Alcoolismo

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Caninha2.JPG Cquote1.png Ê-iê-iê-iê... Cquote2.png

Este artigo tem cheiro de porre! O autor está caído na calçada, gorfando álcool puro. Melhore este artigo e ganhará 6 litros de uísque, mas se vandalizar, será obrigado a tomar Devassa quente!

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Cquote1.png Eu tenho <hic!> medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre Alcoolismo

Cquote1.png Eu <hic!> também! Cquote2.png
Vera Fischer sobre Alcoolismo

Cquote1.png Olá, meu nome é Valdemar e faz três meses que eu não bebo. Cquote2.png
Mentiroso sobre Alcoolismo

Cquote1.png Alguém segure aquele cachorro, ele roubou minha cerveja! Cquote2.png
Jimmy London sobre Alcoolismo

Cquote1.png Domina o meu "eu" e faz meu dia virar breu. Cquote2.png
Cantor Latino sobre Alcoolismo

Cquote1.png Eu não eshtou bêbado! Nãoum ensche o meu saco! Cquote2.png
Seu pai sobre Alcoolismo

Cquote1.png Pratico regularmente. Cquote2.png
João Canabrava sobre Alcoolismo

Cquote1.png O fim está próximo, arrependa-se enquanto ainda ´tempo! Cquote2.png
Adventista sobre Alcoolismo

Cquote1.png Garçom! Cquote2.png
Eu sobre Alcoolismo

Cquote1.png Cadê a bebida que estava aqui? Cquote2.png
Alguém procurando uma bebida desaparecida sobre Alcoolismo

Cquote1.png Eu não vi! Cquote2.png
BêbadoInocente sobre Citação acima

Cquote1.png Não se faça de sonso, eu sei muito bem que quando o assunto é bebida, você sempre sabe onde está, como é, de que cor é e, principalmente, que gosto tem! Cquote2.png
Alguém ainda procurando uma bebida desaparecida sobre Citação acima

Cquote1.png Tá bom, eu confesso. Eu bebi, porra! Cquote2.png
Pessoa que bebeu a bebida desaparecida sobre Citação acima

Cquote1.png Você bebeu porra? Cquote2.png
Engraçadinho sobre Comentário anterior


O aloolismo é um conjunto de práticas gays alcoólicas que caracteriza o indivíduo dito alcoólatra. Traduzindo: alcoolismo é coisa de cachaceiro.


Introdução[editar]

Assim como o gayszismo prega que deve-se amar a piroca sobre, acima e além de todas as coisas, o alcoolismo também tem sua regra máxima que é bem parecida em teor, conteúdo e função. O aloolismo prega que amarás a bebida acima de todas as coisas. Alguns especialistas dizem que esse é um comportamento patológico e que deve ser tratado, mesmo considerando que os gays agem do mesmo modo com relação ao Jean Wyllys e ninguém (exceto os que têm bom senso) os aconselha a parar.

O alcoolismo é uma prática que envolve não apenas o ato de beber coisas alcoólicas em si, mas também o de beber coisas alcoólicas em bares, em calçadas, em parques e outros recantos desse nosso Brasil varonil e em outros lugares do planeta também, assim como fora dele para o caso dos alcoolistas mais avançados.

É considerado alcoólatra o indivíduo que bebe mais do que come (nos dois sentidos), que não pode deixar de ir comprar uma bebida em cada ocasião em que põe os pés fora de casa e, sobretudo, que diz aos outros que o ato de beber na quantidade absurda em que bebe é algo normal, comum e que não tem nada de mais.


