Amaury Jr.

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Pewds Psicopata.jpg Este artigo é sobre uma subcelebridade

e já foi figurante em programa de auditório.

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Cquote1.png Arroz de Festa. Cquote2.png
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Amaury Jr. sobre seu tesão por mandiocas
Amaury Cochette da Costa Empinada Jr., filho de Amaury Cochette da Costa Empinada e Amaury Maria da Costa Empinada, nasceu em Catanduva (SP) em algum ano no início do Século XX (ele não revela a idade) e exerce atualmente a ocupação de jabazeiro profissional jornalista. Atualmente, apresenta o Programa Amaury Jr., transmitido pela Rede TV! (a rede que mais cresce no Brasil) e sucessor de seu programa anterior, Flash, nos intervalos da programação da Polishop. Amaury é conhecido pelas perguntas criativas, pelo inglês fluente e pelo extremo contato físico que costuma ter com seus entrevistados.

A infância[editar]

Foto rara de Amaury Jr ainda bebê.
Terceiro filho de uma família de protestantes católicos, Amaury teve uma infância humilde na plantação de arroz em que seus pais trabalhavam. Apesar de, posteriormente, não esconder sua habilidade em pegar no cabo da enxada, naquela época ele se recusava a trabalhar no campo como seus pais e irmãos; queria apenas participar de festas. No entanto, a vida difícil de agricultor não permitia muita comemoração.

Numa tarde quente de julho, entretanto, a vida modorrenta de Amauryzinho sofreria uma profunda mudança. Ele tinha então 14 anos, e não tinha trabalhado um dia sequer em sua vida. Sentado num pau da cerca, ele viu ao longe uma caravana que se aproximava. Eram os músicos da banda norte-americana Kool & the Gang, que fariam um show na quermesse em homenagem ao padroeiro da cidade, São Jeremias.

Kool & the Gang, a banda que marcaria a vida de Amauryzinho.
À noite, ele e sua família foram à praça principal participar das saudáveis festividades. Amaury se recorda que tinha apenas a imagem da banda em sua mente enquanto brincava em seus brinquedos preferidos: o pau-de-sebo, o trepa-trepa e o arremesso de arruelas. Havia também um pequeno jogo de futebol acontecendo, mas ele costumava se manter distante do violento esporte bretão - quando pequeno, tomou uma cabeçada no céu da boca e uma bolada no queixo que o deixaram desacordado por muito tempo.

Então, todas as luzes se apagaram. Amaury recorda até hoje, emocionado, o momento em que o show começou: "Eu estava comendo um croquete de linguiça e tomando vitamina de mandioca quando aqueles rapazes entraram no palco e começaram a cantar e dançar. Naquele momento eu decidi largar a enxada e me dedicar a uma vida de glamur (sic)". O impacto do show foi tão marcante para Amaury que hoje ele usa a canção mais famosa da banda, Celebration, como tema de seu programa.

Na cidade grande[editar]

Bala de Troco, Amauryzinho pegou um pau-de-arara que fazia a rota Catanduva-São Paulo (direto) rumo ao que acreditava ser seu destino mágico. Ficaria hospedado na casa de um tio velho e solitário, ex-seminarista, até conseguir encontrar um emprego que lhe permitisse alugar outro lugar para ficar. Assim, era óbvio, tanto para ele quanto para o tio, que ficariam morando juntos por muito tempo.

Algumas semanas foram suficientes para Amaury começar a questionar sua decisão. Seu tio, de hábitos extremamente reclusos, não saía de casa. Diversão para ele se consistia em, junto com seu sobrinho, submeter-se a sessões intermináveis de massagem tailandesa e brincar de "gato mia". Amaury não estava satisfeito com aquilo. Ele queria ação. Ele queria festa. Ele queria emoção. Assim, tomou uma decisão radical: iria trabalhar pela primeira vez na vida. Perguntando pelas ruas, descobriu o lugar do agito na capital paulista e foi para lá sem pensar duas vezes.

Os alegres dias na Cracolândia[editar]

Amaury no início da carreira, quando ainda abordava seus clientes na rua.

Chegando lá, Amaury rapidamente conseguiu emprego como garoto de programa. Ele lembra de seus dias de glória: "Eu fazia muito sexo. Mesmo. Mulheres, homens, crianças, animais, objetos pontiagudos e/ou com orifícios redondos... nada escapava. Fui eleito "michê do mês" seis vezes seguidas e meu cafetão me promoveu a "prostituto júnior, nível dois", de tanto sucesso que eu fazia."

Com o novo cargo, Amaury pôde sair do becos escuros, apertados e úmidos para atender clientes em domicílio. Era uma compensação por seu trabalho duro. "Foi bom, porque isso me acalmou. Eu andava muito estourado", comenta.

Sua nova função fez com que conhecesse a cidade toda. Amaury visitava clientes nos mais diversos locais, como casas de família, escolas primárias, asilos, casas de repouso, seminários, bases militares e outros antros de perdição estabelecimentos. Enfim, pela primeira vez ele podia dizer que estava realmente feliz por ter deixado a enxada atrás, perdão, para trás.

