Aloândia

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Aloândia é um município de nome estúpido que mais parece um mero distrito de Pontalina, apesar de constar oficialmente nos registros do IBGE que aquela porteira se trata de um município. É isso mesmo! Aquilo é um município, tem prefeito e todas essas bostas.

História[editar]

O único lugar legal de Aloândia está fora de Aloândia. A distante Cachoeira do Itambém onde as pessoas vão fazer rapel.

Tudo começou quando algum caipira teve a brilhante ideia de criar uma distante fazendinha onde poderia criar galinha e plantar milho em paz. Passava as noites mastigando capim enquanto vivia em sossego no completo isolamento, até que uma mulher bem da desocupada também apareceu por ali. Juntos, criaram o marco fundamental de Aloândia, o pé de manga da entrada.

Já era um rancho em 1941, voltado para a indústria do leite de boi, portanto foi comprado pela Itambé, empresa que deu o nome à vila durante um bom tempo.

Em 1948, devido ao circo do Chacrinha que visitou a pequena currutela, trazendo o jargão "alô alô", o nome daquela porcina é modificada para o atual Aloândia porque o antigo Itambé estava começando a ter problemas de direitos autorais.

Em 1953 torna-se um município quando a metade da população (7 tios) munidos de suas carabinas foi propor o separatismo lá em Pontalina. Você já assistiu filmes de faroeste? A situação era mais ou menos aquilo. Como o povo de Pontalina não queria confusão e nem faziam questão daquela fazendinha mesmo, decidiram ceder o status de município para Aloândia. Atualmente é uma cidade de merda qualquer.

População[editar]

A cidade tem apenas 2000 habitantes dente os quais 12 são alfabetizados. O que chama atenção é que dos 1000 homens da população 950 são viados e o restante dos 50 estão indecisos. Com o crescente emboiolamento da população estima-se que a cidade será extinta de vez, o que ainda não ocorreu pois as mulheres vão dar lá em Pontalina o que mantém crianças nascendo no município.

Todos essas bichas vão para a praça central durante a noite para observar os homens de outras cidades que passam pela rua principal da cidade. Suspeita-se que a água da cidade tenha alguma substância tóxica que destrua a testosterona masculina, por isso visitantes não devem de maneira alguma beber ou ter contato com as águas daquele município.

Política[editar]

Aloândia, embora pequena, é conhecida por ter apenas prefeitos bondosos e altruístas ao longo de sua história, prefeitos preocupados com a saúde de sua população, tão preocupados a ponto de realizar dispensa de licitação para comprar remédios emergenciais para o povo. É claro que comprar medicamentos por esse meio pode resultar em medicamentos superfaturados o que implica na prisão do prefeito por parte do Ministério Público Estadual, mas tudo pelo bem estar da população, ser preso é um sacrifício altruísta que esses prefeitos fazem pensando apenas no seu povo sendo adequadamente medicado.

Economia[editar]

Com um IDH baixíssimo e PIB desprezível, Aloândia é uma das cidades mais miserentas de Goiás, integrando, portanto, aquele grupo de cidades que nem deveria existir, que seria melhor se fosse extinta logo para parar de dar prejuízo aos outros.

Turismo[editar]

  • Cachoeira do Itambé - O único ponto turístico real desse município, é na verdade uma cachoeira como qualquer outra que você pode encontrar no Centro-Oeste: Um ambiente cheio de mosquitos e bom para pegar febre amarela ou dengue. Destaca-se o grande paredão onde umas pessoas gostam de desafiar a morte fazendo rapel, afinal um hospital decente mais próximo está longe pra caralho dali, não conte com Aloândia.
  • Prefeitura Municipal - Eu sei lá o que há de turístico numa coisa dessas, mas está na cartilha não sei porque. É um casebre como outro qualquer, só porque é a única construção de Aloândia feita de tijolos e com mais de um andar, o povo acha que é um monumento.