Alma Gêmea

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Sugestão do Google para Alma Gêmea

Cquote1.png Nem me chamaram para fazer uma ponta... Cquote2.png
Junruna constragido por não ter participado da novela

Cquote1.png Novela ruim! Não vale o lixão! Cquote2.png
Lombriga Vestida sobre Alma Gêmea

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Dona Morte sobre Alma Gêmea

Cquote1.png Gente, se ela morreu, porque ela voltou? Cquote2.png
Minha avó sobre entender a Novela

Cquote1.png É a voz. Ela me diz tudo que tenho que saber. Cquote2.png
Alexandra sobre Lombardi

Cquote1.png MIIIIIIIIIIIIIIIIIRRRRNAAAAAAAAAAAAAAAAA! Cquote2.png
Crispim chamando Mirna

Cquote1.png Não aguento mais ser tão humilhada, mamãe! Cquote2.png
80% das falas da Cristina

Cquote1.png Se livre da Selvagem Cquote2.png
80% das falas de Morta

Cquote1.png Mas é claro que é a da Divina que é a mulher repolho, pois além de eu comer ela, ela ainda me faz peidar! Cquote2.png
Osvaldo respondendo a pergunta que Mulher Melancia fez a ele sobre qual a mulher fruta que ele mais gostava

Cquote1.png Eu vim da mata, vim sim Cquote2.png
Serena sobre pesquisa do IBGE

Cquote1.png É disso que eu tô falando! Cquote2.png
Ivan sobre propaganda de cerveja pensando em Cristina

Cquote1.png Eu não sabia que a Cristina terminava com o Vitório Cquote2.png
Carla Perez sobre a novela

Cquote1.png Eu odeio essa merda de Sinhá Moça! Alma Gêmea rulezZ! Cquote2.png
Guria retardada sobre a novela no Orkut

Cquote1.png Velha carcomida Cquote2.png
Chaves sobre Morta

Cquote1.png Quê quê, como? Cquote2.png
Dona Neves sobre saber que Ofélia a imita

Cquote1.png É que eu quero evitar a fadiga Cquote2.png
Jaiminho sobre desculpa pra não assistir esse lixo

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Serena sobre ir para São Paulo

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Serena sobre Rafael

Cquote1.png Meu coração dói Cquote2.png
Serena sobre coração

Cquote1.png Uma vez, eu te prometi a minha Alma, e você veio busca-lá Cquote2.png
Cristina sobre Filho do Capeta

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Pica-Pau sobre visita ao Projac ao esbarrar com Serena

Cquote1.png A voz! A voz... ela me diz... é o fim, o fim de tudo, eu vejo... o mundo... o mundo... Cquote2.png
Alexandra sobre 2012

Alma Gêmea[editar]

Alma Gêmea é uma bosta de novela exibida no ano de 2005/2006 e também já foi exibida no Vale a Pena vomitar Ver de Novo mais uma vez que passa na Rede Bobo Globo, entre 2009/2010, e mais uma merda idolatrada na TV brasileira.

Sinopse[editar]

Espiritismo, gente morta, macumba, pedofilia, crimes impunes e outros pontos estratégicos de marketing e audiência são o que giram em torno dessa trama, escrita por Walcyr Carrasco e dirigida por Jorge Fernando. Essa porcaria se passa em alguma década passada mas nem tão antiga assim, numa cidade fictícia chamada Roseiral, onde não há margaridas, calêndulas, dálias, cravinas; somente rosas. O protagonista da história é o magnata da cidade, Rafael, um homem chato bom e entediado sozinho que ao invés de escolher ficar com o dinheiro como a irmã fez, preferiu cuidar das rosas e de uma mansão numa espécie de continuação de O Cravo e a Rosa, mas sem o cravo e a Catarina mas com o Petruchio, e a cambada da roça de sempre, sem citar no mesmo elenco de sempre, de todas as novelas do autor que vem nos castigando desde Xica da Silva. A vida solitária de Rafael acaba quando Luna resolve casar com ele após este salvá-la de um incêndio (a porra do véu só pegou uma faisquinha...). Porém Luna não sabe que Cristina, sua prima loira, malvada, diabólica e gostosa... sempre quis ter o dinheiro e o bendito amor de Rafael.

