Afeganistão

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●د افغانستان اسلامي دولت
●República-Bomba do Afeganistão
●Kaboomstão

Bandeira Afeganistao.png Brasão do Afeganistão.png
Bandeira Brasão
Lema: Invadido hei de ser e nas montanhas vou me esconder
Hino: Explosão - Tchakabum
Mapa do tesouro.jpg
Capital Kabum
Maior cidade Kabum
Língua Analfabetês árabe e Analfabetês persa
Tipo de Governo Monarquia Totalitarista Terrorista
Califa Osama Bin Laden
Heróis nacionais Inventor da pólvora, Taleban, Maomé
Independência Se separou do Iraque há quatro anos usando raios-laiser e bombas desconhecidas pelos EUA, numa tentativa desesperada de criar uma república desconhecida.
Moeda Cabeça de Nego (CN$)
Religião Explosivismo 50%, Islamismo 50%
População 15 milhões (seria 50 milhões antes da guerra, mais a maioria já explodiu)
Área 652.090 km² sofrendo intenso bombardeio (0% de água)
Analfabetismo Altíssimo: Alto %
PIB per Capita 100 reais USD/hab.
IDH 0.Baixo, ruim, pobre...
Fuso Horário Meridiano de Infra-Redwich
Clima Desértico
Site do Governo Os servidores do Afeganistão foram destruídos pelas explosões
Cquote1.png O Afeganistão não é um dos melhores lugares do mundo para se viver. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Afeganistão

Cquote1.png Yes, we can!! Cquote2.png
Obama sobre armar e fortalecer os terroristas do Talibã
Cquote1.png Çim nóis póde!! Cquote2.png
Campanha escrita pelo próprio presidente Lula para tentar puxar o saco do Obama dizer que podemos ajudar os pobres terroristas do Taleban

Afeganistão é o maior alvo para aviões construído pelos Estados Unidos, atualmente desativado devido a morte de Osama Bin Laden, mas daqui uns anos chega um outro barbudo de turbante, derruba a Casa Branca e os Estados Unidos voltarão a reativar o Afeganistão. Enquanto isso a ONU, a União Soviética e a FIFA fingem que o Afeganistão é um país soberano da Ásia. Fica localizado entre duas grandes potências mundiais, os reinos de Ondequistão e Indigestão (maior produtor mundial de antiácidos). O Afeganistão é um país tão incrível que persas, hindus, mongóis, mogois, macedônios, ingleses, russos, comunistas, talibãs, americanos e muitos outros povos já tentaram dominar esse incrível país!

História[editar]

Antiguidade[editar]

Acredita-se que o país foi fundado em 30.000 a.C., ninguém sabe como e muito menos por que causa, motivo, razão ou circunstância... Esse povo sem nada de melhor para fazer na vida eram refugiados da Civilização do Vale do Indo. Em sua maioria criadores de cabras que, sofrendo preconceito e intolerância devido ao seu péssimo costume de fazer sexo com cabras e ovelhas, decidiram migrar para a Grécia, local de famosas casas de swing, onde sua parafilia talvez fosse melhor aceita. Certamente esse povo jamais concluiu sua jornada, pois não encontraram o Mar de Aral que seria sua referência, lagoa secada premeditadamente pelo então presidente uzbeque Islam Karimov para evitar que talibãs ficassem perambulando pelo território do país.

Sem saber para onde ir, aquele povo miserável sem talento para agricultura, guerra, artes ou qualquer outra coisa, decidem ficar no meio de um deserto montanhoso e inabitado, onde decidem criar o seu mais novo país que decidem batizar de Bactria, que no dialeto pashto significa "terra onde nem as bactérias sobrevivem".