Como identificar um alcoólatra?[editar]

Cquote1.png Lineuzinho, que bafo de gambá é esse? Andou bebendo de novo seu FDP? Cquote2.png
Dona Nenê sobre Alcoolismo de Lineu

Cquote1.png Pra fazer uma cagada dessas, só mesmo estando de porre! Cquote2.png
Meu chefe sobre Motivo da minha demissão

Existem técnicas usadas para identificar as pessoas adeptas do alcoolismo, que consiste em observar se ela atende um ou mais requisitos dentre os listados no inconsciente coletivo como o que te torna um alcoólatra:

  • Ter bafo de bebida ao acordar em mais de 3 dias da semana.
  • Ter bafo de bebida ao voltar de uma ida à mercearia para comprar cigarro.
  • Ter bafo de bebida ao chegar ao trabalho.
  • Ter bafo de bebida ao chegar em casa do trabalho duas ou mais horas após o horário habitual.
  • Estabelecer metas quanto aos dias em que bebe (tipo: eu só bebo no fim-de-semana).
  • Gastar mais de 51% de sua renda em álcool e derivados (carro a álcool não conta nesses gastos).
  • Falar a palavra "bar" mais de 10050 vezes durante um dia.
  • Não admitir que é alcoólatra ou chamar seu alcoolismo por outro nome (como, por exemplo, o clássico "eu só tomo uma cervejinha").
  • Assistir programas de televisão aleatórios sobre assuntos dos quais não entende ou não se interessa, apenas para ter uma desculpa para abrir outra cerveja enquanto assiste.
  • Tentar aparentar que fica mais inteligente após beber, falando sobre assuntos menos mundanos e mais técnicos, geralmente desvinculados de sua área de atuação profissional, mas diretamente ligados ao contexto sócioeconômico, cultural e/ou político da cidade, do país ou até do mundo.
  • Estar sempre bebendo água quando não está bebendo álcool (para diminuir a ansiedade ou para fornecer água para o fígado realizar a hidrólise).
  • Negar que copos d'água aleatórios encontrados pela casa abandonados sejam, de fato, seus.

Se você manifesta um, dois, três ou todos estes sintomas, abra uma Skol para comemorar, pois, definitivamente, você é um adepto do alcoolismo.

Como foi descoberto o alcoolismo?[editar]

Cquote1.png Lois, eu já volto. Cquote2.png
Clarck Kent sobre escutar o botequim abrindo

Cquote1.png Vou segui-lo dessa vez. Cquote2.png
Lois Lane para Lana sobre suspeitar que o Superman anda bebendo

Durante anos, o comportamento de gambá foi observado meticulosamente por cientistas e garçons em todo o planeta. As anomalias de comportamento registradas foram analisadas, cruzadas, reanalisadas e logo compuseram o quadro do que veio a ser chamado de alcoolismo, que por definição cientológica, cunhada pelo doutor Velho Barreiro, catedrático em alcoologia da Universidade Federal de Pirassununga:

Cquote1.png Alcoolismo é a compulsão que um indivíduo possui de evitar a sobriedade a todo custo. Cquote2.png
Velho Barreiro sobre Alcoolismo

A partir desse preâmbulo científico, o alcoolismo começou a ser estudado com atenção e, após árduos e extensos workshops e seminários reunindo os maios proeminentes expoentes etílicos do planeta - dentre os quais Jeremias, João Canabrava, o ex-presidente Lula, Seu Madruga e o dr. [[{Velho Barreiro]] - uma lista de possíveis curas para o alcoolismo foi divulgada e causou muita polêmica por sugerir que os adeptos da crença devessem, de alguma forma, abandonar o culto ao deus álcool só porque algum babaca falou que era errado, imoral, ilegal e potencialmente maléfico à saúde.

Alcoolismo tem cura![editar]

Aos que cansaram de ficar com os pés inchados por causa da marvada, e que já não aguentam mais a decadência profissional e o desrespeito por parte de familiares e amigos por causa dessa prática tão controversa, a lista das práticas que possibilitam a cura do alcoolismo veio lançar um raio de esperança em sua vida! Aleluia, pinguçada, alcoolismo tem cura!

