Akoum

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Nudflameprincess.png Este artigo é queeeente!

Se quiser editar este artigo, entre numa geladeira, ligue o ar condicionado no máximo e beba uma coca-cola gelada. E não lute contra Blaze!


Cquote1.png Você quis dizer: Akuma Cquote2.png
Google sobre Akoum

Akoum é um região pertencente ao infinito multiverso de Magic: The Gathering, e geralmente está associado ao mana vermelho, a cor dos mau humorados, raivosos e outros desequilibrados emocionais. Akoum em geral trata-se de uma região vulcânica (do nível da Terra antes do surgimento de qualquer forma de vida), o que faz do lugar um dos continentes mais mortíferos e ceifadores de vida do plano de Zendikar. Trata-se de uma região inóspita e agressiva, o que faz dela um lugar inabitável para qualquer forma de vida decente, o que inclui seres humanos (ou não).

História[editar]

A provável inspiração para a escolha do nome do continente.

Nem sempre Akoum pertenceu a Zendikar. Originalmente, há muitos anos atrás, Akoum fazia parte do Nordeste brasileiro, e já nesse período, era considerado uma região perigosa. Na ocasião, as chuvas eram muito escassas, embora volta e meia Deus estava de bom humor e mandava alguns aguaceiros para o lugar. Akoum existiu em nosso plano na mesma época em que Lampião. Lampião e seu bando de cangaceiros, devido a sua grande capacidade de adaptação a regiões com altas temperaturas, costumava utilizar Akoum como esconderijo.

Um habitante de Akoum ao acordar com o pé esquerdo (pra variar).

Em dado momento de sua vida, Lampião simplesmente se cansa de usar equipamentos tão arcaicos e primitivos como armas, e decide se apropriar de magia. Após treinar por meses a fio nas artes arcanas, ele acaba se tornando a criatura mítica Lampião, o Piromante (seu card era tão apelão que foi banido em todos os formatos e modos de jogo). A polícia, que já não conseguia lidar com ele nem mesmo quando ele usava simples artilharia, caiu de vez em desespero.

Num belo dia, angustiados, os policiais locais invocaram satanás Púrforo, Deus da Forja do plano de Theros, e pediram sua ajuda. Púrforo sempre foi o rei da mana vermelha, e não havia ninguém melhor do que ele para ajudar a combater Lampião. Púrforo concedeu uma parte de seu poder aos policiais, em troca de eles construírem um templo de adoração a sua imagem no Nordeste. Assim, os policiais invadiram o acampamento de Lampião em Akoum, que não esperava aquele ataque. Após uma épica batalha, apenas Lampião e Maria Bonita acabam sobrevivendo.

Juntando poder de todos os piromantes policiais, o grupo finalmente consegue sobrepujar o casal e pegar suas respectivas cabeças como troféus. Entretanto, o poder utilizado para tal foi tão forte, que acabou abrindo uma brecha no tempo e espaço, e o campo de batalha acabou sendo enviado para outro lugar no multiverso, Assim que Akoum chegou em Zendikar, ele logo foi adotado como casa para as criaturas mais agressivas e revoltadas com a vida, que finalmente encontraram o lugar ideal para chamarem de casa.

Geografia e clima[editar]

Vista de Akoum em um dia calmo e com baixa atividade geológica.

Como já foi citado anteriormente, Akoum está alinhada primariamente ao mana vermelho, em virtude da alta instabilidade geológica proveniente da grande quantidade de vulcões, gêisers e quedas de pedras. As erupções em Akoum são constantes, e segundo o IBGE, de longe a taxa de mortalidade do lugar é a maior dentre todas as regiões de Zendikar, o que torna a região inviável para o turismo. Entretanto, além de fogo e morte, devido a sua natureza rochosa, existem diversos campos de cristal provenientes do arrefecimento de lava na região, que conseguem prover também mana branco. Muitos goblins costumam trocar alguns desses cristais por carne humana no mercado negro.

No centro da região existe um supervulcão que alguns ignorantes dizem estar adormecido, mas que volta e meia gera fortes erupções, matando qualquer criatura vivente num raio de 100 quilômetros, o que torna morar no lugar uma constante luta pela sobrevivência (ainda não dá para entender como essa região ainda consegue ter algum tipo de forma de vida).

A ciência ainda não conseguiu criar um guarda-chuva eficiente que possibilite a sobrevivência no tempestuoso ambiente de Akoum.

A grande quantidade de gêisers chama a atenção de alguns viajantes, que tentam parar para presenciar o espetáculo, mas esses não duram muito tempo, já que se alguma explosão de lava não matar o infeliz, a temperatura infernal com certeza vai matar.

Toda Zendikar sofre a influência de um fenômeno da natureza conhecido como "The Roil", que é uma espécie de equivalente ao nosso aquecimento global, desgraçando influenciando cada pedaço do plano. Em Akoum, esse fenômeno só contribui para intensificar ainda mais as características já caóticas do continente, acelerando as erupções, expelindo gases escaldantes para a superfície e inundando túneis com quantidades esmagadoras de lava.