Por volta de 675 a.C. um grupo de rondonienses liderados por Marechal Rondon estavam perdidos na floresta amazônica a procura do Acre, quando acidentalmente se aproximaram demais e caíram todos em um buraco de minhoca que os transportou para a Bactria do século VIII a.C. e chegando nessa região inóspita, logo mataram todos nativos e fundaram a atual Rondônia. Dado a sua incrível feiura e o fato de terem sidos todos confundidos com figurantes de The Walking Dead, deu-se o nome de Império Medo à nova nação. Algum tempo depois, em 1500 a.C. é fundada a APBA (Associação Internacional de Proteção Às Borboletas do Afeganistão) com o objetivo de proteger a fauna local, o que aos pouco fazia juntar gente por aquela região e assim expandir-se o território.

Os persas (sob a dinastia aquemênida) foram os primeiros dentre 47 povo a invadir o Afeganistão. Liderados por Dario I, o Dadá Maravilha, o homem que conseguia levitar no ar e trazer espanto aos adversários (não na Copa do Mundo de 70) os persas assumiram o controle da região em 550 a.C. Como os primeiros invasores do Afeganistão, os persas não tinham o que aprender e em contrapartida não ofereceram nada em troca ao Afeganistão. Sua única contribuição para o Afeganistão foi ensinar o cultivo de ephedra para fazer o chá de haoma e deixar todo mundo doidão. Sob o domínio persa o povo afegão descobriu que tinha talento para revoltas tribais sangrentas e resistência persistente.

Em 330 a.C. Colin Farrell chega ao Afeganistão liderando seu exército expansionista do Império Selêucida. Como trazia consigo toda a cultura grega de viadagem, zoofilia, pedofilia e outros desvios sexuais nada saudáveis, o povo nativo tentou resistir ao máximo a invasão, mas foram estuprados devido ao seu pouco preparo. Durtante a ocupação selêucida, o povo afegão se envolveu em revoltas tribais sangrentas e resistência persistente.

Com o declínio do domínio grego após a morte de Alexandre, um novo esporte foi criado na Ásia, chamado de "invasão ao Afeganistão", e o atual território deste país foi invadido por várias tribos de toda a Ásia Central, incluindo os citas, os maurios, os partas, os sassânidas (persas pela segunda vez), os cidaritas, os heftalitas, os acrianos e qualquer um que estivesse entediado o bastante. Embora todas invasões tenham logrado êxito, nenhuma das ocupações foi capaz de ficar por muito tempo, já que todos esses invasores eventualmente sucumbiram a sangrentas revoltas tribais e resistência persistente.

Idade Média[editar]

Afeganistão desde a antiguidade o maior importador de escombros do mundo.

Do século I ao século VI a história afegã ficou estagnada. Os persas diziam que aquele território era deles, os chineses por sua vez diziam que era deles, enquanto os hindus por sua vez diziam que eram deles, mas nenhum dos três se atrevia a visitar a região, sabendo que lá só tinha montanha infértil e uns criadores de cabras nada amistosos. É nessa época que o Império Pala, um grupo de praticantes de Kama Sutra, visita o Afeganistão e começa a construir estátuas de mal gosto por toda parte, de um gordinho seminu em posição de louvar Onã, mas ainda bem que o Talibã já se livrou dessa arte. No ano de 444 o primeiro rei afegão domina o Afeganistão, porém ele morre de diarreia na semana seguinte por ter bebido água do Amu Dária, e assim estoura uma guerra civil de mil anos, até o ano de 664 quando os russos aparecem com sua tecnologia de raios laser e matam os afegãos todos, transformando novamente a região na paisagem árida e inóspita que sempre deveria ser. No ano seguinte é a vez dos vikings também matarem os afegãos e assim em 666 foi instaurado o domínio Viking. Em 667 os africanos expulsam os vikings e colonizam a região.

Invasões árabes[editar]

Criados por Maomé como minions para serem introduzidos em jogos de Call of Duty e Battlefield e os americanos terem a quem matar sem peso na consciência, os árabes começam a sua conquista do Oriente Médio nos idos da Idade Média. Passam uns bons anos tentando converte o Irã, que como vimos em 300 era um império defendido por imperadores metrossexuais de 2 metros de altura meticulosamente depilados que tinham orcs e outras aberrações do Prince of Persia, mas uma vez que o Império Sassânida sucumbiu, no dia seguinte os árabes já estavam conquistando a cidade de Herat na fronteira com o Afeganistão. Desacostumados em serem invadidos, algo que já não ocorria a apenas uns 400 anos, os afegãos nada puderam fazer quando os islâmicos vieram e ameaçaram cortar o pinto de todos caso não se convertessem ao islamismo.

