Alabama

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Alabamba
Bandeira do Alabamba
Bandeira do Alabama
Brasão do Alabamba
Brasão do Alabama
Lema Aqui não é Mississippi
Apelido O Estado que é Simétrico com Mississipi
Gentílico delawariano
Localização
Localização do Alabamba
Capital Sr. Burns
Maior cidade Tem Cidade na Inglaterra com esse nome já
Estados limítrofes Mississippi
Características geográficas
Área Igual Mississippi
População 1.300.000 rednecks republicanos hab. 2011 IBGE
Densidade 36 hab/km²
Clima molhado com furacões ocasionais


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Lynyrd Skynyrd sobre Alabama

Alabama, também as vezes chamado de Mississippi do Leste, é um estado vermelho dos Estados Unidos, localizado na região sul do país com vista para o Caribe. É mais conhecido pela música "Sweet Home Alabama", escrita por Lynyrd Skynyrd, e também pelo curioso fato de que a cada três carros pelo menos um tem um adesivo "Dubya para presidente" colado à janela traseira. Porém é fato de que no Alabama se encontra 64% das caipiras mais gostosas do sudeste americano.

História[editar]

No centro do Alabama encontramos o sítio arqueológico de Moundville (Vila da Lama) que fora um antigo assetamento dos primeiros imigrantes ilegais da região formados por indígenas da tribo Creek. O nome da região foi uma homenagem a um antigo chefe de uma dessas tribos, de nome Al Bama-Rama-Na-Na-Na-Na-Rama, que com sua bondade foi caridoso e ajudou os primeiros europeus a chegarem na região a sobreviver, ensinando para o explorador espanhol Hernando de Soto no século XVI um dos símbolos da cultura local que é como sobreviver a base de comer animais que foram atropelados nas estradas. Os franceses que chegaram ali em 1702 fundando Old Mobile, após exterminarem todos os índios para fazer plantações de milho no lugar de suas tribos, decidiram homenagear esse antigo chefe, dando o nome de "Alabama" à região.

Com a derrota dos franceses na Guerra dos Sete Anos, um loot feito pela Grã-Bretanha sobre os derrotados foi que o Alabama fosse passado aos britânicos assim criando-se a Flórida Ocidental onde inicialmente o plano era criar o parque temático da Universal, para rivalizar com a Disney, e assim o Alabama tornou-se o 22º estado dos Estados Unidos em 1819, muito pelo fato de que muitos de seus residentes já naquela época tinham grave dificuldade de contar mais do que 22, visto que nas escolas do estado a matemática é considerada coisa do capeta e portanto não é ensinada.

Como membro da União, o estado a partir de 1820 passou por um evento chamado Alabama Fever, que como percebemos pelo nome, foi uma grande epidemia de febre que se alastrou pela região após a chegada de uma grande quantidade de senhores de escravos com os seus escravos, ávidos em desmatar a natureza e plantar algodão. O último chefe indígena yazoo decidiu evocar uma maldição que assolou todos invasores europeus, causando-nos uma febre intensa não apenas nas pessoas mas também nos fetos das mães grávidas. Hoje sabe-se que essa maldição foi a responsável por afetar o cérebro dos recém-nascidos do século XIX e de todas demais gerações seguintes, deixando-os assim tão retrógrados, e como todos ali negam Darwin, não evoluíram desde então.

O final do século XVIII e início do século XIX foi bem conturbado para o Alabama, pois achando-se que a região era algum tipo de Carlos Matsunaga ela foi picotada entre Flórida Ocidental espanhola, República da Flórida Ocidental e Território do Mississippi. A colônia espanhola foi criada para servir de asilo para mexicanos que já não eram bem vistos na Flórida verdadeira, enquanto a Flórida Ocidental britânica abrigaria todos rednecks e fãs da KKK, assim evitando conflitos, mas em 1846 o estado é reunificado quando decidem criar uma nova cidade isolada no interior, a atual Montgomery.

Em 1861, já alcançando uma marca de 1 milhão de habitantes dos quais metade eram potenciais excelentes jogadores de basquete, mas que estavam carpindo nos campos, o estado do Alabama decide anunciar a secessão da União e tornar-se um Estado Confederado, numa ilusão de que seria melhor fazer parte de uma nação que não precisasse ficar sustentando os playboys encostados de Nova York e do resto do norte. Para combater nessa guerra o Alabama criou o seu primeiro time de futebol americano, hoje desativado, chamado de Yellowhammer, composto por aproximadamente 120.000 skin-heads, neonazistas e tias gordas católicas, indo combater os nortistas em batalhas que tiveram tantas mortes que o Vegeta teve que quebrar pela milésima vez o seu Scout de medidor de ki. O Alabama no final perde a guerra e em 1865 é anexado pelos Estados Unidos mais uma vez, e enquanto os antigos líderes derrotados estavam de mimimi fazendo um protesto simbólico bebendo cerveja quente numa fazenda do interior, a escravidão foi abolida e diversos atores negros começam a fazer sucesso em sitsons, assumindo cargos de liderança do Alabama e dando novos rumos ao estado.

