Alexandre Barros

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Sonic Maneiro.jpg Este artigo é sobre alguém que se dedica e corre pra caralho!

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Cquote1.png Você quis dizer: Rubens Barrichello Cquote2.png
Google sobre Alexandre Barros

Cquote1.png Você quis dizer: Perdedor Cquote2.png
Google sobre Alexandre Barros
Cquote1.png Quem? Cquote2.png
Valentino Rossi sobre Alexandre Barros
Cquote1.png Esse é o piloto mais veloz que eu já vi Cquote2.png
Stevie Wonder sobre Alexandre Barros
Cquote1.png É problema de junta... Junta tudo e joga fora. Cquote2.png
Zé Mecânico sobre Alexandre Barros
Cquote1.png É triste... Cquote2.png
Alexandre Barros sobre seus fracassos
Cquote1.png Eu te entendo... Cquote2.png
Rubens Barrichello sobre seu amigo Alex Barros

Alexandre Barros, o piloto, não o ator, é um piloto Brasileiro, nascido em Passo Fundo, Minas Gerais, em um dia qualquer de 1970, é o único representante Brasileiro no Mundial de MotoGP. Dizem as más línguas que ele é irmão e de Rubinho Barrichello.

Carreira[editar]

Ei Barros! Vá toma Noku!!!!

Sua carreira começou em 1979 vendendo cocadas, e consertando bicicletas para sustentar a família de 5 (ou 6, ou não) irmãos, (Alex Barros, Almir Barros, Rubinho Barrichello Barros, Negão Barros e Azevedo Barros).

O primeiro contato de Alexandre Barros com a velocidade foi aos 12 anos, quando teve a oportunidade de consertar um Walk Machine de um vizinho, depois disso seu apelido na rua passo a ser "Cu de graxa", logo após ele receber esse apelido como por milagre, afinal sua família era pobre, seu pai consegue comprar uma Honda POP, a partir desse dia é que o jovem Alexandre Barros começa a descobrir sua verdadeira vocação: Mecânico de Motos.

Mais tarde, cansado do cheiro da graxa, e por causa do seu vício em solventes ele decide ser piloto, decisão essa que se mostrou errada logo em seguida.

Vitórias[editar]

Uma vez na Holanda, depois do Valentino Rossi ter fumado massivas quantidades de maconha, e ingerido LSD como quem bebe Coca-Cola, ele quase foi primeiro colocado.

Todo dia primeiro de abril ele ganha um mundial de MotoGP. No seu Polystation.

Tirando as quase vitórias acima citadas, ele por três vezes foi segundo colocado. Em duas dessas três vezes, ele literalmente se cagou de emoção no pódio.