Administração indireta

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Administração Indireta é, no que se refere ao Direito Administrativo, quando as entidades públicas não querem fazer um serviço e jogam pra algum otário fazer. Por exemplo, em vez de deixar a porra do Ministério de Minas e Energia cuidar direito do petróleo, cria a droga de uma empresa pra cuidar maravilhosamente bem do petróleo, chamada Petrobrás. Quando ocorre isto, dizemos que a União está jogando isso na conta da Administração Indireta.

Entendendo a administração indireta[editar]

Aqui está como funciona a Administração Indireta

Administração Direta é quando a própria entidade política, que é a União, os estados ou os municípios, faz alguma coisa. Quando a entidade pública resolve jogar a responsabilidade de um serviço para outro instituto, dizemos que ela tá descentralizando, ou simplesmente procrastinando mesmo. Quando a entidade pública está meio de saco cheio de cuidar de um troço, ela faz ser criada uma instituição e dá o filho aos cuidados desta. Depois que o filho está sendo criado pela instituição, o Estado não pode mais dar pitaco sobre como tal instituto deve criar o bebê que já foi adotado. Sendo assim, o Estado só pode dar um controle finalístico, ou seja, se este instituto quiser cuidar de outros bebês, aí sim a porra fica séria pois o Estado só quer que este instituto crie um único bebê. Outros bebês serão criados por outras instituições. Fora isso, o Estado já não pode mais fazer porra alguma quanto ao tratamento dos bebezinhos. Se o instituto quiser bater no bebê, foda-se, quem cuida do bebê agora é o instituto. Então, é mais ou menos assim que funciona a Administração Indireta.

Entidades da administração indireta[editar]

O direito administrativo divide as Entidades Indiretas em Autarquias, Fundações Públicas, Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas. Isto é uma bagunça porque ninguém se entende.

Autarquia[editar]

Se considerarmos o exemplo do bebê no exemplo da conceituação, diríamos que a Autarquia, que até já tem nome de mulher, é a babá mais fodona da descentralização. Somente o Estado pode criá-la, através de uma lei. Claro que a essa altura quem lê este artigo já deve estar todo enrolado, mas como diabos o Estado vai criar a babá? O Estado pode, Ele é DEUS!!! Não discuta! Se for pra matar essa babá, somente com uma lei específica também, porque elas são fodonas. Como elas são fodas, dizemos que elas são de direito público pois, como se sabe, os interesses públicos estão acima dos privados no direito administrativo. Já que estas babá são tão fodas, quando elas nascem, não precisam de registro de nascimento, mas só o Estado pode colocar um nome nelas. Então, saindo do mundo das babás e voltando à realidade, a Autarquia é a mais poderosa das entidades indiretas. Estas filhas da puta não precisam pagar imposto e não entram em falência.

Fundação pública[editar]

É quase a mesma merda que a Autarquia, mas menos fodinha, já que deve ser de direito privado, e deve ter uma função social, educacional, assistencial. Ela não precisa ser criada por lei como a Autarquia, mas de resto é quase a mesma porcaria. A distinção dos dois é tão nojenta que até existe a Fundação Autárquica, que é quando tem personalidade pública, aí fodeu tudo porque também é uma Autarquia Fundacional.

Empresa pública[editar]

Como o nome já diz, é uma empresa pública. O que você entender por empresa pública é o suficiente.

Sociedade de economia mista[editar]

Aqui o negócio é mais babaca, porque estas aqui só podem ser criadas em forma de sociedade anônima. Ela só quer ser anônima pra poder comentar merda nos fóruns dos outros. Também, o capital desse tipo de empresa não costuma ser só público. Mas fora algumas frescurinhas, a Sociedade de Economia Mista é quase a mesma merda que a Empresa Pública.