Curas prováveis para o alcoolismo:


Os grupos de apoio[editar]

Ainda que hajam métodos cientificamente reconhecidos de cura e recuperação dos cultistas do alcoolismo, algumas pessoas ainda preferem o clássico método de compartilhar experiências (que reconhecidamente não funciona, já que praticantes do alcoolismo ficam trocando experiências nos bares da vida e isso só os faz ficarem piores) em lugares insalubres onde não tem cerveja nem tira-gosto, onde não há garçom e nem passam jogos do Campeonato Brasileiro no Pay Per View. Esses lugares são chamados de AAA (não tem nada a ver com a pilha alcalina homônima), que significa literalmente Associação dos Aficcionados por Álcool ou, para os leigos, simplesmente Associação dos Alcoólatras Anônimos que, apesar da sugerida anonimidade, não tem restrição alguma quanto à admissão de alcoólatras conhecidos e até mesmo notórios na sociedade, já que segue rigorosamente os preceitos democráticos surgidos quando seus fundadores ainda frequentavam botecos (que são, sabidamente, o berço da democracia moderna).

Nesses grupos de apoio, o sujeito praticante do alcoolismo tem a oportunidade de contar a todo mundo como sua vida era quando ele não resistia à vontade de beber, mas por alguma razão eles sempre omitem as partes sobre como é bom encher a cara no bar da esquina e voltar trocando as pernas para casa. Ao que parece, em uma reunião do AAA, há um certo prazer mórbido em tentar encontrar defeitos no culto ao álcool, tentativas profanatórias que sempre acabam resultando em um ou outro sujeito que retorna ao antigo hábito por não aguentar a filosofia do só mais um dia sem beber por nem mais um dia sequer.


Alcoólatras famosos:[editar]

Um dos maiores expoentes do alcoolismo do mundo moderno

Saideira, uma peculiaridade etimológica e uma contribuição sóciocultural do alcoolismo para o mundo[editar]

Cquote1.png Garçom! Cquote2.png
Eu sobre Alcoolismo

A saideira é como o praticante do alcoolismo chama a próxima bebida que pedirá ao garçom, sugerindo ser a última que consumirá no estabelecimento.

Como quando uma pessoa chega ao ponto de pedir a saideira ela já está pra lá de Bagdá, enchendo o saco pra caramba e tudo mais, a idéia de que logo se verá livre do tal pinguço faz com que o garçom corra e providencie logo a tal saideira pra ver se o alcoólatra a bebe e dá o fora (de preferência após pagar a conta e antes de vomitar no pé de algum outro cliente do estabelecimento).

O alcoólatra sabe que a menção da saideira agiliza o processo de entrega da bebida (porque o garçom quer vê-lo longe dali o mais breve possível), então a pede não uma, mas várias vezes na mesma noite e para o mesmo garçom que, cada vez mais irritado e mais ansioso por vê-lo longe, cada vez mais rapidamente providencia o drinque, para alegria de quem o pediu.

Dizem os teóricos que a verdadeira saideira é aquela que o cara não chega sequer a terminar porque já caiu no chão. O resto, dizem eles, é só mais uma.

Como esconder o alcoolismo?[editar]

O alcoólatra, em muitas ocasiões, precisa por um motivo ou outro esconder das demais pessoas que o é. Para isso, foram inventados diversos métodos, dos engenhosos aos bizarros, para assegurar o ocultamento do bafo da marvada pinga. Eis alguns dos mais comuns:

Pasta de dente[editar]

Pode parecer pouco ortodoxo, mas funciona - e MUITO BEM, sendo indicado para situações as mais variadas, consegue disfarçar a birita e, de quebra, dar aquela impressão de que você é um cara limpinho e cheiroso. Basta escovar os dentes com muuuuuitapasta dental. Depois, em vez de cuspi-la na pia, engula. É, simples assim. ENGULA sem frescura. Pronto. Aquela espuma mentolada e rica em flúor vai descer pelo seu esôfago, estômago e adjacências, limpando tudo e deixando um cheirinho que nem mesmo o banheiro da casa do Pedrinho poderá rivalizar.

Clorets[editar]

O cheiro daquelas pastilhas esquisitas tem um poder impressionante de disfarçar o cheiro da manguaça, mas dá ao alcoólatra um bafo ainda mais perceptível e chamativo - o de pinho-solmenta e eucalípeto heucalípito Eu, Calypto El Calipto AH, FODA-SE!aquela árvore comprida que eles usam pra fazer papel e que polui lençóis freáticos com uma resina tóxica - Eucalipto! Isso, foi mal, gente, eu tinha esquecido como escreve o nome da árvore. É o álcoolAlzheimer.