No século X surgia o Império Ghaznávida, que viria a ser a prova histórica da fraqueza e submissão do povo afegão, uma vez que tal império foi fundado por Sabuktigin, um ex-escravo samânida cujo brilhante plano de conquistar a liberdade foi comer a filha do seu chefe, virar general e então conquistar a cidade de Ghazni e virar o novo dono do Afeganistão, embora Bush não tenha gostado nada disso e enviado militares para impedir que uma república de cornos surgisse no meio da Ásia, eventos que vemos fielmente retratados no jogo Battlefield 3. Mas nessa terra onde por 30.000 anos só aconteciam tragédias, o islamismo foi muito bem aceito, pois agora aquele bandod e criadores de cabras tinham agora algo a fazer da vida, alguém a quem odiar e ainda terem virgens no Paraíso, o mais plausível foi mesmo assimilar a nova religião.

Invasões mongóis e mogois[editar]

Não querendo deixar nada de fora da "Lista de lugares que invadimos", os mongóis também viriam a invadir e derrubar o Afeganistão no caminho para tentar conquistar Portugal. As hordas mongóis, lideradas pelo carismático Ghenghis Khan, um exímio jogador de buzkashi que era considerado o David Beckham de seu tempo e que tinha uma semelhança estranha com Ricardo Montalban. Em suas viagens pelas estepes afegãs, os mongóis fundaram uma cadeia de fast food que viria a se tornar mundialmente famosa por suas refeições a base de Nissin Miojo sabor cabra assada. Sob o domínio mongol, o povo afegão se envolveu em revoltas tribais sangrentas e resistência persistente.

Até para os mongóis o Afeganistão era muito problemático, ainda mais porque a ONU enchia o saco apoiada por ativistas dos Direitos Humanos. Eles decidiram que seria mais fácil se estabelecer em algum outro lugar. A Hungria parecia muito mais legal e mais bonita.

Com a saída dos mongóis do Afeganistão, surgiu um vácuo de poder no território do Afeganistão. Os afegãos, sem saber o que fazer com autonomia política, administrativa e religiosa, e percebendo que ninguém mais os queria invadir, decide fazer um apelo ao Império Mogol (atual Índia), império que era ainda mais mongoloide que os mongóis, tanto que nem sabiam escrever o nome do próprio império. Os indianos foram atraídos com uma falsa promessa de largas quantidade de poluição sonora e visual para se entreterem, e chegaram atravessando o Vale do Kibe, local onde os militares altamente treinados do Call of Duty descobriram que ficava a Caverna do Bin Laden.

Invasão persa 3.0[editar]

Pela trigésima vez na história os persas decidem invadir o Afeganistão, ficando claro que essa insistência deveria ser apenas algum tipo de fetiche doentio, igual algumas pessoas sentem prazer sexual em comer cocô, os iranianos sentem esse prazer doentio em ocupar o Afeganistão sob nenhuma alegação plausível. Primeiro veio a Dinastia Safávida que como o nome diz buscava perverter os ideais muçulmanos tentando impor o velho estilo de vida persa de orgias com pessoas deficientes físicas, como vimos no harém de Xerxes III no filme 300. Mas aí surgiu em seu lugar o Império Hotaki que como o nome sugere foi uma dinastia de samurais japoneses que envergonhados por lerem hentai todo dia decidiram começar uma jornada de auto-penitência ao país mais fodido do mundo da época, o Afeganistão (Brasil ainda não havia sido criado) para procurar os míticos esqueletos anti-otakus, mas estes samurais todos morreram e então veio o Império Afshárida liderado por Nader Xá, um dos poucos governantes sensatos da história do Afeganistão que percebendo a merda em que estava se metendo, doou o Afeganistão para o sobrinho Durrani, para que criasse ali seu próprio império.

