Aldeído

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Imagem do netanal (vulgo formol). Observe a calcinha de cor preta da molécula.

Cquote1.png Alde o que? Cquote2.png
Chapolin Colorado.
Cquote1.png ído. Cquote2.png
Dona Florinda.
Cquote1.png Nossa! Cquote2.png
Chapolin, em resposta.
Cquote1.png Aidéticos? Cquote2.png
Analfabeto sobre aldeídos.

Os Aldeídos, ao contrário do que o nome sugere, não vivem em aldeias. Tratam-se de uma famigerada classe de compostos orgânicos correspondentes à função orgânica aldeído (É mesmo?), de caráter altamente conservante e narcótico, vastamente utilizado na conservação de presuntos cadáveres, como odorizantes e afins.

História e propriedades[editar]

Assim como todo o resto da Química (ou não), os aldeídos começaram a ser estudados durante as investidas sem sucesso de alquimistas na busca pelo tão sonhado ouro e a pedra filosofal, o primeiro para encher os bolsos de dinheiro e, o segundo, para propósitos de cremes anti-envelhecimento e anti-rugas. Após muito tempo de tentativas infrutíferas, decidiu-se bancar as pesquisas científicas e a alquimia foi pro colo do capeta. Com isso, começou-se a descobrir inúmeras substâncias inúteis e propriedades e toda a conversa pra boi dormir que conhecemos.

Desta forma, os aldeídos começaram a ser estudados a fundo, descobrindo muitas propriedades interessantes, como o fato do metanal conservar ataduras presuntos, o etanal (vulgo acetaldeído), causar a famigerada ressaca após os consumos exagerados de etanol e destilados, o propanal servir como coadjuvante em cosméticos, o bucetal butanal como odorizante e para fazer piadinhas esdrúxulas, entre outras infindáveis (ou não) aplicações desses compostos, todos esses com um objetivo-mor: encher os bolsos dos donos das indústrias químicas com muitas verdinhas.

Reações[editar]

Etileno, alceno que, após ser duramente oxidado via ozonólise, dará duas moléculas de metanal.

Aldeídos podem ser formados pela oxidação dura e violenta de álcoois em meio ácido (preferencialmente usando ácido sulfúrico ou seiva de sogra), produzindo gastrite e queimaduras. Além disso, aldeídos podem ser produzidos pela ozonólise enérgica do alceno correspondente (estamos nos referindo ao grupo de hidrocarbonetos, e não a alguém que tenha sido registrado como alceno). Também é muito comum aparecer como um tautômero sem costumes de um enol, que nada mais é uma hidroxila grudada a um carbono que esteja tomando uma dupla penetração de um carbono adjacente. Algumas decomposições térmicas, queimas e explosões também produzem aldeídos (de forma bem rápida).

O grupo formila (ou formil, para os nerds) é o grupo que caracteriza esta função orgânica. Esse grupo sempre estará em uma das pontas ou em uma ramificação de uma cadeia, devido a certas preferências estranhas do carbono da formila. Se houver dois radicais metendo no carbono, teremos uma carbonila, que ecziste nas cetonas, o que não nos interessa nem um pouco, já que falávamos de aldeídos (ou não).

Devido ao caráter dado do grupo, aldeídos podem ser novamente oxidados duramente a ácido carboxílico correspondente e este ácido pode ser oxidado a dióxido de carbono e água. Obviamente, o aldeído pode ser reduzido ao álcool correspondente, o que se resume numa suruba interatômica, onde todos são oxidados por todos.

Nomenclatura[editar]

O composto acima representado é o 6-fenil-5-isopropil-4-hidróxi-hexanal. Como se nota, a nomenclatura química é extremamente simples e fácil.

Como todas as classes de compostos orgânicos, com os aldeídos não seria diferente que teriam uma nomenclatura para dar o nome de algum composto desse grupo. Essas regras foram criadas pela IUPAC para justificar os gordos salários que seus membros recebem para ficar discutindo porra nenhuma. De acordo com as regras da International Union of Pikaretologic AlChemy (IUPAC):

Qualquer molécula orgânica que tenha a função aldeído terá indicado com o radical equivalente ao número de carbonos da cadeia principal, seguido pelo estado de saturação ou não da molécula, terminando com o sufixo al. Ramificações são colocadas antes do radical, seguidas de suas posições sexuais em relação à cadeia principal. Como exemplo:

  • aldeído de cadeia saturada com quatro carbonos: bucet but (radical que indica carbonos de quatro quatro carbonos) + an (indica molécula cheia saturada + al (por que é um aldeído): bucetal butanal;
  • aldeído saturado com dez carbonos na cadeia principal e dois radiciais metil nas posições seis e nove: 6,9-dimetil-dodecanal (que putaria);
  • aldeído com um carbono: metanal (não confundir com sexo anal);
  • aldeído com seis carbonos e uma insaturação na posição de quatro: hex-4-en-1-al (como o 1 não precisa aparecer, pode ficar como hex-4-enal, ou não, se o seu professor for muito chato);

Em casos onde existem mais de uma função orgânica brigando participando em uma molécula, os aldeídos sempre serão beneficiados em detrimento dos haletos, álccois, as mina aminas, cetonas e insaturações. No entanto. quando houver algum ácido carboxílico, ele ficará como função principal e o aldeído vira moleque. Nestes casos, indica-se o aldeído como uma ramificação, usando o prefixo formil antrecedido pela posição que ocupa na cadeia, ou não. Como exemplo:

Aplicações[editar]

Uma das aplicações de aldeídos (metanal): conservação de peças mumificadas.

Como tudo na Química Orgânica, os aldeídos são largaamente utilizados para rodar levas inteiras de vagabundos alunos do Ensino Médio, além de obrigá-los a decorar regras de nomenclatura que apenas servivram para criar uma senha segura do orkut, facebook e da conta do redtube, evitando o temido sequestro de perfis de orkut. Estes compostos também são muito pouco utilizados nos cursos superiores como Engenharia Química, Química, Farmácia, Refinamento de Cocaína etc, para justificar o salário dos professores de química orgânica.

Na indústria são muito utilizados em cremes e cosméticos devido às propriedades conservantes e de recauchutamento, muito apreciadas pelas mulheres. Aldeídos de longas cadeias são usados na produção de ésteres e como componentes de sabores sintéticos. O acetaldeído (etanal), principal responsável pela ressaca, confere o gosto de cabo de guarda chuva na boca após as farras alcoólicas. O metanal, além de servir como fonte de piadinhas químicas esdrúxulas e cantadas de químicos e nerds, é vastamente utilizado como conservante de corpos, cadáveres, presuntos e múmias, posto que possui as mais potentes propriedades conservantes. Também é muito utilizado na produção de fórmica.

Ver também[editar]