O truque da gasolina[editar]

Muito usado por mecânicos praticantes do alcoolismo, consiste em pegar um pouco de gasolina do carro, esfregar nas mãos e e na camisa para entranhar bem o cheiro e disfarçar, assim, o com aquele cheirinho de Postos Petrobrás.

Mais vale ser um bêbado conhecido do que um alcoólatra anônimo

Cara-de-pau[editar]

Consiste em não tentar disfarçar. Deixar acontecer e negar até o fim, mesmo que o bafo esteja parecendo com o da Anaconda depois de comer um índio com canoa e tudo. Com interlocutores burros ou desatentos dá certo, mas não 100% das vezes.

Por quê o bafo?[editar]

Muitos se perguntam por que o cheiro de bebida é tão forte no cultista do álcool em ocasião do consumo da birita. Esse hálito ácido que, em concentrações e pressões maiores poderiam corroer o casco de um navio é resultado da decomposição dos tira-gostos pelas tripas e da sublimação do álcool ao entrar em contato com as células do fígado e as fazer explodir como pequenas bombinhas de São João. O cheiro de pinga, na verdade, é o sinal claro de que o fígado do sujeito perdeu mais algumas centenas de células, que morreram bravamente para proteger seu corpo por mais um dia de ser intoxicado com álcool. Mas e dai? Com os métodos acima dá pra disfarçar e como a [[{Desciclopédia]] não tem cheiro (sorte a minha), então eu tô tranquilo. E o fígado que se foda!


Contribuições do alcoolismo para a história da Humanidade[editar]

Cquote1.png Um pequeno <hic!> passo para um homem <hic!> mas um salto <hic!> gigantesco <hic!> para a humanidade. Cquote2.png
Neil Armstrong sobre Alcoolismo

Cquote1.png Derramar cachaça em automóvel é a coisa mais sem graça de que eu já ouvi falar. Cquote2.png
Raul Seixas sobre carro a álcool e seu impacto no orçamento de partidários do alcoolismo

Muitos grandes acontecimentos históricos não teriam sido os mesmos se não houvesse um certo teor alcoólico nos eventos que os originaram. Alguns dos mais notórios fatos vinculados diretamente ao alcoolismo na história são:

Lei da Gravidade[editar]

Hoje não teríamos a teoria universal da gravitação se Isaac "José" Newton não houvesse em certa ocasião se escorado numa árvore para vomitar. Se ele não estivesse ali naquele momento, não haveria caído a tal maçã em sua cabeça e ele não teria tudo a idéia que revolucionou a ciência moderna.

O inventor do carro a álcool, um homem à frente de seu tempo

Abolição da Escravatura[editar]

Numa época em que a escravidão era o pilar mais grosso (ui!) da economia do Brasil império, a Princesa Isabel, depois de um porre de bourbon, trazido pelo Conde D'Eu de sua adega particular. O efeito da bebida fez com que parecesse, na época, uma ótima idéia liberar geral e a Lei Áurea foi concebida. Infelizmente, apesar de deixar os manos felizes, o fim da escravidão quebrou muita gente, principalmente os latifundiários, que dependiam da mão-de-obra afrodescendente para assegurar o baixo preço de seus produtos e assim poder concorrer com o mercado internacional, que já estava na onda do capitalismo selvagem.

Plano Real[editar]

Se Fernando Henrique Cardoso não aguentava mais ter que pagar 1 milhão de cruzeiros reais por um martelinho de cachaça, imagine os cachaceiros do povão, que muitas vezes precisavam levar carrinhos de mão cheios de cédulas e moedas para poder tomar seus tragos no boteco. Para simplificar as coisas, ele teve a brilhante idéia de cortar uns zeros e simplificar a tarefa dos pinguços, reduzindo assim a quantidade de dinheiro necessária para encher a cara de quilos e quilos de notas para uma ou duas moedinhas. Foi aclamado como o pai do alcoolismo brasileiro neoliberal moderno, ainda que só os biriteiros reconheçam-no como tal.