Império Durrani[editar]

Nada Chá doa para seu sobrinho Amante de Chá o Afeganistão por volta de 1750, permitindo que o mesmo transformasse aquele país numa imensa plantação de ópio, criando assim o Império Durrani. É nessa época que a noção de que Afeganistão poderia ser um país começa a surgir, quando tanto indianos, chineses, iranianos, árabes, turcomenos e russos entram num acordo e consenso de que aquele território não valia nada e que não valia mais a pena tentar conquistá-lo. Por isso o primeiro rei Durrani, o Amante de Chá de Cogumelo, é por muitos considerado o pai fundador do Afeganistão.

Invasão britânica[editar]

No início do século XX os ingleses chegam ao Afeganistão. O agente da Sckotland Yard, Mr. Bean, chega à conclusão de que todos os impérios do mundo já haviam invadido o Afeganistão alguma vez na história, e chegam à conclusão de que eles deveriam então fazer o mesmo, acreditando que pudesse haver algo secreto e valioso na região que a tenha tornado tão cobiçada assim ao longo dos milênios. Como nunca foi do estilo britânico sair explodindo montanhas, como os americanos preferem, após muita negociação os britânicos compram o Afeganistão. O pagamento foi quinze toneladas de hambúrgueres, três mil barris de cerveja e oitocentas prostitutas holandesas.

Os britânicos temiam uma influência russa em expansão na Ásia, e decidiram por este novo método para combater isso, invadindo o Afeganistão. A Invasão britânica ficou mais conhecida pelo grito de guerra: "You say you want a revolution. Well, you know... We all want to change the world" cantada por Paul McCartney e John Lennon num show em Cabul. Os britânicos foram eventualmente expulsos depois que encontraram revoltas tribais sangrentas e resistência persistente de nativos surdos.

Invasão soviética[editar]

Mujahidin ainda sem o devido treinamento americano, combatendo os soviéticos atirando sem nem mirar.

Em 1944 a URSS invade o Afeganistão, a princípio em busca de espaço disponível para construir novas fábricas de uma nova vodka baseada na destilação de leite de burra. Desistem logo em seguida sem nem tentar, só de terem marchado o sofrível Cazaquistão no caminho da invasão ao Afeganistão, pois tiveram que enviar seus soldados para uma um conflitozinho mais à oeste largando o Afeganistão às moscas para o Talibã fazer a festa. Mas os russos não esqueceriam do Afeganistão. Aliás, é em 1942 que nasce o sósia de Bin Laden, Caetano Veloso, mas em 1957 nasce o Bin Laden verdadeiro que viria a revolucionar a importância mundial do Afeganistão.

Em 1979, a União Soviética, que não estava disposta a ser superada pelos Estados Unidos sob nenhum aspecto, tal qual os americanos no Vietnã, decidiram entrar em sua própria guerra dispendiosa e onerosa que inevitavelmente seria perdida. Quando as forças soviéticas conseguiram tomar o Afeganistão com sucesso, isso só fora possível porque os Mujahidin (os minios de Call of Duty: Modern Warfare 2) ainda não haviam se reunido. Dentro de semanas, os Mujahidin haviam se armado com bolsas de urina de bode, pedaços de paus, RPGs reaproveitadas da Primeira Guerra Mundial e baldes de piche com penas de ganso e começaram uma intensa resistência sangrenta contra o invasor soviético.

