Administração Pública no Brasil

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Administração pública financeira em ação no Brasil.

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Administração Pública no Brasil é uma audaciosa tentativa de métodos e conceitos que visam trazer diretrizes para tornar a vida de funcionários públicos um inferno. Também abrange princípios e teorias de modo a lesar o povo brasileiro.

De modo simples, é uma doutrina da administração labiríntica, complexa, burocrática, onerosa, cansativa, muitas vezes incoerente e que no final das contas ninguém respeita para evitar a fadiga.

A administração pública no Brasil evolui a cada dia, sempre tentando combater o famoso "jeitinho brasileiro", sempre punindo os funcionários com mais burocracia e papéis para cortar o barato cada vez que eles aprontam uma de fazer o jeitinho brasileiro.

Organização[editar]

Administração Direta

Administração exercida pela presidência e seus filhotes Casa Civil e ministérios. Só dá vagabundo nesses lugares, de uma elite intelectual que passa o dia fingindo trabalhar, resumem seu trabalho na administração pública em ficar dando palpites sobre o aumento ou diminuição dos juros públicos.

Administração Indireta
Cquote1.png Na União Soviética No Brasil o político filho da puta, na verdade é pai da puta. Cquote2.png

Entende-se por administração indireta todo aquele serviço que o Estado admitindo toda sua incompetência, delega à terceiros (o popular terceirizar) e deixa esses órgãos se fuder para conseguir gerir esses pepinos, enquanto isso a doutrina solta que faz parte de uma coisa chamada descentralização.

Autarquia: Essa coisa aqui é bem complicada, nem os maiores cabeções do direito administrativo se entendem na hora de definir o que é autarquia. Sabe-se que mexem com o financeiro público mas não tem fins lucrativos (a não ser para os bolsos dos presidentes). Formam os mais caóticos órgãos do Estado, entre eles o INSS.
Fundação pública: Órgãos que formam uma espécie de limbo na administração pública por exercer funções que ninguém se importa no Brasil (assistência social, educação, pesquisa e cultura). Como ninguém ainda se decidiu até hoje se as fundações são de direito público ou privado, é muito fácil de roubar a rodo nessas instituições e sair impune.
Empresa pública: Empresas públicas que atuam no setor privado oferecendo concorrência desleal e nacionalizando o dado setor.
Sociedade de economia mista: Órgãos que tem suas ações divididas em 50% para o governo e 50% para o setor privado composto de empresários de sangue frio. Afinal o setor acionário brasileiro é sempre uma caixinha de surpresas...
Agência reguladora: Agências que tem como finalidade fiscalizar as atividades públicas que foram concessionadas ao setor privado, mas no final das contas essas agências só acabam por atrapalhar metendo o bico sempre onde não devem, quase fazendo a administração direta dos setores quer fiscalizam, sem falar que seus presidentes são quase uns deuses, podem fazer a cagada que quiser, que mantém seus cargos de cunho semi-vitalício.

Princípios[editar]

  • Princípio da Supremacia do Interesse Público - O princípio-chave da administração pública. Afirma que o interesse da coletividade vem acima do interesse de um indivíduo. Esse princípio só esquece-se de falar que o interesse da coletividade nunca vem escrito certinho num manual.
  • Princípio da Legalidade - Princípio que obriga os pobres funcionários públicos decorarem a Constituição Federal, a Lei 8112, a Lei 8666, o Código Tributário Nacional...
Uma política respeitando o Princípio da Pizza.
  • Princípio do Devido Processo Legal - Princípio que rege a burocracia e prevê o trâmite legal documental desde projetos faraônicos de usinas hidrelétricas, a aquisição de canetas de escritório, ou mesmo auxílio de verbas para municípios atingidos por uma chuva de meteoros.
  • Princípio da Impessoalidade - Princípio que defende a supremacia do interesse público, apesar do nepotismo ainda rolar solto no senado...
  • Princípio da Isonomia - Tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais, assim falou Zaratrusta. EÉ com base nessa falácia semântica que surgem coisas como Cota para Negros.
  • Princípio da Moralidade - Manda que tem que ter moral para atuar, senão nada feito.
  • Princípio da Proporcionalidade e Razoabilidade - Esta é a velha regrinha que pede bom senso à administração pública, tem evitado muito prefeito por aí em endividar o município construindo coisas como pirâmides egípcias.
  • Princípio da Publicidade - Essa aqui é a armadilha dos trouxas. Todas esses políticos que você inteligentemente votou e vê no Jornal Nacional sob denúncias praticamente irrefutáveis de corrupção foram pegos graças a esse princípio. Tudo tem que estar anotadinho, bem explicadinho nos seus mínimos detalhes, então o TCU que é composto de gente que adora fazer político tomar no cu, veem nas contas que 2+2=3 e o resto é a merda que todos já sabemos.
  • Princípio da Eficiência - Se não for fazer direito, não faça, porra!
  • Princípio da Especialidade - Princípio besta, que proíbe por exemplo que agentes do DETRAN deem multa em botecos em nome da vigilância sanitária.

No final das contas, qual a relação da doutrina, teorias, livros e questões de concurso de direito administrativo com a realidade da administração pública no Brasil?[editar]

Nenhuma!