o rei comprava, mas não sabia fazer contas, o rei também podia matar quem quisesse, mas óbvio que era bom ele não se meter com a nobreza, afinal, independente do país, a corte nunca passou de um bando de cobras afim de abocanhar o trono, traições, mortes e balas perdidas sempre foi algo comum por baixo dos panos dos reinados absolutistas.

Com o estado absolutista nasceu a ideia de estado soberano sobre um território, o que para você não significa porra nenhuma, mas pode-se dizer que o estado atual descende do estado absolutista em seu conceito de soberania.

Cquote1.png Então os estados do Brasil descendem do Absolutismo, não sabia que esse era o nome do pai da Bahia. Cquote2.png
Carla Peres sobre a ideia anterior.

Um exemplo prático e doméstico dos poderes ilimitados do rei sobre um país é a relação entre você, sua mãe e a sua casa. Na sua casa você é obrigado a obedecer de forma incontestável as ordens de uma outra pessoa que tende a mandar você fazer tudo o qual ela não esteja afim, você obedece, com medo de uma represália, de castigos físicos na base da vassourada a sanções econômicas como o corte da mesada.
Monarca absolutista de uma região da América.

Monarquias absolutistas pelo mundo[editar]

Na Idade Média, não haviam países, apenas aglomerados de reinos, a unificação desses territórios sob uma única bandeira, u único líder incontestável é o que gerou as monarquias absolutistas, tudo isso acompanhado de muito sangue, mortes e diversas cenas dignas de aparecer em 300 e com torturas de deixar os diretores das sequências aterrorizantes, de tão ruins, de Jogos Mortais com o estômago revirado.

O primeiro país a se ajuntar foi Portugal, com as conquistas de D. Manuel e seu exército composto de outros Seus Manuéis, todos com bigode típico e munidos com seus pasteizinhos de Belém. Após expulsar os mouros com a ameaça dos filhos dos mouros que ali nascessem herdarem a inteligência dos habitantes os portugueses se ajeitaram e criaram seu estado.
Castelo de um rei absolutista.

Depois foi a vez da Espanha se absolutizar, por meio de um casamento arranjado entre um príncipe e uma princesa, mas nada de purpurina e fadas como os desenhinhos da Disney, o casamento foi por puro interesse, com a unificação da Espanha, uma das consequências foi o Descobrimento da América, a maior merda já feita pelos europeus.

Na França tudo foi feito de forma repleta de perfume, guilhotina e muito frufru, o responsável pela unificação foi o incrível Luís XIV, um ser mais feminino que a Carla Bruni uma futura ditadora do país, ele recebeu o apelido de Rei Sol, WTF? e ainda usava salto alto, disse a frase que consolidou seu reinado: "Eu sou o estado, gentiiiiiii!" O que mostra sua melhor qualidade a humildade.

A Inglaterra, após várias reuniões com muito chá acabaram entrando na onda desses países unificados e montou seu reino sob as mão de um rei gordo, essa história de rainhas mandando é coisa recente, na época da unificação a política era ainda mais machista, lugar de mulher era no fogão à lenha.

Típico apoiador do Absolutismo.

Apoiadores dessa loucura[editar]

  • Nicolau Maquiavel — ele odiava essa história de padres se metendo em política e achava que só com um estado forte a prosperidade seria alcançada, pena que sua Itália não o ouviu, comprovando a história de que profetas não são ouvidos em sua terra, mas o resto da Europa adotou o maquiavelismo e deu certo, e os italiando ficaram chupando espaguete, enquanto sua economia ia ruindo.
  • Thomas Hobbes — O cara amava o absolutismo, segundo ele a sociedade só dá certo com um rei folgado abusando de todos, sem um estado forte "o homem vira o lobo do próprio homem", ele acreditava sinceramente que a ausência do absolutismo aumentaria a níveis catastróficos a população de lobisomens do planeta (provavelmente lia crepusculo e era gay).
  • Jean Bodin — Ele compara o estado a família e diz que o chefe tem de ter poder absoluto, isso se o rei fosse legal, desse presente de Natal e pusesse comida na mesa de cada um, assim como todos os apoiadores do absolutismo ele tinha raízes nobres e o que por no estômago, já a população que sustentava a nobreza não.

Ver também[editar]