Obviamente os afegãos seriam dizimados em algumas poucas semanas mesmo assim, claro se não fosse a intervenção altruísta, caridosa dos Estados Unidos da América que decidiram levar ao Afeganistão o Rambo, o Capitão América e os ideais da liberdade, ajudando nobres lutadores como Osama bin Laden treinando-os em métodos mais eficazes para fazer guerra contra uma superpotência, dando aos afegãos treinamento militar, armas de última geração, mapas atualizados, ferramentas e conhecimentos atualizados para cavar túneis excessivamente profundos e complexos, bem como treinamento para guerrilhas. Com essa assistência, os afegãos conseguiram se envolver em revoltas tribais sangrentas e resistência persistente contra os soviéticos até a União Soviética encerrar sua fúnebre guerra de 8 anos em 1989 e nunca mais voltar.

Guerra civil e Talibã[editar]

Já na década de 1990, sem russos e com todo o armamento americano, percebendo que ninguém mais os queriam invadir, os afegãos decidem começar uma guerra civil para que continuassem guerreando agora entre si. Os partidos políticos democraticamente criados pelos EUA durante sua estadia ali, a Al-Qaeda e o Talibã decidem se unir e formar uma chapa para concorrer contra o partido Aliança do Norte. Ironicamente Rússia e Estados Unidos agora se unem para apoiar o Aliança do Norte, mas ironicamente terminam derrotados.

Assim, em 1996 na falta de gente para botar ordem na casa, o Talibã toma o poder e o controle do Afeganistão. Proíbe as mulheres de andarem sozinhas e mostrarem os tornozelos em público, obrigando-as a usar uma cortina preta por cima de todo o corpo. Como eles não são bobos, não as proibiram de fazer umas outras coisas aí. O Talibã não sofreu oposição popular e foi adotado pelo povo afegão porque eles acreditavam que era um governo piedoso, além de ser uma forma de governo utópica capaz de finalmente protegê-los da grande ameaça que seria ver suas mulheres vestidas apenas em lingeries pretas nas ruas. Uma interessante ironia histórica é que o CEO da Haliburton Laundry Inc, Dick "Head" Cheney, estava a caminho do Afeganistão para negociar um contrato de lavagem de turbina quando ele pegou o cheiro de petróleo bruto que flutuava em sua aeronave. Agarrando um pára-quedas, Dick "Head" saltou do avião, pára-choque no pátio do palácio de Saddam Hussein e rapidamente negociou um acordo pelo qual Haliburton forneceria Saddam com fábricas de gás nervoso em troca de uma franquia para desenvolver os campos petrolíferos do Iraque.

Sob o governo do Talibã, a oposição da Aliança do Norte provocou sangrentas revoltas tribais e resistência persistente. Os países estrangeiros tentaram acalmar o derramamento de sangue, oferecendo às duas partes alguns doces e chocolate se eles parassem, mas foram ignorados.

Invasão americana[editar]

Crianças afegãs utilizando seu único método de mensagem instantânea para conversar com os amiguinhos de locais muito distantes, como bases militares norte-americanas.

Nota: Para a história contemporânea do Afeganistão, consulte: Counter-Strike.

Tudo ia bem no novo Afeganistão, até que em 2001 os Estados Unidos do nada invadem o Afeganistão sob nenhum pretexto e sem nenhuma alegação plausível do motivo de estarem fazendo aquilo. O fato é que os militares estupram o sósia de Bin Laden e por 4 anos bombardeiam as montanhas e cavernas do Afeganistão. Eventualmente, os Estados Unidos ajudaram a Aliança do Norte a enfrentar uma resistência persistente e revoltas tribais sangrentas contra os talibãs e, eventualmente forçaram os talibãs para fora de Cabul. Em resposta e por birra, o Talibã implode duas estátuas de dois Budas em Damyian, acreditando erroneamente que fossem estátuas de dois americanos obesos de Big Mac.

Com a queda do Talibã, o Afeganistão criou seu próprio governo, e logo realizou eleições democráticas altamente bem sucedidas e com o máximo de idoneidade, e assim os afegãos (não as mulheres, analfabetos, cristãos, ateus, sunitas, curdos, etc, etc) escolheram seu primeiro ditador democraticamente eleito em muitos anos. Mas, com a saída do exército americano e num grande processo de eventos, os talibãs voltaram contra a nova ordem democrática com sangrentas revoltas tribais e resistência persistente.