Em 1868 o Alabama cria a sua primeira própria constituição, resultando na criação da democracia, algo tão lindo inventado pela América, possibilitando assim o surgimento de partidos políticos com ideais amigáveis, como o Ku Klux Klan que luta pelos direitos das pessoas vestirem enormes panos de mesa com buracos recortados onde ficam os olhos, o Knights of the White Camelia, o Red Shirts que foi um movimento totalmente fashion e o White League que apelava até para o Zé Gotinha como mascote.

Assim, o Alabama entrou no século XX como o único estado da América no qual o Apartheid era legalizado, até que uma onda de politicamente correto começou a pressionar toda essa segregação, até que uma decisão inédita de um juiz em 1954, no caso Brown v. Board of Education, no qual um professor durante suas aulas de criacionismo escreveu no quadro (bord) a palavra marrom (brown) para descrever a cor da bosta, ele foi preso por racismo, eclodindo num grande conflito racial de grandes proporções, tanto que em 1955 Martin Luther King Jr., Rosa Parks, Will Smith e um ônibus lotado de rappers decidem viajar para o Alabama só para instigar mais confusão. A brilhante ideia que eles tiveram ao chegar lá foi combinar com todos os negros do estado para que todos parassem de pegar ônibus, fazendo-os todos faltar ao trabalho, e quando fossem ser demitidos, aí era só alegar que o motivo da demissão era o racismo, criando toda uma crise judicial e financeira no estado que acabou precisando abolir o Apartheid em 1964, acalmando os ânimos.

Clima[editar]

O clima no Alabama varia conforme a época do ano, mas seu território geralmente pode ser categorizado em cinco tipos de climas distintos: Quente; Úmido; Quente e úmido; Chuva misturada com furacões; Furacões; Todas as opções anteriores misturadas.

Economia[editar]

O Alabama orgulha-se de ser o estado norte-americano com os impostos mais baixos de todo o país, o que para os habitantes dos demais estados não é nenhuma surpresa, pois sabe que o estado é quase que completamente formado por imigrantes ilegais e os estadunidenses natos são bêbados derrotados desempregados sendo sustentados pelo governo.

No setor primário, a desflorestação tem importante papel na economia local, pois na falta do que exportar o Alabama tornou-se grande exportador depapel para os demais estados que realmente usam papel e lápis, e assim esse comércio tem sido uma grande ajuda financeira para o estado. Outros usos para o solo fértil e o clima chuvoso do Alabama é o cultivo extensivo de milho, algodão, soja, amendoim e cannabis.

Industrialmente, o Alabama tem várias indústrias importantes que promovem a prosperidade e o crescimento econômico do estado, trazendo empregos para mexicans e alguma confusão ao longo do tempo (não necessariamente nessa ordem). Ainda assim é um estado bem merda, não a toa os cubanos só escolhem a Flórida. A indústria automotiva é a que mais se destaca, graças à mão-de-obra barata e alguns buracos fiscais, um grande influxo de fábricas de carros ajudou a trazer empregos para o Alabama.

Porém, o produto símbolo do estado é o famigerado Moonshine, um whisky que tem sido um orgulho do estado há centenas de anos. Mesmo assim, prevê-se que, até o ano de 2018, a produção de metanfetamina superará a de Moonshine como o comércio mais rentável do estado.

Política[editar]

O Alabama é um estado republicano repleto de conservadores cristãos, portanto você não é bem vindo no estado, afinal é brasileiro, e se não for brasileiro também não é bem vindo porque eles não aceitam gays, youtubers, idiotas, ateus, apoiadores de Cuba e mexicanos.

A estrutura política do Alabama baseia-se na firme convicção de que ninguém no estado quer cassinos, jogos de azar drogas, prostituição, enfim, diversão e lazer no geral. Os jogos de azar e os prostíbulos são percebidos pelos políticos locais como uma grande ameaça perniciosa contra Deus e que ameaça toda uma balanceada estrutura financeira que impediria a construção de escolas, a possibilidade de pavimentar rodovias e impediria que fundos injustificados se destinem a nativos americanos empobrecidos. No lugar de cassinos e prostíbulos, a liderança política do Alabama e toda a opinião pública estadual sugerem que o melhor é a construção de um estádio gigantesco e luxuoso para abrigar as muitas equipes profissionais de futebol americano e baseball que o estado não tem mas que certamente produzirá após ter um estádio, usando como base claro a teoria da geração espontânea que é ensinada nas escolas deste estado, pois os alunos locais não atualizaram seus livros de ciência tem algum tempo e, portanto, não sabem que a geração espontânea foi refutada em 1859.