Foi num de seus atendimentos que Amaury conheceu um rico empresário do setor de telecomunicações cujo nome é melhor permanecer em sigilo. Impressionado com a desenvoltura do rapaz, ele lhe ofereceu uma vaga na emissora de um amigo seu, a TV Tupi-Guarani. Na época, este rico empresário do setor de telecomunicações cuja identidade não será revelada nem com muita insistência ainda não tinha seu canal de televisão, mas sabia que o destino de Amaury, como o de toda pessoa promíscua, era diante das câmeras.

Amaury na TV[editar]

Poucos dias depois, Amaury foi à sede da TV Tupi-Guarani para sua entrevista. Lá, foi recebido pelo presidente da emissora em pêlo em pessoa, que estava ansioso para ver o tamanho do talento do rapaz. Concluído o teste do sofá, o executivo percebeu que Amaury tinha realmente muita habilidade no manejo do microfone e na cobertura dos bastidores, então resolveu contratá-lo.

Aproveitando que estava para estrear um programa científico, o presidente do canal de TV resolveu testar Amaury colocando-o para apresentar a nova atração. A primeira edição iria cobrir a inauguração do novo laboratório de Biologia da USP.

Chegando lá, Amaury ficou fascinado. Era um coquetel. Viu ali, à sua disposição, bandejas e mais bandejas de comida, garrafas e mais garrafas de bebida. Há tanto tempo comendo apenas lixo e bebendo somente água de chuva, ele não pôde resistir: foi direto ao bufê e atacou.

Os convidados, obviamente, ficaram chocados. Amaury podia sentir isso. Foi então que teve a ideia genial de entrevistá-los, perguntando sobre suas famílias e babando muito seu ovo (seus ovos?). Foi um sucesso: pesquisadores de universidade pública, acostumados a não receber atenção de ninguém, abriram seus corações.

O evento foi um acontecimento histórico: tratava-se da primeira vez que professores universitários não ameaçaram entrar em greve assim que viram uma câmera de TV. O feito permanece inimitado até hoje.

O chefe de Amaury, ao ver o resultado, achou melhor manter o programa daquela maneira, já que o público em geral estava mesmo muito mais interessado em fofoca que em ciência. Nascia aí o programa Lâmpada de Magnésio (já que o flash ainda não existia).

Estrutura do programa[editar]

Desde o início, o programa tem a mesma estrutura:

  1. Amaury entra numa festa patrocinada por seus anunciantes;
  2. Come, bebe, olha em redor e escolhe suas vítimas;
  3. Aproxima-se de alguém que não conseguiu escapar e começa a fazer perguntas sobre sua vida pessoal (com o braço bem enganchado, claro, para não deixá-la fugir);
  4. Amaury então entra em loop, repetindo as etapas 2 e 3 até:
a) Cair bêbado (antes faz entrevistas com a voz meio pastosa);
b) A festa terminar, ou
c) Acabarem-se as vítimas interessantes.

Apenas a terceira etapa, é claro, aparece no programa. Mas este link mostra cenas inéditas e bizarras da glutonice do apresentador. É recomendável assistir a estes vídeos em jejum, para não correr o risco de enjoar.

Associação Amaury Jr. de Amparo ao Jabazeiro[editar]

Cquote1.png Santa literalidade, Batman! Isso é o que eu chamo de um baba-ovos! Cquote2.png
Robin

Com o tempo, Amaury percebeu que não precisava mais morar com seu tio eremita: se conseguisse anúncios de hotéis, poderia morar neles; se anunciasse restaurantes, comeria neles; carros, iria dirigi-los. Motivado, investiu pesado em seu programa para garantir seu autosustento e hoje em dia pode dizer, feliz, que come do bom e do melhor e dorme tranquilo sem gastar nada. "E o que é melhor, jamais precisei voltar a vender meu corpo", completa.

Vendo seu sucesso, Amaury resolveu fundar a Amajabá - Associação Amaury Jr. de Amparo ao Jabazeiro, voltada a ajudar profissionais iniciantes na carreira.

Membros famosos da Amajabá[editar]

Amaury, o poliglota[editar]

Numa das festas, Amaury conheceu aquele que viria a ser o grande amor de sua vida um grande amigo: o latifundiário Carlitos Tevez. O sofisticado argentino, frequentador de festas luxuosas, foi quem introduziu na roda de Amaury Amaury na roda da alta sociedade. Entretanto, o apresentador, ainda iniciante, não conseguia falar outro idioma que não o paulistês e não tinha, desta forma, chance nenhuma com os aristocratas.

Tevez, que na época falava vários idiomas, prontamente ajudou seu amigo a aprender alguns deles. Entretanto, Amaury não conseguiu ir além do inglês básico. Ensiná-lo foi um processo tão difícil que enlouqueceu Tevez, fazendo-o regredir a um ponto tão primitivo que hoje ele se comunica apenas numa língua rústica e primitiva conhecida como tevezês.

Futuro[editar]

Nos próximos anos, Amaury pretende adquirir seu próprio canal de televisão, em que transmitirá jabá 35 horas por dia. Ele pretende rivalizar com líderes no segmento como Polishop e Shoptime.

Ao mesmo tempo, Amaury negocia com Dr. Roberto a compra da Fundação Desciclomídia como forma de dominar também a internet. "É um projeto fantástico! Uma enciclopédia que até alguém como eu é capaz de entender!", justifica ele.

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Amaury Jr. no Mundo do Contra:

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