Alt porn

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Garota hentai.gif SAAAFAAAAADO(a)!

Tava procurando putaria e caiu nesta página "sem querer", não é?! Pelo menos feche a porta do quarto e divirta-se!

É assim que começa...

Cquote1.png Você quis dizer: Art porn Cquote2.png
Google sobre Alt porn
Cquote1.png Viva la revolución! Cquote2.png
Che Guevara sobre Alt porn
Cquote1.png Eu já pintava o cabelo e mostrava as tetas muito antes disso aí existir. Cquote2.png
Baby do Brasil sobre Alt porn
Cquote1.png Que absurdo, mulheres nuas tatuadas são resistência, e não pornografia! Cquote2.png
Sara Winter sobre Alt porn
Cquote1.png Truly outrageous! Cquote2.png
Jem e as Hologramas sobre Alt porn
Cquote1.png Que coisa mais sem graça... Cquote2.png
Zoófilo sobre Alt porn
Cquote1.png Abre a porta? Cquote2.png
Velha Surda sobre Alt porn
Cquote1.png Ai, que loucura! Ai, que badalo! Cquote2.png
Narcisa Tamborindeguy sobre Alt porn

Alt porn, abreviação de alternative pornography, em bom português significa "pornografia alternativa". É o nome dado a qualquer tipo de putaria que envolva pessoas, especialmente mulheres, cuja aparência sofreu modificações estéticas para adequar-se ao universo rock-geek, que em algum momento já foi considerado diferentão pela sociedade, mas hoje em dia está tão banalizado que não passa de mais uma modinha tosca.

Origem[editar]

Vai dizer que acha bonito?

A modinha do alternativismo surgiu em meados da década de 1980, quando os punks tornaram-se populares e vestiam-se com roupas espalhafatosas como forma de "protesto". Somado às vestimentas escrotas, também usavam inúmeros piercings e tatuagens em todas as partes do corpo que fossem possíveis, além de cabelos pintados de cores berrantes e com penteados ridículos. Porém, tais características inicialmente ficavam restritas somente ao próprio universo punk, e nenhuma pessoa normal ousava trazê-las ao mainstream. Como tudo aquilo que chama atenção e faz sucesso acaba sendo banalizado de uma forma ou de outra, não demorou para que surgissem os falsos punks, também conhecidos como posers, que não entendiam porra nenhuma da subcultura da tribo, mas achavam o visual bonitinho e queriam fazer parte dele.

A partir da década de 1990, surgiria no ocidente uma nova subcultura, a otaku, influenciada pela grande invasão nipônica do anime e mangá. Posteriormente, popularizou-se o hentai, em que aqueles personagens de cabelo colorido e olhos imensos eram colocados em práticas sexuais bizarras, dando início a um novo fetiche e gerando um estereótipo de tarado conhecido como punheteiro otaku. Como os punheteiros otaku eram zoados pelos onanistas mais "maduros" por se masturbarem para desenhos ao invés de mulheres reais, foi introduzida então a prática do cosplay, em que pessoas de verdade se fantasiavam como os personagens japoneses. Foi apenas uma questão de tempo até unir o cosplay e o hentai, transcendendo as barreiras da bizarrice erótica.

Popularização[editar]

O auge do alt porn chegou somente na década de 2000, graças à popularização da internet, que permitiu uma facilidade de acesso muito grande ao maravilhoso universo da putaria. Se antes a molecada precisava se desdobrar para conseguir roubar uma revista Playboy de seus pais para dar uma descascada na banana, agora bastava entrar em qualquer site foleiro para deparar-se com mais de 8000 fotos pornográficas (os vídeos viriam somente mais tarde, pois a conexão discada ainda não permitia sua reprodução em velocidade satisfatória). Nesses primórdios da pornografia online, o que fazia sucesso entre os punheteiros eram mulheres peitudonas que tivessem corpos perfeitos e longos cabelos sedosos, no melhor estilo Pamela Anderson. Mas este estereótipo feminino acabou ficando tão manjado que praticamente toda e qualquer atriz pornô parecia sempre a mesma pessoa, com uma aparência genérica que tornava impossível distinguir uma da outra. O mercado punhetístico estava ficando tão saturado que a prática do onanismo foi caindo por falta de inovação. Foi aí que alguém teve ideia de buscar inspiração nas décadas passadas e criou um site chamado SuicideGirls, reunindo imagens pornôs de mulheres fora dos padrões onanísticos, com os corpos cheios de tatuagem, piercing, celulite, estria, gordura e outras porcarias, além de cabelos mal cortados e mal pintados.

De qualquer forma, eu a comeria.

O sucesso do SuicideGirls logo gerou outros plágios similares, até que a internet ficou infestada dessas modelos alternativas online. Logo, o visual delas passou a ser copiado no mundo real também, com várias gurias retardadas cagando a própria aparência em nome daquela modinha babaca de ser diferentona. Hoje em dia, basta um passeio pelo centro de qualquer metrópole para encontrar zilhões de attwhores assim.

Alt porn profissional[editar]

No início, o alt porn tinha uma pegada mais amadora, já que sua ideia era trazer uma pornografia fora dos padrões e sem o luxo das megaproduções adultas hollywoodianas. Mas eis que então o mercado do pornô profissional começou a perder espaço para o cenário amador, o que consequentemente foi levando à miséria diversos cafetões e putas outrora bem sucedidos. Precisando urgentemente renovar a imagem desgastada das atrizes gostosonas que mais pareciam réplicas em carne e osso da boneca Barbie do que seres humanos, os estúdios passaram a contratar ninfetas gordinhas e sem peito, que se aproximassem mais da mulherada realmente acessível aos punheteiros em seu dia a dia. Aos poucos, foi surgindo então um novo padrão estético de atriz pornô, chamado pelos gringos de "girls next door", fazendo referência àquela vizinha gostosa que você sempre sonhou em comer.

Tirem os furries da sala!

Como o estilo de garota tatuada de cabelo colorido foi tornando-se cada vez mais popular, logo misturou-se ao cotidiano normal das vizinhas, amigas, primas e outras musas fetichistas dos punheteiros. Assim, os estúdios pornôs precisaram incluir tais elementos a suas produções, o que finalmente alçou o alt porn ao mainstream. Ou seja, de alternativo ficou apenas o nome mesmo, porque de resto já é tão banalizado quanto qualquer outro tipo de putaria mais tradicional.

Alt porn no Brasil[editar]

Até a Barbie pratica essa parafilia.

Sendo um país conhecido mundialmente por sua libertinagem, o Brasil não poderia ficar atrás do universo alt porn. Na verdade, por aqui essa modinha já começou bem antes, lá pela década de 1970 em meio à ditadura militar, quando o cinema nacional foi transformado em uma verdadeira putaria através das pornochanchadas. As atrizes que estrelavam tais produções eram as mesmas que podiam ser vistas atuando em telenovelas globais, ou seja, era uma mulherada feia e com cara de favelada, mas como era o mais próximo de mulher gostosa que existia em terras brazucas, passaram a ser consideradas objeto de desejo sexual pelos homens. Aqui no Brasil, esse era o padrão normal de vagabunda, mas para os gringos, isso era visto como alt porn.

Ver também[editar]