Alenquer

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Alenquer
"Capital do Mundo (?????)"
Bandeira de Alenquer.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico ximango ou fracassado
Lema
Prefeito(a) Ninguém sabe. Todo mês é um diferente
Localização
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Tapajós do Norte
Microrregião Favelas de Santarém
Região metropolitana Região Metropolitana de Santarém
Municípios limítrofes Santarém, Monte Alegre, Óbidos, Curuá, Almeirim
Distância até a capital Incalculável quilômetros
Características geográficas
Área Não disponível
População 54.000 hab. IBGE/2015
Idioma primitivo
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Quente pra porra
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$ - \infty IBGE/2010

Cquote1.png Você quis dizer: Fim de mundo? Cquote2.png
Google sobre Alenquer
Cquote1.png Experimente também: Buraco Cquote2.png
Sugestão do Google para Alenquer
Cquote1.png De onde você é? Cquote2.png
Alguém sobre outra pessoa
Cquote1.png Alenquer Capital do Mundo! Cquote2.png
Outra pessoa respondendo a primeira
Cquote1.png Deus me dibre é galeroso! Cquote2.png
Alguém respondendo ao outro

Alguém quer Alenquer é um municipiozinho existente no vasto Pará, mais precisamente na Região Separatista do Tapajós, onde não há estradas que liguem tal fim de mundo à capital do Estado Belém, que está a anos-luz daquelas bandas, que prefere crer que Santarém é sua capital. Totalmente esquecida pelo mundo (ou pelo menos pela pelo Estado do Pará inteiro, o que já conta um pouco), Alenquer nunca foi uma cidade que "alguém quisesse", o que abriu margem para a criação de piadinhas sem graças com o nome da cidade que poucos sabem como foi que surgiu, ou buscam saber, mesmo que seja para estudos de vestibular.

Mas como a Desciclopédia é um site que pode não ser o Banco Bradesco, mas é completo, lógico que temos a explicação para isso, para aquilo e para tudo mais. Não, não vamos dizer que tudo isso é 42 (ou não). Além disso, também falaremos sobre as diversões que podem conter nessa pacata cidade, mas não pense que são coisas para lá de divertidas, pois tudo você pode conseguir em cidades mais próximas da capital e sem correr risco de ser engolida por uma onça.

História[editar]

Vista da cidade de Alenquer antes de ser completamente tomada pelas águas.

Alenquer, assim como quase todas as cidades do Estado do Pará, nasceu de uma aldeia de índios, que cresceu e teve o seu auge com o aparecimento dos Jesuítas, que parece que não tinham nada pra fazer e resolveram ir nesse fim de mundo pela viação tapajós catequizando a todos sem nem perguntar se eles queriam ser catequizados. Com o tempo, a cidade foi "crescendo" cada vez mais, já que os Jesuítas eram nerds e ajudaram os índios a criar novos meios de subsistência, ao invés de ficar vagando de uma terra para outra como um bando de nômades.

Assim que o irmão do Marquês de Pombal, Francisco Xavier de Mendonça Furtado (mais conhecido como Chico Xavier), resolveu por os pés no Grão-Pará, o mesmo ownou todos os Jesuítas, expulsando-os a mando de seu irmão e transformando a aldeia em uma simples vila, já que a mesma conseguia se sustentar sozinha, sem nem precisar do apoio da capital, que nem se quisesse poderia ajudar, já que pra chegar nesses fim de mundo era um sacrifício naquele tempo (pior agora, mesmo com a modernidade). O nome é de origem portuguesa e em nada tem a ver com o antigo nome da aldeia que era Surubiú. Pelo menos o nome ficou mais bonitinho.

Clima[editar]

Localizada na região do Baixo Amazonas, que provavelmente não fica acima dele (O RLY?), o clima do lugar é taxado de superúmido, sendo que isso é realmente mentira verdade, já que a cidade fica praticamente embaixo d'água o ano inteiro.

Economia[editar]

Basicamente se você não trabalhar pra prefeitura ou tiver uma barraca no tempo dos arraiais você pode ter uma lojinha e chamar de comercio e se achar o tal pelo grande feito.

Nesses últimos tempos o comércio tem enfraquecido na cidade, por conta do não pagamento dos funcionários da prefeitura que consequentemente compram nos comércios. A cidade também ganha dinheiro com a venda de peixe proibido no período do defeso, corrupção, venda de tracajá, seresta no talismã e a nova moda que tá agitando a cidade: maçonha.