GPS[editar]

Apesar do fato de que todo cachaceiro volta sempre para casa, um alcoólatra engenheiro resolveu facilitar ainda mais a tarefa de ir e voltar de botequins inventando uma maquininha que, além de mostrar onde o bêbado está, mostra também onde estão os bares e qual o caminho mais curto para chegar até eles. Difícil mesmo é operar o dito GPS depois de umas dez ou doze geladinhas...

Bafômetro[editar]

Apesar de ter sido subvertido pelos porcospelos policiais, o bafômetro foi inventado por um cara cujo nome se perdeu, mas cuja intenção era propiciar aos alcoólatras um meio rápido e preciso de saber quanto álcool já havia sido ingerido e, consequentemente, quanto mais álcool deveria ser consumido. É pena que essa invenção tão bacana tenha sido convertida num instrumento de censura para estragar a noite de bêbados que porventura resolvessem dar uma volta de carro após consumir umas cangebrinas.

Carro a álcool[editar]

Inventado por um fabricante de cachaça que cometeu a asneira de abrir uma fábrica numa cidade com poucos alcoólatras, o carro a álcool é, nada mais e nada menos, do que uma versão do carro a gasolina com problemas sérios de alcoolismo. O invento foi tão bem projetado que carros desse tipo manifestam todos os sintomas do vício - o mais notório é o clássico esquentar os motores, pois assim como o alcoólatra não começa seu dia antes de tomar uma geladinha, o carro a álcool só anda depois de tomar umas doses. E o inventor dessa coisa ficou tão rico com essa invenção que, em menos de 1 ano contraiu uma cirrose brava e morreu de diluição hepática, com um sorriso vitorioso no rosto e uma garrafa de Caninha 51 na mão.

Para refletir[editar]

Use um espelho ou outra superfície lisa.
Olhe e reflita na sua atitude

Para pensar um pouco[editar]

Se seu cérebro ainda não está diluído totalmente em álcool, você pode utilizá-lo para pensar no que quiser. Caso contrário, peça para alguém mais habilitado para que pense por você.


Coisas que um praticante de alcoolismo não pode/não deve fazer[editar]

  • Dirigir automóveis, caminhões, trens e tanques de guerra;
  • Pilotar lanchas, navios e outras coisas que bóiam na água (exemplo famoso: Titanic);
    Exemplo do que a manguaça pode ocasionar
  • Pilotar avião (ver Churrascão 3054 da TAM para detalhes do que pode acontecer)
  • Dirigir foguete, ônibus espacial ou outro veículo interplanetário (discos voadores não contam nessa recomendação, podendo ser conduzidos normalmente mesmo em avançado estado de embriaguez);
  • Operar computadores;
  • Operar pacientes (sendo médico ou não);
  • Dirigir-se a um policial civil ou militar em serviço (sob pena de ir curar a ressaca na delegacia);

Entre outras tarefas complexas que exijam total domínio motor e intelectual. Alguns alcoólatras, porém, estão fora deste padrão, conseguindo realizar uma, duas ou até mesmo todas as tarefas acima com perfeição, em alguns casos até melhor que qualquer pessoa sóbria. Estes porém, são casos raríssimos e pouca gente acredita que sejam verdadeiros.

E para finalizar...[editar]

É importante remontarmos às palavras do Poeta, que resume o que é o alcoolismo com singeleza e precisão, sem abrir mão do lirismo poético no processo:

Cquote1.png Cerveja bem

E achampanhe o meu raciocínio

A vida é Drury's

E dá muitas vodcas

Mas nem tudo é rum

E sempre pinga

Álcool de bom Cquote2.png
Poeta sobre Alcoolismo

Vale lembrar que o Poeta em questão estava em processo de reabilitação alcoólica, mas ninguém sabe ao certo se ele conseguiu ou não abandonar o vício (em poemas, não em álcool).