Amonite

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Omanyte Omastar Amonite
Um grupo de amonites com medo de virar comida
Um grupo de amonites com medo de virar comida
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Moluscuoh
Classe: Caracolopodah
Ordem: Cephaconhoptera
Família: Espiralizae
Gênero: Povidentrudeconchumus
Espécies
Omanyte, Omastar

Cquote1.svg Você quis dizer: Omanyte? Cquote2.svg
Google sobre Amonite
Cquote1.svg Pelo monos não sou só eu... Cquote2.svg
Trilobita sobre Amonite virarem comida de tudo.
Cquote1.svg Esse caracol tem tentáculos! Cquote2.svg
Você sobre Amonite.
Cquote1.svg Ai que burro da zero pra ele! Cquote2.svg
Chaves sobre comentário acima.

Amonites, são conchas de caracóis espremidas lateralmente com um polvo dentro. Esse nome foi plagiado emprestado do deus egípicio Amon, que tinha chifres em forma de caracóis amonites. Assim como os trilobitas, amonites não servem para porra nenhuma (além de alimentar animais maiores).

O que é[editar]

Um amonite da atualidade (feito de um material chamado prástico plástico.
Outro amonite da atualidade, porém mais rico, e feito de porcelana (ou não).

Amonites não são nada além de uma concha de caracol abandonada que virou propriedade de um polvo.

O tamanho dos amonites varia desde minúsculas espécies do tamanho da sua mão (que geralmente são engolidos inteiros por qualquer coisa), até grandes espécies de um metro de diâmetro (que são comidos também, mas primeiro tem a casca quebrada). A maioria das rochas em que existem amonites que escaparam dos peixes virando pedra, escaparam junto com Belemnites, que não passam de lulas com cabeças protegidas por uma concha. Esses dois moluscos enconchados tinham partes moles, que deviam ser bem protegidos com a conchas. Apesar disso, qualquer animal podia quebrar-la facilemnte, ou engolir o amonite inteiro (os belemnites também, mas esse artigo é para amonites), o que tornava essa proteção extremamente inútil.

Eles possuiam tentáculos (eram polvos dentro de conchas, é óbvio que tem tentáculos!), que ficavam em volta de seu bico, que alguns cientistas chamam de mandíbula. Amonites viviam no mar e se moviam por propulsão a jato, expulsando ar pelo cu. Esses moluscos são tão inúteis, que quando descobriram o primeiro fóssel, disseram que era de uma cobra. Os únicos amonites famosos de que se tem notícia são omanyte e omastar, que mesmo assim não passam de pokemons.

Estrutura corporal[editar]

Podemos dividir a estrutura corporal em externa e interna. A parte externa é a coisa mais simples da terra, podemos resumir em uma concha de caracol com um polvo dentro. A estrutura corporal interna dos amonites é complicada. Para que idiotas leigos entendam melhor, vamos dividir o amonite em duas partes, a concha e o polvo.

Concha[editar]

As conchas de amonites são identicas as conchas de caracóis, com a diferença de que as conchas de amonites terem sido esmagadas lateralmente de alguma forma. A concha era reforçada por costelas curtas e retas, para não desmanchar do nada (somente quanto ocorre um ataque, e dividida em câmaras.

A câmara mais no fundo, era a cavidade mais antiga. Os amonites nasciam só com uma câmara (e ocupavam ela, logo não sobra mais espaço), e sua cabeça saia por uma abertura. Quando um jovem amonite crescia, ele construía uma câmara maior na frente da abertura, e em seguida se mudava para lá. Esse cansativo processo se repetia sempre que o amonite crescia, e foi criado para que essas criaturas não sejam vagabundas. As câmaras mais velhas serviam de tanques flutuadores, e eram cheias de nada ar.

O amonite possuia um delicado tubo (ui!) que bombeava água e enchia as câmaras com gás tornando o amonite leve o suficiente para flutuar e não ser pego por animais escondidos debaixo da areia. As câmaras cheias de ar também serviam para expulsar água e mandar o amonite para longe, fazendo-o ir para a boca de um predador fugir da morte.

Polvo Parte mole[editar]

Pintura que não explica nada sobre a estrutura corporal dos amonites, mas representa um amonite com toda veracidade, e foi feita por um retardado morador de um hospício.

A parte mole dos amonites, inclui os tentáculos, usados para capturar raras presas mais fracas (bactérias), a boca (que na verdade é um bico, mas isso não importa), as brânquias, que fazem o amonite respirar embaixo da água (espero que você já saiba disso), o estômago, onde as bactérias comidas são digeridas, e saem pelo cu. Também existiam o rim, o coração e o ovário, onde a mamãe (ou o papai, devido o fato de serem assexuados) faz o amonitinhos que depois são expulsos de dentro do corpo da mãe/pai para crescerem, terem filhos e virarem comida, ou pedra (se derem sorte) e caso aconteça a petrificação, e serem achados por nerds milhões de anos depois. os amomites eram muito queridos, normalmente gays. havia muito poucos que gostavam de raprigas, mais uma vez so gostavam de rapazes (gayy), na escola eles só tinham negativas mesm sendo uns autenticos nerds... seitaaaaaa

Nome[editar]

Amon, o deus egípicio que emprestou seu nome a essa coisa.

Se você não pulou o artigo inteiro só para ler essa seção (o que é pouco provável, pois essa provavelmente é a seção mais sem graça, apesar de você só descobrir isso ao ler essa parte do artigo), já viu que o nome amonite foi plagiado inspirado no deus Amon, um deus egípicio com chifres em forma de conchas, que necessariamente não seriam de amonites, mas que pelo menos se parecem com elas.

Amon provavelmente era um inútil, logo os animais com seu nome também serão inúteis. Porém Amon não pode tem do que não recalmar, pois os amonites eram rápidos e numerosos. Apesar disso ele não gostou de ter seu nome dado a criaturas tão insigificantes maravilhosas. Amon tentou aprender a conviver com isso, mas no fundo do cu coração, ele ainda odeia o nerd que pôs esse nome nos amonites, e fazendo ênfase aos seus chifres.

Caminho para a morte Vida[editar]

A vida de amonites é (ou pelo menos era) difícil. As dificuldades começam já ao nascer, pois amonites nascem como as coisas mais simples que um humano (nesse caso, um animal, porém da tudo na mesma).

Basicamente, amonites bebês, são bolinhas minúsculas, com tentáculos minúsculos saindo de uma abertura minúscula. Isso os torna alvo fácil para qualquer ser vivo presente, até mesmo para uma alga. O sofrimento continua com a medida que o amonite cresce (isso se algo não o comer). Quanto menos minúsculo maior o amonite fica, mais apertada fica sua câmara, e ele é obrigado a construir outra câmara maior mais para frente.

Como você já leu, esse processo se repete várias vezes, para que os amonites não crescam vagabundos. O próximo castigo, é a fraqueza, pois não interessa se o amonite tem cinco centímetros, ou cinco metros, ele sempre vai ser atacado e comido, a diferença é que os amonites maiores tem a concha quebrada, e os menores são engolidos inteiros.

Mudando um pouco de assunto, a vida dos amonites não se resume apenas em morrer uma derrota luta constante contra a morte. Na verdade, a vida dos amonites se resume em nascer, crescer, comer bactérias e vagar sem rumo pelo oceano, realizando todas essas tarefas enquanto espera sua morte.