População[editar]

A população de lá está por volta de mais de 54.000 índios habitantes, distribuídos em um vasto território, Aningal e Luanda, mas concentrado exclusivamente na sede do município. Para se chegar ao lugar somente indo de um barco que sai de Santarém para lá em horários exatos, depois dele, ninguém mais se aventura por ali, com medo de se perder e coisas do tipo. Basicamente se você tiver pelo menos uma moto na cidade, você já é considerado alto padrão e pode pegar quem quiser, já que o pessoal de lá é preguiçoso e gosta de ostentar o que não é seu.

Religião[editar]

Entre os santos homenageados por ali, podemos encontrar Santo Antônio (putz! mais uma cidade homenageando o cara?), o famosão Santo Casamenteiro e, pelo visto, único santo mais adorado em todo estado do Pará, haja visto que já perdi as contas de quantos municípios o homenageiam. A cidade, no dia do santo, fica em festa por quase uma semana, já que as festas religiosas também são o ganha-pão da cidade, mas não que ela receba muitas visitas do "povo da cidade" nessa temporada, mas sim pelo fato de muitos ribeirinhos virem gastar o pouco dinheiro que ganham nas barraquinhas de iguarias dali, cujos preços são tão salgados quanto um prato de vatapá. Nesse tal de arraial a única coisa que você faz além de ir no parquinho e achar que tá arrasando é dar 500 voltas todos os dias na única praça cuidada dessa aldeia.

Culinária[editar]

A comida da moda lá é acari, um peixe feio da porra, tem até festival desse peixe com acari gourmet.

Turismo[editar]

Formações rochosas de Alequer que a qualquer momento podem cair na cabeça de um turista desavisado.

A cidade sobrevive do seu ecoturismo, que consiste em viagens de barcos pelas margens da cidade, visita à áreas de proteção ambiental e outras coisas que não existem em cidade grande. Além disso, você pode conhecer onças por aquelas bandas e até mesmo ser devorado por uma, algo que realmente seria inesquecível para qualquer turista aventureiro do tipo Bear Grylls. Fora isso, a cidade não tem mais nada de importante, o que a torna ainda mais esquecida por todo o Estado do Pará, fora em épocas de Eleições.

Além das suas muitas cachoeiras, a cidade ainda conta com aquelas famosas pedras enormes e formações rochosas, que foram moldadas com a força dos ventos e intempéries do clima, deixando um ambiente bem pré-histórico para os visitantes que se aventuram por ali, já que eles nem imaginam quando uma daquelas pedras podem cair e os esmagar a qualquer momento. Para os mais religiosos, o que não falta na cidade são festas em louvor a santos.

Os principais pontos turísticos são:

  • Cruzeiro - Um lugar que não tem nada além de galeroso e uma vista ampla da cidade. Não vá a noite, a não ser que você queira ser esfaqueado ou usar algum tipo de droga.
  • Orla (lê-se praça da frente) - Não tem 20 metros de extensão, só dá criança em carrinhos motorizados e gente querendo se pegar no porto abandonado.
  • Rodoviária - O melhor lugar para se comer uma coxinha e conhecer os maravilhosos hospitais locais.
  • Porto - Um lugar que funcionou por duas semanas, mas não aguentou o peso das pessoas que viajam e voltam de Manaus, e aí quebrou. Só presta pra você usar droga ou se quiser dale com alguém pois não possui iluminação.
  • Praia - Ninguém sabe o nome ou se tem nome, mas é um local maravilhoso com mais mato que areia, que chamam de praia e não tem absolutamente nada pra fazer. Maravilhoso pra passar o fim de semana com a família.
  • Aeroporto Internacional - Uma casa e uma pista clandestina que alguém teve a pachorra de denominar de "aeroporto". O que mais pousa ultimamente é urubu
  • Amazon Parque Hotel - Maior hotel da cidade e próximo um restaurante que costuma ter música ao vivo (para torturar os clientes).

Tubarão - um lugar sensacional. Três facadas pelo preço de uma.

  • Praça de Santo Antônio - A única praça da cidade, e pelo que parece quem mora perto se sente o tal por ela por perto.
  • Praça da prefeitura - Lugar belo pra pegar tétano no parque quebrado há mais de 20 gerações de prefeitos e bolada dos galerosos gala-seca que acham que arrasam no campo localizado lá mesmo.