Em 2006 metade da população morre de tédio porque a atenção voltou para a Guerra no Iraque, mas em 2007 o tédio acaba e os afegãos partem para a guerra de novo.

Geografia[editar]

O Afeganistão é um país da Ásia, embora o mapa do War não nos diga nada disso, mas com um pouco de seriedade podemos descobrir que fica na chamada zona do agrião asiático, ou seja, naquela região onde é politicamente correto explodir coisas e andar nas ruas carregando um RPG. Fica portanto em algum lugar perto do... ah, sei lá, perto do Acre... ou é na África, Ásia ou Oriente Bomba.

A maior parte do relevo do Afeganistão é montanhoso. Uma exceção notável a isso são as planícies de Toba pra Carcar e Chagai-I, anteriormente lindos bosques verdejantes, que foram bombardeadas até serem transformados em planícies desérticas, a primeira porque achavam que Osama bin Laden estava escondido ali, e a segunda porque era onde o Paquistão tinha espaço para fazer os testes de sua bomba atômica. Devido Às grandes montanhas e um relevo muito acidentado, existem muitas cavernas espaçosas localizadas em todo o território do Afeganistão. 90% da população vivem nessas cavernas onde ficam escondidas do mundo e do exército americano, e estes seres aparecem na luz do dia apenas na presença de forasteiros e estrangeiros, contra os quais se envolvem em revoltas sangrentas e resistência persistente. Além das montanhas e das cavernas, o Afeganistão é conhecido também por suas exuberantes fazendas de terra batida, onde sujeira, escombros e poeira são cultivadas por aldeões para melhorar o vazio cênico pelo qual a região é conhecida.

Economia[editar]

Carro popular afegão.

O Afeganistão é considerado o único país do mundo onde é possível comprar uma ovelha, um avião e 355 toneladas quilos de ópio a 1 dólar e cinquenta centavos. A economia do Afeganistão é portanto movida ao comércio de papoula, sendo lá é produzida a heroína mais pura do mundo, embora infelizmente no Brasil não podemos injetar heroína afegã de qualidade na veia devido a impedimentos alfandegários e a concorrência de todos os fabricantes europeus de cascalho. O lado bom da economia afegã é que não há Previdência Social no Afeganistão. Não existe e nunca existiu população idosa.

O Afeganistão, localizado tão perto de grandes potências econômicas mundiais, sempre teve uma economia vital e vibrante. A sua localização na Rota da Seda fez do país um tradicional centro de comércio historicamente importante. O Afeganistão continua a contar com esse comércio, importando militares dos mais diversos países, bombas, escombros e minas terrestre enquanto em troca exporta ópio, terroristas, cascalho e cadáveres, sendo que a principal exportação do Afeganistão é o ópio, e o ópio do Afeganistão representa 90% da heroína da Europa, o que explica porque a ONU se preocupa tanto com os assuntos envolvendo o Afeganistão. É por isso também que Bush e seus amigos não param de bombardear o Afeganistão, afinal eles querem que a Europa fique inferior à América.

A "economia" afegã baseia-se no cultivo, coleta e processamento de papoula e outros opiáceos, que constituem 68% do PIB (Pobreza Interna Brutal), outros 30% obtêm do fabrico e tráfico de armas e 1 % de fraudes na Internet remanescentes. O motivo do país possuir um dos setores agropecuários mais fracos do mundo é que os hortifrutigranjeiros no país são geralmente cultivadas em cavernas escuras e regadas com petróleo, o que não resulta no melhor produto para o consumidor final. Esse é o motivo também de se acreditar que os afegãos são todos terroristas, o que é uma injustiça porque as hortaliças quando regradas a petróleo se tornam muito inflamáveis e explosivas, então, muitas vezes, quando alguém morde uma delas, causa uma explosão totalmente inesperada e involuntária que causa mortes chocantes. Essa é a verdadeira história dos supostos homens-bomba.