Cristina, a prima gostosa e malvada de Luna, mandou Guto roubar as joias e o "gênio" resolver agir à mão armada na festa de Rafael (anos depois ele tenta roubar as joias de forma mais sorrateira). Ele arranca as joias (na realidade só um colar) e tenta matar o rival, mas Luna se mete de besta e vai para viagem longa. Mas no meio dessa viagem ela lembra que esqueceu de pegar as rosas brancas que Rafael lhe deu e resolve voltar pra buscar, porém seu GPS falha, e ela cai numa aldeia indígena. Anos depois Luna vira Serena, uma índia mestiça com mistério no coração (o mistério é a doença no coração) que após fumar uns tabacos, vê uma rosa branca. Já em Roseiral, Rafael vegeta no ateliê enquanto Cristina inicia seu plano maligno de casar com ele, e Felipe, o filho de Luna, é um menino sem amigos, sem atenção e sem a mínima para rosas. O que Rafael, Cristina e 97% dos personagens não sabiam que a Luna estava a caminho de novo, como Serena, em busca dessa tal de Missão, Alma Gêmea e etc...

Personagens Principais[editar]

Luna[editar]

A grande culpada de todas as desgraças na vida do Rafael e de Roseiral. Muito bonita e estupidamente ingênua, após virar uma libélula bela em Ilha Rá-Tim-Bum, resolver se mudar com a mãe para Roseiral para ficar perto das rosas. Certa vez vai à igreja rezar e não se sabe como deixa o seu véu pegar fogo. É salva por Rafael e morta por Guto, mas o amor pelo Guto é tão forte que ela volta e beija Guto.

Rafael[editar]

O mocinho (que nem é tão mocinho assim) da novela. Muito chato, Rafael passou anos solitário por nenhuma mulher aguentá-lo e sua obsessão pelas rosas. Depois de muito importunar Deus, este coloca Luna no seu caminho e como é muito rico, lógico que ela não recusa casar com ele. Para eternizá-la ele cria a porra da rosa branca.

Depois que Luna morre, Rafael passa anos como um zumbi, idolatrando o ateliê da mulher sem ligar para a única coisa real que Luna deixou: o filho. Finge que nunca reparou que a Cristina dava em cima dele, mas vive dando palpites na "amizade" da irmã com seu amigo Eduardo. Quando Luna-Serena chega-ou-volta, ele, ao invés de lhe dar um abraço, lhe dá um carão e todas as vezes que conversa com Serena joga na cara dela o caralho do beijo que o Guto deu nela, mesmo sabendo que era tudo armação, e a compara com a Luna.

Serena[editar]

Filha da Solineuza, o que justifica seu caráter besta, foi largada na mata quando A Diarista faliu. Desde criança, tem alucinações sobre uma rosa branca e tem no peito um sinal igual ao que a Angélica tem na perna. Considerando isso um mau presságio, é mandada embora da sua tribo e milagrosamente vai parar em Roseiral. Intrometida, Serena sempre tem um discurso no melhor estilo amo- do bem de Mutantes. Serena tem apenas um sonho: conseguir chegar a "Sápaulo". Lá, começa a trabalhar na casa de Rafael, que logo se apaixona e a coloca para trabalhar na terra do roseiral.

