Americano do Brasil

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Americano do Brasil é uma distante fazenda em algum lugar em Goiás, a sua população estimada em 2009 segundo o IBGE (Instituto de Burrices Geográficas) era de 4.000 habitantes, e vem diminuindo cada vez mais, a medida que o povo descobre que pode ir viver na periferia de Goiânia, Anápolis, ou Brasília.

História[editar]

O Brasil e a americana!

Por incrível que pareça, essa tragédia de cidade tem história! Tudo começou em 1946, quando Benedito de Almeida Lara, bêbado e fora de si, decidiu abrir um pequeno comércio no meio do nada na "movimentadíssima" estrada de barro entre Goiânia e Macchu Picchu, para vender jumentos, água, bússolas, materiais para macumba e outros itens indispensáveis para viajantes. Nessa época o distrito era conhecido pelo nome de Benedito Lara e tinha 1 habitante, com densidade populacional de 0,005 habitantes por km².

Anos depois surge em Benedito Lara Sr. Donatil, o segundo habitante do local, vindo lá do sertão paraibano, herdou o comércio do seu falecido amigo Benedito de Almeida Lara. Inspirado nos filmes de Clint Eastwood abriu ao lado do antigo comércio uma pensão-cabaré-bordel para abrigar e saciar sexualmente quem passava por ali. O nome do município foi modificado para Donatil. Naturalmente, após a abertura do cabaré (e de algumas pernas), a população local começou a crescer.

Aparece um homem chamado Sr. Godofredo Amaral, que grilou as vastas terras locais do governo e vendeu para um monte de gente do MST, o distrito conhecido como Godofredo Amaral foi criado em 1961 como cocô fedido de Anicuns (porque se Anicuns é o cu, Americano do Brasil é a merda!).

O nome foi trocado para o atual e besta nome de Americano do Brasil em homenagem ao poeta, jornalista, humorista, desenhista, onanista, escritor, advogado, fundamentalista e político goiano, Dr. Antônio Americano do Brasil.

Com o crescimento (já que pobre e miserável se reproduzem mais rápido que ratos), em 1980 eleva-se à condição de município-pobre-pra-cacete-de-Goiás.

Atualmente nada acontece, além de umas ocasionais aparições de Poltergeists nas praças da aldeia.

Economia[editar]

Essa cidadezinha cheia de caipiras vai lá ter economia que preste? Desista!... No máximo vão guardar o carunchado feijão do almoço para os catarrentos à noite nao irem dormir sem comer nada.

Conta com uma complexa rede de fossas, já que a cidade não possui rede de esgotos (segundo autoridades políticas, esgoto fica debaixo do chão e o que fica debaixo do chão não rende voto)... Isso abre espaço para um rentável negócio chamado de limpa-fossa (chupa-bosta) que comanda a economia local.

A julgar pela quantidade de cornos que existem na cidade, o turismo sexual é uma atividade rentável e desejável. Uma recomendação essencial é tomar cuidado com as putas preferidas dos políticos, elas podem corromper você. Tanto os visitantes como os americanenses vão para algum bar, uma feirinha aos sábados ou restaurante eles sempre querem comer picanha, bacon e frango assado. Algo que só é suportado pela genética rudimentar dos goianos.

Segurança[editar]

A cidade conta com 1 xerife, conhecido também como bedel, é o que menos trabalha na cidade inteira. O carro patrulha é um Fiat 147 do ano de 1960 movido a gás com rodas de ferro aro 17... Também nem precisa de segurança todo mundo é cumpade e cumade mesmo.

Saúde[editar]

Quem fica doente em Americano do Brasil tem que depender dos tratamentos da vovó e garrafadas de um benzedor chamado Baralheiro. Se você estiver moribundo e precisar de assistência, há duas saídas: ir para um hospital da capital tentar a sorte (você pode morrer nos péssimos hospitais públicos ou particulares, tanto faz), ou esperar a morte em casa, dá no mesmo. Por haver vários dependentes químicos na cidade (mais de 90% da população é alcoólatra e/ou usuário de algum entorpecente), vivem sempre aloprados e fora de si. Por este motivo continuam votando nos mesmos candidatos a prefeito e vereadores, ninguém quer descer do poleiro, não fazem nada e nem deixam outros fazerem. Este é o principal motivo de ter uma saúde de merda.

Educação[editar]

As melhores escolas de Americano do Brasil são os bordéis e botecos mesmo, a melhorzinha fica no centro da cidade, conhecida como Chopinho