Alvorada de Minas

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Gnome-searchtool blue.png Alvorada de Minas é uma pequena cidade desconhecida.
Você pode estar perdendo seu tempo à-toa ao ler sobre essa joça.
Até os Correios precisam contratar um guia para encontrar essa vila.

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Alvorada de Minas é uma cidadezinha localizada em Minas Gerais, que, de tão pequena e insignificante, nem mesmo o Google Maps consegue encontrar. Com aproximadamente 3.482 habitantes, não podemos nem considerar Alvorada de Minas como uma cidade, mas sim como uma tribio indígena um pouco mais avançada do que aquelas que, de fato, vivem no meio do mato.

História[editar]

Uma das minas de ouro localizadas em Alvorada de Minas que os mineradores mais gostam de explorar.

Assim como 90% das cidades de Minas Gerais, Alvorada de Minas foi fundada por um idiota ganancioso, que estava interessado na exploração total das lucrativas minas que haviam na região. Apesar de Alvorada de Minas realmente ter muitas minas que poderiam render muito dinheiro, o solo era péssimo, e o fundador quase morreu, pois não nascia sequer uma mandioca fina para matar a sua fome. Por conta disso, ele acabou desistindo de seu objetivo e foi embora, indo para algum lugar do Triângulo Mineiro. Porém, antes disso, ele fincou uma bandeira no solo, para dizer que aquelas terras pertenciam à ele. Obviamente, isso não adiantaria absolutamente nada, pois qualquer um poderia retirar a bandeira e ignorar totalmente a existência do primeiro descobridor. Bem, mas o que vale é a intenção.

Como existe muita gente gananciosa, pouco tempo após o descobridor das terras ter partido, apareceram muitos outros, mais idiotas e gananciosos ainda. Na verdade, esses eram tão idiotas que acreditavam que poderiam sobreviver naquelas terras, mesmo sem ter absolutamente nada para comer. Por conta disso, eles fundaram um pequeno vilarejo para morarem enquanto exploravam as minas, que ficou conhecido como Santo Antônio do Rio do Peixe.

Obviamente, como o solo não dava nada, logo as terras acabaram ficando abandonadas, pois a grande maioria dos exploradores bateu com as dez, e os poucos que restaram, foram para alguma outra região decente. Percebendo que ninguém nunca conseguiria morar naquele lugar, o prefeito de Serro (outra cidadezinha esquecida, que ficava ali do lado) resolveu anexar aquelas terras à sua cidade, pois dessa forma, as duas cidades conseguiriam sobreviver juntas. E ele estava certo, afinal, a união faz a força.

Alguns anos mais tarde, os moradores da antiga Santo Antônio do Rio do Rio do Peixe, achando que já poderiam se sustentar com as próprias pernas, começaram uma guerra para conseguir a autonomia. Bem, como Santo Antônio do Rio do Peixe sempre foi um bairro absolutamente inútil, que não gerava nenhuma renda, o prefeito de Serro preferiu nem defender o território, e autorizou a separação das cidades. Após feita a separação, os moradores de Santo Antônio do Rio do Peixe resolveram rebatizar a cidade, pois eles queriam esconder o passado negro. Então, após terem pensado por muito tempo (aproximadamente cinco minutos) eles escolheram o nome de Alvorada de Minas, que é o que permanece até hoje.

Cidade[editar]

Basicamente, grande parte do território da cidade é composto por mato. Fora isso, ela é uma típica cidadezinha esquecida do interior, em que metade da população tem menos de dois dentes na boca e fica na calçada fofocando sobre a vida da biscate que vai na praia e usa um biquíni do tamanho de um dedal, sobre como a Dona Maria engordou depois que se casou com o , e de como a programação da Rede Globo ficou uma porcaria nos últimos tempos... Enfim, eles ficam papeando sobre diversos assuntos culturais e muito interessantes.

Como nenhuma empresa decente tomou a iniciativa de investir na cidade, Alvorada de Minas não tem energia elétrica, não tem água encanada, e muito menos saneamento básico. Por isso, os moradores de lá costumam dormir às 6 horas da tarde, pois assim, não precisam se preocupar em ficar acendendo o lampião. E também todo mundo tem uma casinha no quintal, que é onde... Bem, creio que não seja necessário maiores explicações.

Ver também[editar]