Cristina[editar]

A mulher que faz essa novela acontecer. Linda, loira, gostosa, sexy, maravilhosa e outros afins. Cristina logo no início fez um pacto com o Diabo para ter o amor de Rafael. Manipulada pela sua mãe, vai até o fim no seu Plano Maligno, considerada como a pedra no caminho de Serena e Rafael. Essa mulher tem mais peito e coragem que a insuportável Serena. Rafael por ser um homem ridículo e apaixonado pela Índia, não vê que tem tudo na sua casa. Cristina vai usar o motorista após a viagem longa de Guto em vingança ao nome de sua mãe, que nessa momento já havia ido para o inferno, fazer os preparativos da festa de boas-vindas de sua filha, capítulos mais tarde.

Guto[editar]

O ex de Cristina, assassino de Luna e o cara que Serena tem medo. Trouxa, sempre fez tudo que Cristina mandou por mais que soubesse que ela iria tapeá-lo. Morre de diarreia na cadeia mas, como o contrato do ator não havia acabado, teve que voltar como um fantasma procurando loucamente pelo seu precioso: as joias.

Morta[editar]

Também conhecida como Débora, parece ser mais velha ou empata com a mãe dela, Dona Adelaide; ou seja, as duas não combinam pra este papel. A mãe da Cristina, velha azeda (talvez falta de sexo?) e carcomida que, quando fala, parece estar a bordo de um trem-bala, pois fala toda tremida. Sempre a dar palpites na vida da Cristina e tem ideias maquiavélicas que pelo visto não a ajudaram quando casou com um viciado em jogos. Vive coberta de joias e bons vestidos, mas diz que Agnes lhe dá migalhas. Largava a filha para ir trabalhar como cantora. Morreu quando tomou uma xícara do próprio refresco.

Agnes[editar]

Personagem que não desencarnou do modo de atuação de Jezebel de Chocolate com Pimenta no melhor estilo "oh, como eu sofro!". A mãe da Luna, elegante e rica, virou ateia depois que Luna morreu, aliás já foi tarde, pois sua vida é cheia de desgraças como a morte do marido, do filho, da filha... porém sua vida dá uma virada quando Robin Williams é contratado para ser seu motorista, pois ela estava seca de macho e fica receosa de dar para o motorista, para que a novela fique com mais clichês.

Adelaide[editar]

Mãe da Débora e de Agnes assim como Ofélia parece ser irmã da filha mais velha Débora, vó de Luna e Cristina, e bisavó de Felipe. Com incrível vitalidade, Adelaide ultrapassou os séculos com sanidade e vive a amargura de não ter casado com Elias, ou seja ele era pobre e seu marido rico (difícil decisão). Se veste apenas de preto e fica receosa de dar uma com Elias.

Vera[editar]

A irmã metida a feminista de Rafael. Assim como o irmão, Vera é um poço de chatice e amargura, nega gostar de Eduardo mas quando o vê com a modista fica puta da vida, engraçado é pois quando descobre que o doutor é casado voa pra cima dele com tudo. Depois disso ela tem câncer.

Felipe[editar]

O verdadeiro mocinho da novela. Bonitinho e sofredor, é também o mais fodido. Não conheceu a mãe e pra variar tampouco o pai, pois este nem lhe dá bola. Quando encontra o verdadeiro amor, encontra zilhões de dificuldades: Mirella tem frescura pra beijá-lo, o pai não permite, tem que pagar bolinhas de gude para o capeta do Carlito, e após muito sem querer se divertir com a Sirikátia, Mirella não o perdoa e o troca por quem? Pelo inútil do Gumercindo.

É o único que enfrenta a Débora e a Cristina e percebe que elas propositalmente falam do inexistente filho que a Cristina perdeu só pra atormentar o Rafael. Reparem que no Natal ele ficou SOZINHO em casa enquanto Rafael levou todo mundo pra jantar em família? E mesmo assim ele pagou o conserto do retrato da Luna e não ouviu sequer um feliz Natal do Rafael? Sempre esquecido e rejeitado, Felipe acaba de forma trágica: num papel ridículo em Caras e Bocas fazendo o horroroso e idiota judeu Benjamim.

