Alunos de Medicina
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Sabe voar, estudante? ![]()
Capitão Nascimento sobre Aluno de medicina
Você quis dizer: Nerd![]()
Google sobre Alunos de Medicina
Ihh... o óculos dele parece o meu... ![]()
Chiquinha do chaves sobre Aluno de medicina
Tive que dar meu toba pra 3 professores... AO MESMO TEMPO!!! ![]()
Aluno de medicina sobre como entrou na UNB
Fiz 10 anos de cursinho, não passei na federal aí meu papai comprou a vaga na particular pra mim ![]()
Estudante de medicina sobre sua faculdade privada
Eu faço medicina e vou ganhar R$100.000,00 de salário ![]()
Aluno de medicina expondo o real motivo pelo qual escolheu o curso
Que legal, esse também usa jaleco e corta carne!!! ![]()
Açougueiro sobre aluno de medicina
Vou fazer porque posso pegar os pacientes do meu pai quando ele morrer! ![]()
Filho de médico sobre medicina
Meu pai é político, minha mãe dona de casa, não tenho nenhum parente médico e vou ter muitos pacientes!!! ![]()
Aluno de medicina inocente sobre seu futuro profissional
Os Alunos de Medicina são criaturas que estudam Medicina. Geralmente esses seres tem a peculiaridade de não dormir e se matar de estudar, embora ainda assim se ferrem em todas as provas.
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[editar] Passando no Vestibular
Quando passam no vestibular, um Alien invade seus cérebros e os faz pensar ser Chuck Norris, ou Deus, como preferir. Esnobam outros estudantes da área da saúde por sua prepotência (sendo que não seriam nada sem enfermeiras, que cuidam de seus pacientes 23h59min por dia, deixando 1min para a visita inútil do médico, que não seriam nada sem biomédicos que diagnosticam a real doença e enviam a receita pronta "Paracetamol" que é só assinar, que não seriam nada sem farmacêuticos que inventaram outras coisas além da receita pronta "Paracetamol" e que não seriam nada sem a sua vó que faz um chá mais eficaz que o Paracetamol.)
Os casos de curto circuito no Tico e Teco mesmo antes do vestibular acarreta nos inúmeros casos de esquecimento de instrumentos cirurgicos dentro do paciente assim como operar a perna direta de um paciente com lesão na perna esquerda.
Pensam que jaleco é de uso exclusivo de médicos. Conta a lenda que alguns estudantes dormem e defecam usando os mesmos, mas o fato real que qualquer um pode ver são essas criaturinhas no busão de jaleco, almoçando de jaleco, entrando no banheiro de jaleco, visitando um paciente com ebola e indo ao quarto de um outro saudável com o mesmo jaleco e guardando o sanduiche de frango, que a mamãe fez antes deles sair de casa, dentro do bolso do jaleco pra comer em cima do fígado do cadáver na aula prática, se bater a fome.
55% dos estudantes de medicina escolheu o curso porque acha bonito dizer que cursa medicina, 35% por interesse financeiro ou para agradar suas mamães que quando ficarem velhas querem por próteses de silicone de graça, 5% porque acham que formol dá uma viagem muito looooouca, 4% porque são seguidores de Hannibal Lecter e acham legal a sensação de cortar um ser humano vivo e 1% porque realmente é humanizado e deseja ajudar as pessoas.
[editar] Como que é lá dentro
As novidades a respeito da caracterização comportamental dos alunos de Medicina são muito importantes com o desenrolar do curso médico, não só para conhecer os colegas, como para saber a própria evolução e classificação. Por este motivo, aplicamos muito tempo de nossas pesquisas da filial brasileira da Academia a fim de determinar e compilar a maior parte das características destes indivíduos de modo expositivo fácil e intelegível. Desde os primeiros séculos da era cristã, com a instalação das escolas médicas e o uso de sanguessugas, instalamos um protocolo de observação que somente agora com o auxílio da tecnologia de dados foi concluído.
Devido então a estes vários estudos comportamentais, com inúmeros grupos em experimentos de grande valor, pudemos observar os vários estágios dos estudantes de medicina e plantonistas em geral, que são manifestados de modo especial e principalmente durante os plantões das monitorias didáticas.
Alguns permanecem durante muito tempo no mesmo estágio evolutivo, enquanto outros já evoluem de modo intempestuoso e muito rápido. Encontramos também várias variações e misturas de comportamentos, mas optamos por apresentá-los da maneira mais didática possivel, com a seguinte classificação e diferenciação de cada tipo. Para tanto, é necessário compreender o que é “O JAVA”.
[editar] O Java
O Java é uma prática hoje muito comum, também utilizada no passado pelos etruscos e pelos celtas aguilhares. Praticado somente no círculo interno, estendeu-se rapidamente pelo mundo romano e era constantemente citado por cartas do Senado e registrado na Summula Clitorium pelo historiador Himenáclito (200 a.C - 83 a.C)
“Por Júpiter, o Java Communus dava-se como uma prática muito usual, principalmente por senadores que durante as longas sessões se refugiavam em casas de banho com mancebos das escolas de modos para jovens”.
Resgatada por autores franceses que tiveram contato com os manuscritos originais de Marco Polo, chegou até a América do Sul com os portugueses, observado em trechos da carta de Pero Vaz de Caminha:
“O Contrammestre e o Cappitão, tenho visto eu de cá, em cujjos turnos de Vós recebidos, oh rey de Portugal, dizem-se pois vigias mas não o são, ó pá. Preferem os gajos a companhia das Indias à labuta na nau”.
Prática aprovada no Século XX em meio público de alçada municipal a federal, hoje é comum durante plantões e grandes períodos de trabalho no hospital a prática do Java. Não somente na área médica, como também em outras biomédicas correlacionadas, podendo acontecer não somente nas monitorias, como em aulas e outros eventos.