Na área pecuária, camelologistas afegãos, licenciados em camelologia pela Universidade Muçulmana de Camelologia Avançada de Cabul (UMCAC) conquistaram grandes progressos para provar a teoria da geração espontânea na areia infértil que conta a nação. Após décadas de inúmeras investigações, eles conseguiram obter camelos bebês do subsolo das areias do deserto após apenas derramar sêmen de camelo adulto no local. Não só conseguiram uma fonte sustentável de recursos e a abertura de um campo comercial novo, como também empregar centenas de cidadãos na profissão de masturbador de camelo e fazer centenas de afegãos felizes, além de converter muitos vegetarianos que estavam morrendo de vontade de experimentar um sanduíche de camelo grelhado e que agora n~]ao precisam se preocupar mais com o fim da espécie. A agricultura de camelo hoje deverá representar 99,99% da atividade econômica líquida do Afeganistão, no ano 2685.

População[editar]

O mundo ficou chocado quando em 1985 comprovou-se que existiam mulheres bonitas do Afeganistão, quando Sharbat Gula foi fotografada pela National Geographic.

País com mais de 35 milhões de habitantes, é bem rico e a segunda maior superpotência mundial em fazer merda (perdendo apenas pro Cagaquistão) e sofrer catástrofes. O seu povo, respeito a teoria da seleção natural, é formado por pessoas capazes de viver sob condições lastimáveis sem reclamar. O seu corpo humano é adaptado para viver comendo terra, sem água e sem alegrias, adaptados aos ambientes escuros de cavernas inóspitas.

Sua cidade mais populosa é a cidade de Kandahar, a qual conta com 2,5 milhões de habitantes nativos e 2,8 milhões de militares, situada a beiramar, ou seja, no meio dos mares. Já a capital e sede do pseudo-governo afegão fica em Caboom.

Política[editar]

Atualmente o Afeganistão encontra-se democratizado, graças ao esforço do bom Tio Sam, hoje os afegãos podem votar e escolher democraticamente seus líderes. Como todos são coagidos a votar no Taliban, senão tem sua família estuprada, seus dedos são cortados e o seu crucifixo é enfiado no orifício anal, ele acaba tornando-se o partido mais popular, instaurando no país o denominado regime de Democracia de Fachada Terrorista. O Afeganistão é um país livre... Para matar, para explodir, para aterrorizar... Grandes potências estrangeiras ocidentais implantaram um partido político de oposição chamado Aliança do Norte, embora seja só um fantoche.

Nesse país, as mulheres tem o direito de não terem direitos. Tal iniciativa foi um modo bem sucedido de impedir que existam feminazis no Afeganistão, um verdadeiro problema nas nações ocidentais que não existe na desenvolvida política afegã.

Subdivisões[editar]

O Afeganistão divide-se em 33 províncias desde 1989 após a ocupação dos Estados Unidos e a implementação de mapas no país. Cada província foi nomeada com um palavrão de baixo calão, para mais fácil memorização, como Cu Duro, Pega na Minha Benga, Sua Puta e tantas outras.


Segurança[editar]

A polícia do Afeganistão tem autoridade de matar, cortar a cabeça ou por fogo em uma criança que use chupeta após os quatros anos.

Educação[editar]

No Afeganistão, quem não cumprir o serviço obrigatório de homem-bomba, morre executado. Mas até que não há reclamações quanto aos instrutores dos homens-bomba, tanto que o nível de aprendizado de um homem-bomba é de 100%.

Os afegãos são conhecidos por serem algumas das pessoas mais altamente bem instruídas do mundo. Cura o câncer, a fusão a frio, a transubstanciação da matéria e muitos avanços do conhecimento estão ao alcance até dos afegãos mais simples. Felizmente a natureza encontra sempre seu equilíbrio e não permite que esse pequeno grupo de mentes super inteligentes assuma o controle do mundo, destruindo repetidamente e sucessivamente os afegãos, constantemente sempre destruindo todos os seus bens mundanos e qualquer pedaço de terra que eles possam visitar.