Olívia[editar]

Uma dama de sangue azul. Sua família tem brasão e descende dos condes de Médici, o que não a impede de ser chamada de tonta, vespa e cabecinha de borboleta, depois virar uma separada e pobre. Apesar disso, é a única que pensa na novela e sabe que a Cristina é do mal! Não se sabe como mas era a melhor amiga de Luna. Quando foi roubada por Raul, ficou na miséria, mas como ela "é chique, benhê!", deu uma meia-volta por cima e conseguiu montar um restaurante, sendo roubada de novo por Raul. Depois de recuperar o restaurante, agarrou o cozinheiro sex symbol da novela.

Raul[editar]

O conquistador cafajeste da novela, só não pegou a Serena por ter medo de contrair alguma doença da selvagem. Depois de Olívia, Dalila, Kátia, Modista e etcs., achou melhor mudar de ares e ir pro Vídeo Show, que estava precisando de um apresentador mais apresentável. Mais do que de mulheres, o que Raul mais gosta é de dinheiro e assim como Cristina de Luna, tem inveja de Rafael.

Mirella[editar]

Mocinha enjoadinha e suspirosa da trama. Ama Felipe, mas teme beijá-lo e ficar tetraplégica. Após ser trocada por Kátia, resolve se rebaixar um pouco e ficar com Gumercindo.

Carlito[editar]

O elemento infantil insuportável que toda novela acha que tem que ter. Adora bolinhas de gude e, mesmo seu pai o deixando na rua da amargura, ele se ilude que o pai gosta dele. Infelizmente, até o final da novela, Vitório não o jogou ao forno.

Divina[editar]

Ou Repolho, é a senhora (baranga simpática) que parece ser tão velha quanto a mãe Ofélia. Se acha gostosa e é a dona da Pensão Divina (original!) que por sinal é clandestina. Mesmo morando num muquifo e comendo tripas todos os dias, acha que leva uma vida de rainha e atura sua mãe nojenta. 80% de suas falas se resumem a: "Oswaldo, não fale assim com a mamãe!", uma das frases que entrou para o anedotário popular nessa novela.

Oswaldo[editar]

Velho gordo de sotaque italianado ao melhor estilo "não me encha os pacová". O marido sapateiro de Divina. É meio cego, pois acha sua mulher linda e perfeita. Sempre quebra a cama por ser muito gordo e adora fazer piadas sobre a cobra sogra, Ofélia.

Ofélia[editar]

Velha carcomida, mãe de Divina, mas parece ser mais nova que a filha. Linguaruda, concorre com Laksmi de Caminho das Índias o Urso de Ouro de sogra mais chata. Na verdade, Ofélia sente tesão por Oswaldo. Mas tem que se contentar com o marido falecido que reaparece. Se veste com modelitos de dar inveja à Dona Neves do Chaves.

Vitório[editar]

O cozinheiro. Cabra-macho e o sex symbol da novela. É o que mais trabalha, mas também é o mais cobrado (o mais velho é sempre o mais injustiçado). Desconfiava que a irmã tinha um caso com Raul, só pra saber se podia pegar a mulher dele.

Dalila[editar]

A lebre da novela. Muito ambiciosa, Dalila é única e exclusivamente apaixonada por dinheiro. Tenta dar o golpe do baú em Raul, mas é enganada por ele. Como a merda já tava feita, casou com o pobretão Roberval, mas depois descobriu que ele era rico, o que não aliviou seu vício por grana. Em outra vida, se apaixona pelo irmão Vitório, mas este não corresponde, então, após uma cessão com Doutor Julian, descobre que seus sentimentos são apenas fraternais e resolve esquecê-lo ficando com Gato Caco.

Hélio[editar]

Proibido para diabéticos. Muito água com açúcar, trabalha com o pai numa sapataria e vive atrás de Serena e tem paciência com o chato do Terê. Descobre que na outra vida era irmão de Serena, o que o obriga a deixá-la em paz e se consolar com Sabina, a queimadinha.