O fenômeno, possivelmente oriundo de alguma macumba sinistra que deu errado no plano, também tem efeito direto na atividade sísmica de Akoum, aumentando a força dos choques entre as placas tectônicas. Esses poderosos choques resultam em constantes chuvas de estalactites de cristal e rocha, muito eficientes para empalar vagabundos sem rumo ou gente desavisada em geral.

Fauna e flora[editar]

Em geral, Akoum não é um bom lugar para se viver, e sua instabilidade geológica impossibilita o desenvolvimento de uma variedade de seres-vivos. Em geral, os poucos seres viventes que conseguem se adequar a essa terra costumam ser criaturas não muito agradáveis ou das quais ninguém gosta, tais como esfinges, golens e goblins. Tais criaturas não costumam ser muito amistosas com viajantes, o que novamente reforça o fato de que Akoum definitivamente não passa nem perto de ser um retiro de férias para a família. Também existem grupos de elfos desocupados que se instalaram na região e ficam contando histórias de carochinha e lendas urbanas para assustar viajantes e outros cagões. Além desses indivíduos, volta e meia Akoum se torna alvo de expedições de vampiros e humanos corajosos, que se vem ali em busca de relíquias ou artefatos raros. Por outro lado, Akoum é o lugar perfeito para piromantes de todas as raças treinarem suas habilidades de manipulação do fogo.

As belas criaturas de Akoum, tão amigáveis quanto o território que ocupam.

A vida selvagem de Akoum compreende algumas criaturas aberrantes e abomináveis. As principais monstruosidades que habitam a região são insetos endemoniados, geralmente com aspecto grotesco e escabroso, que ficam escondidos sobre as rochas só esperando algum azarado passar. Esses insetos em geral contam com características próprias que os ajudam a sobreviver em tamanho fim de mundo, tais como carapaças e resistência a altas temperaturas. Vermes abomináveis são muito comuns embaixo da terra, e adoram se alimentar dos goblins distraídos que volta e meia passam por eles.

Além dos insetos e dos vermes, Akoum também está infestada de dragões rabugentos e de difícil domesticação, que também deram um jeito de sobreviver as condições do local. As grandes montanhas de Akoum também servem como lugar ideal para construção de ninhos para as fênix, a única espécie de ave que consegue sobreviver nesse pedaço de Inferno. É bem provável que também existam baratas por lá, já que essas criaturas são indestrutíveis e se proliferam nas regiões mais remotas do multiverso.

Como quase não existe água na região, as poucas plantas que de alguma forma conseguiram se desenvolver no solo de Akoum, retiram seus nutrientes da própria lava vulcânica e das rochas. Essas plantas em geral são gramíneas ou cactus ultra-resistentes, porém, não são aconselhadas ao consumo humano ou de criaturas não preparadas biologicamente. Essas plantas apresentam um elevado grau de toxicidade devido a alta concentração de dióxido de enxofre em sua composição, podendo resultar em morte instantânea para qualquer corajosos que tope o desafio de ingeri-las.

Região costeira[editar]

O Triângulo das Bermudas é uma verdadeira brincadeira de crianças perto das costas de Akoum.

Apesar de 95% de Akoum ser constituída de cristais, vulcões e lava, existem regiões menos quentes (mas não menos mortais) próximas as costas do continente. Em geral, é por meio do mar que pobres almas perdidas de outras regiões de Zendikar acabam sendo trazidas para Akoum, definitivamente um azar sem precedentes. Em algumas poucas ocasiões, viajantes chegam de navio a Akoum sendo atraídos pela população local, que costumam enviar pedidos de socorro a fim de que alguém os consiga resgatá-los daquela desgraça de lugar, além do fato de que esses navios podem estar trazendo mercadorias raras que não são encontradas na região, tais como água gelada e sorvete.

Entretanto, assim que aportam, as embarcações não duram muito, e em geral acabam sendo saqueadas por goblins arruaceiros, que costumam colecionar bugigangas vindas de outras localidades de Zendikar, o que só aumenta a população de desesperados presos em Akoum. Além do mais, mesmo estando numa região com menos atividade vulcânica que as demais, não significa que ela não exista. Muito pelo contrário: explosões de terra e quedas de pedras são comuns até mesmo nas regiões costeiras de Akoum, e vários navios são naufragados ou completamente destruídos por pedregulhos do tamanho de elefantes.

Também vale ressaltar que raro quando uma pessoa consegue chegar com seu navio intacto na costa de Akoum. Boa parte dos viajantes sequer chega perto da costa, já que até mesmo as águas que rodeiam o continente são uma sentença de morte, repletas de krakens e outras aberrações marítimas em busca de um almoço fácil. Quando os krakens estão tirando um cochilo, ainda existem os constantes tornados que se formam e surgem no mar como baratas brotam do assoalho da casa da tua mãe, varrendo da face da Terra qualquer navio azarado que tenha se perdido pelos mares do lugar. Por fim e para encerrar com chave de ouro, ainda erguem-se do fundo do mar estacas gigantes de cristal, que costumam deixar os navios com mais furos que uma piscina de pobre. Ou seja, além de Akoum não ser o lugar mais adequado para práticas de turismo, também não serve para ser incluído no roteiro de algum cruzeiro.