Religião[editar]

Taliban quando demoliu monumentos de Buda ao confundi-las com estátuas de obesos norte-americanos viciados em Big Mac, causando uma enorme confusão.

Os afegãos são orgulhosos de sua rica cultura que eles adquiriram ao longo dos milênios de invasões e assimilação forçada de religiões estrangeiras. Desta forma, eles exaltam sua cultura budista pacífica, se orgulham do deus Zaratustra e seu respeito pela natureza, mas também são fervorosos seguidores do Alcorão e seu profeta Maomé, de modo que eles têm tantas mulheres quanto podem manter (na teoria, nenhuma).

Um grande e notório destaque de tolerância religiosa ocorreu quando os belos monumentos dos Budas de Bamiyan foram implodidos pelo Talibã.

Cultura[editar]

Um sucesso afegão, o viral Oppa Afghani Style, música conhecida no mundo inteiro.

Revolveres e pistolas são brinquedos de criança. Já metralhadoras são instrumentos de trabalho de um estudante afegão. Enquanto bazucas são instrumentos de trabalho de um pai de família. E mísseis teleguiados, morteiros e armas de destruição em massa podem ser compradas no cartão de crédito em 24X nos shoppings da cidade. Sua venda só é proibida para menores de 6 meses de gestação. Desde cedo, as crianças aprendem a dar valor à morte, mas são alertadas constantemente sobre a vida, que é considerada subversiva e devem se afastar dela. País de cultura singular, um afegão que completa 26 anos é preso, torturado e executado.

Ao se casar, o afegão recebe um cronograma de produção de filhos mirins de homens-bomba. Por isso ao se masturbar, o homem afegão deve explodir o esperma ejaculado para que não tenha chance de sobrevida.

A pedofilia é amplamente aceita, por isso os afegãos (homens) adoram o Bacha Bazi, uma dança executada por jovens rapazes impúberes que se vestem de mulher e que dançam de forma erótica antes de serem assediados e estuprados.

A roupa tradicional dos homens afegãos é muito semelhante à árabe, consistindo em trapos, um turbante e uma AK-47, embora aqueles de mais alto prestígio apareçam carregando RPGs. Já a roupa feminina consiste em uma cortina preta que cobre todo o corpo exceto os olhos, o que as faz parecer fantasmas típicas dos desenhos animados.

Culinária[editar]

Uma fraquia da McDonald's no Afeganistão.

A dieta nacional afegã é baseada em produtos de cereais como o Froot Loops, que são tradicionais no país. Outros pratos típicos são forragem de canhão, pólvora, areia, cartuchos de AK-47, bombas de molotov e, claro, a nutritiva carne de camelo seca com um toque de tripas de crocodilo marinados. Antes de 2001, milhares de afegãos provavam hambúrgueres dos McDonalds e Burger King, mas uma política em saúde veio para remover todos os alimentos que fediam imperialismo ianque numa bem sucedida campanha que baixou a obesidade no Afeganistão para 0%. No entanto no presente, o comércio ilegal de hambúrguer ultrapassou o contrabando de filmes pornográficos.

Esportes[editar]

O Buzkashi é, de longe, o esporte mais popular do Afeganistão. Pessoas de todo o país se reúnem e observam pessoas andando de cavalos a altas velocidades enquanto transportam carcaças de bovinos até arremessá-los em redes para marcar pontos, caso não sejam surrados por equipes adversárias no processo da jogada. A origem deste tradicional esporte afegão não é clara, no entanto muitos acreditam que é simplesmente uma maneira de irritar as pessoas da vizinha Índia, que adoram as vacas. Embora diferentes variações do esporte tenham sido criadas ao longo dos anos (lançamento de cadáveres comunistas, por exemplo) o Buzkashi original ainda mantém seu domínio como o esporte mais popular do país. O segundo esporte mais popular no Afeganistão é o banho de sangue, introduzido pelos Estados Unidos em 2001, a Bloodbath Major League é a maior entidade esportiva do Afeganistão.

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