Crispim[editar]

Mistura de Mazzaropi com Tiririca. É o caipirão grosso e esguelado da novela, ao ver Kátia, de quem chama de "Ãaaaanja di Eu". Sente ereções incontroláveis e faz de tudo pra conquistá-la. Sabota os namorados de sua irmã Mirna jogando-os no chiqueiro, pois acha que ela não deve ficar com nenhum macho.

Mirna[editar]

Caipira do olho junto, ex-chiquitita que tem como amiga uma pata chamada Doralice. Vive com fogo debaixo da saia e correndo atrás dos machos. Acha que prende os machos de quem dá em cima pelo bucho e vive repetindo: "Não é pra me gabá não, mais a mãe de eu falou que quando eu tivesse um marido, ele haverá de se dar bem, pois eu tenho mãos de fadas". Além de simpatias do tempo em que o arco-íris era preto e branco, como colocar o Santo Antônio na cacimba (poço) ou de cabeça pra baixo, na verdade gosta de Jorge, até descobrir que ele se esfregava com a anja. Até lá, haja pamonhas, bolos e frangos pra conquistar outos pretedentes!

Nina[editar]

Ou nada. É uma figurante, só que com mais falas. Quis se dar bem com o Felipe, mas se deu mal, até porque não faz diferença nenhuma na novela.

Roberval[editar]

Um pobretão que foi criado no orfanato e a porra toda. Apanha de Oswaldo sempre e é apaixonado por Dalila. Por um milagre da novela, fica rico, e consegue comprar um lugar novo para morar com sua lebre, a lebrezinha que não é dele e comer todo o peito do frango.

Teresinha[editar]

Murcha e azeda, Teresinha se gaba dizendo que sabe escolher seus pretendentes, quando na realidade eles não existem. Trata todos mal e é mais uma dos 99% de pobres que fazem qualquer coisa por dinheiro. Na realidade, é uma gala-seca que tem teias de aranha e sente fogo na perereca.

Dona Generosa[editar]

Paquita da Dercy Gonçalves. A mexeriqueira de plantão. Sabe a vida de todos de cor, e fila boia na pensão da Divina, já que o tempo que poderia estar na cozinha gasta na janela espiando os vizinhos. Depois descobrem que ela, na realidade, é a Generosa Folha de Uva, uma vagabunda mulher que dançava nua em cima de uma mesa no século passado. Deixou descendência: a Mulher Samambaia.

Kátia[editar]

Outra vagabunda mulher da vida. Com o decote mais absurdo das novelas, essa sirigaita só serve pra putaria estragar os romances alheios. Após mais uma merda seu pai, a manda pro inferno sítio de Crispim, onde tenta se identificar com as novas amizades: as vacas.

Terê[editar]

Pivete que roubava para conseguir drogas sorvete. Outra criança insuportável que acaba crescendo e se chamando Espeto e cuidando de um macaco quando Joli morre. No fim da novela aprende a ler e a escrever, e lança até um livro (que interessante...)!

Alexandra[editar]

A retardada da novela. Escuta vozes, fala com pessoas, vegeta atrás de joias e etc.. É casada com o patético Dr. Eduardo e passou 137 capítulos dentro da casa da Vera.

Dona Filó[editar]

Velhinha com cara de vovozinha boazinha, de vez em quando fala algumas frases e até faz caras e bocas na tentativa de que possa aparecer mais, mesmo sendo a mãe do direitor da novela. Dona Filó na verdade foi pregada com cola maluca (Super Bonder) no balcão, o que a impede de sair da loja.