O Java, como maior característica, segundo Melanie Klein, caracteriza-se pela pseudopresença, ou seja, o indivíduo que devia estar não está. Podemos observar que a fluência no Javanês cresce com os períodos e com a vasta experiência, apesar de conseguirmos isolar alguns espécimes altamente especialistas assim que entram na Universidade.
[editar] As Categorias
Podemos então apresentar as várias categorias observadas, segundo as habilidades e a fluência no Java:
- O MANÉ - subespécie humana, sem saber nada sobre o funcionamento da rotina do hospital, fica o tempo inteiro sem atender ninguém e espera sempre alguém mandá-lo fazer alguma coisa. Como ninguém manda, ele faz nada. É aquele cara que termina a monitoria sem saber nada e diz que foi uma bosta. Não fala javanês.
- O CARREGADOR DE PIANO - trabalha sem parar, como um louco. Atende em média 59 fichas por plantão. Mas, como é um mané evoluído, não aprende nada, porque não está interessado em aprender, apenas em mostrar serviço para os chefes. Terrmina a monitoria sem saber nada e dizendo que monitor é tocador de serviço. Também não fala javanês.
- O DOZE TENTÁCULOS - não satisfeito com uma só monitoria com plantões semanais, pega todas as monitorias existentes (e as extra-oficiais também), dando 5 plantões por semana, sem contar programas de extensão, ambulatórios especiais, plantões em outras cidades, trabalhos de pesquisa e revisões bibliográficas. De cada três vezes que conversa com você, duas é pra trocar plantão encavalado. Vive mais tempo no corredor do hospital indo de uma monitoria pra outra do que efetivamente fazendo alguma coisa. É capaz de fazer até três plantões ao mesmo tempo. O Java que pratica é natural, quando faz vários plantões ao memso tempo.
- O NINJA - desde o momento em que acaba de entrar no sistema de plantões e monitorias, vê que todo mundo está desatento e dá um jeito de “ninjar”. Pode até estar dentro do hospital, só que nunca está com perto quando tem alguma coisa pra fazer. É ágil, mas quase sempre recebe ralas do chefe de serviço... porque desapareceu mas deram falta dele. Consegue dar Java com alguma facilidade.
- Diz que vai logo ali e volta depois de duas horas...
- Divide o horário, cumpre a primeira parte e vai embora pra casa...
- Diz que está com o celular ligado e vai fazer um lanche mas desaparece...
- Pega uma ficha de atendimento a tarde inteira e diz que está atendendo...
- Diz que tá de plantão mas todo mundo viu ele tomando cerveja no BUTECO...
- O SAMURAI - um passo a frente na escala evolutiva, já sabe direitinho todos os esquemas de horários, ou seja, quando o chefe vai estar ou não no serviço, quando tem que mostrar a cara e quando não. Ele desaparece, mas, ao contrário do ninja, ele não deixa pistas e some de verdade. E todos só descobrem que ele sumiu quando dão falta dele no fim do plantão... daí ele já tem presença e moral com o chefe e não adianta nada. É considerado um Mestre Javanês.
- Diz que vai imprimir uns arquivos e tirar xerox e fica a tarde inteira fora...
- Participa do começo e do final de cada discussão e recebe presença integral...
- Atende até 15 pacientes em uma hora para poder desaparecer...
- Nunca fica na discussão inteira e pede resumo pra alguém...
- O CAVALEIRO JEDI - a perfeição em não aparecer. Mesmo quando está por perto, usa a “Força” para enuvear as mentes e ninguém percebe a sua presença. Alcançado somente por alto grau do círculo interno dos Residentes e Chefes de Plantão, pode raramente ocorrer em R4 de Otorrinolaringologia e correlatos. A existência destes seres é legendária e mesmo quando ocorrem graves problemas, mesmo as enfermeiras experientes nem se lembram de chamá-los, sendo que só o R1 e o R2 tem que segurar o chifre do boi nas touradas. Seus nomes sempre estão no papel, mas ninguém nunca os viu realmente... Fala javanês sem sotaque.
- O MASTER OF PUPPETS - figura descrita na literatura mas ainda não isolada nos meios comuns de cultura. Possui poderes incríveis que fazem com que todos sintam sua presença, mesmo que ele esteja no London ou em lugares longínguos como a Pousada do Rio Quente, ou ilhas paradisíacas do Caribe. Consegue controlar a mente dos chefes e residentes e, mesmo nunca tendo aparecido no hospital, é considerado o melhor monitor e aluno de medicina de todos os tempos.
Com pequenos movimentos nos fios invisíveis de sua influência, tem seu nome em inúmeras publicações e trabalhos, sem nunca ter lido nenhum deles. Dizem alguns manuscritos pré-colombianos que após se formar, se torna um médico famoso, que ganha muita grana, apesar de não atender ninguém (apenas seus residentes e membros de sua equipe atendem). Na Medicina, ainda não forma descritos casos, mas alguns alunos estão lutando bravamente para chegar nesse grau. Ele não é caracterizado dentro do padrão Java, pois seus poderes excedem esta esfera.
[editar] Conclusão
Os estudos preliminares sobre os alunos de Medicina não permitem uma avaliação integral da condição específica de cada um, mas podemos afirmar que este primeiro estudo abriu bastante o campo da Javalogia, podendo permitir novas experiências no campo e uma ampliação de todo o conhecimento até então adquirido.
Portanto, concluímos na conclusão, de modo definitivo, ou não, que devem ser feitos novos estudos para chegarmos a conclusões mais concludentes. O presente estudo abre, portanto, precedentes para novos complementos nesta vasta área do conhecimento da psique humana.
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