Alaor[editar]

"Eu não tenho sotaque não, bichinho!". Nordestino ao melhor estilo juripiranguense da Paraíba e vendedor de algodão doce, é espertalhão e vive elogiando as saboneteiras de Generosa. "Quao lindas sao suas sabonetéiras dona Generosa...!" Trabalha no restaurante de Dona Florinda, quer dizer, de Olívia. Já tentou dar em cima de Mirna e apanhou de Crispim sem falar, é claro, de Vitório. Com um sotaque nordestino engraçado, vive dizendo que não tem sotaque, mas fica soltando bordões nordestinos como "bichinho" e "ai meu Jesus Cristinho!". Tal fato fez ter um papel de sotaque idêntico em Caras e Bocas.

Trilha sonora[editar]

  • Contou com dois CDs lançados em 2005, um nacional e outro internacional. O disco nacional, a princípio, foi lançado com uma sobrecapa nas duas primeiras tiragens (AA e AB), mas depois, à medida que o CD ia vendendo devido ao sucesso da novela (vendeu pra caralho!), chegaram enfim à conclusão de que a sobrecapa (toda branca com uma rosa em cor cobre na capa) era inútil e foram relançando o disco sem a dita cuja. A internacional vendeu menos que a nacional, por isso nem se deram a o trabalho de elaborar uma sobrecapa.
  • A música de abertura foi nada menos que Alma Gêmea, um dos grandes hinos dos anos 90 (eheey!) e da carreira de Fábio Jr.. Bem original, não?

Nacional[editar]

Capa: Rafael
Contracapa: Serena, se esbaldando no riacho (e Rafael a olhando à revelia)
1. Índia (India) - Roberto Carlos (quando Rafael comia Serena)
2. Quem Sabe Isso quer Dizer Amor - Milton Nascimento (quando o tempo passava na novela)
3. Um Segredo e um Amor (Secret Love) - Sandy (1º: é transar; 2º: é possível sentir prazer anal e 3º: ninguém mais ouve Sandy & Júnior hoje!)
4. Margarida - Roupa Nova
5. Alma Gêmea - Fábio Jr. (abertura)
6. Eterno Amor (True Love) - Cídia Luize & Dan Torres
7. Uma Vez Mais - Ivo Pessoa (quando Rafael pegava Serena achando que ela era a Luna)
8. Diz nos Meus Olhos (Inclemência) - Zélia Duncan (tema de Cristina)
9. Eu Não Existo Sem Você - Maria Bethânia (tema da novela Joia Rara)
10. Linda Flor (Yayá) (Ai, Yoyô) - Gal Costa
11. A Vida Que a Gente Leva - Leila Pinheiro
12. Estrada do Sertão - Elba Ramalho
13. Todo seu Querer - Fagner
14. Serenata ao Luar (Moonlight Serenade) - Jussara Silveira
16. Suíte dos Índios - Mu Carvalho

Internacional[editar]

Capa: Mirna e Crispim

  1. My Funny Valentine - Rod Stewart
  2. Moonlight Serenade - Carly Simon (tema da novela Eterna Magia)
  3. Mr. Lonely - Fabianno (o cara que criou o Mr. Jam, no fim dos anos 90)
  4. La Vie en Rose - Strings Orchestra
  5. Amapola - The Royal Philarmonic Orchestra
  6. Al Di Là - Paolo Luna
  7. Fly me To The Moon (In Other Words) - Peter Jones (tema da novela Mulheres Apaixonadas)
  8. Blue Moon - SNZ (que ninguém mais ouve hoje em dia)
  9. Misty - Ivo Pessoa
  10. The Lovers (Prelude) Dreams - Heaven John K. Steffen (idem 7)
  11. At Last - Kenny G. feat. Arturo Sandoval
  12. Sway (Quien Será?) - Dean Martin
  13. Frenesí - Montserrat
  14. Mambo nº 8 - Mambo Project
Xeco.jpg Alma Gêmea é Espírita!

Isto significa que ele(a) acredita em reencarnação, macumba e acha que pode falar com mortos, fantasmas ou demônios além de adorar seres de outras dimensões como ETs, gnomos, duendes, vampiros, etc. Clique aqui para encontrar outros espíritas.