Anajás

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Município de Anajás
"Anal, já!"
Bandeira de Anajás.png
Bandeira
Fundação Não disponível
Gentílico analenses
Lema Cidade do cu
Localização
Localização de Anajás
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Ilha dos Búfalos
Microrregião Furos dos Brejos
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Clima Não disponível

Cquote1.png Você quis dizer: Anal, já! Cquote2.png
Google sobre Anajás
Cquote1.png Experimente também: Oral, já! Cquote2.png
Sugestão do Google para Anajás
Cquote1.png Ui! Adoro! Cquote2.png
Clodovil sobre Anajás
Cquote1.png Eu tenho medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre Anajás
Cquote1.png Ai, que susto! Cquote2.png
Doutora Carlas sobre Anajás
Cquote1.png Que nojo! Cquote2.png
Qualquer ser politicamente correto sobre Anajás

Anajás é mais um municipiozinho localizado no vasto Pará, estando ele estacionado mais exatamente na Ilha do Marajó (aquele pedaço de terra que ninguém conhece além do que está desenhado no mapa do Brasil e que fica flutuando aleatoriamente entre os estados do Pará e Amapá). Apesar de ser um município muito antigo, Anajás nunca teve um grande reconhecimento por parte do Governo do Estado do Pará, haja visto que sua localização geográfica não é nenhum pouco favorável para o repasse de verba e melhoria de vida da população.

Mesmo sendo tratada como um incômodo total, Anajás ainda tem a vergonha na cara coragem de se chamar paraense, quando bem que podia decretar a sua autonomia junto com todos os municípios da Ilha do Marajó, que recebem o mesmo tratamento desigual se comparado com todos os outros municípios mais próximos da capital do estado, Belém, tal qual Ananindeua, Benevides, Marituba e todos os outros vilarejos municípios da Região Metropolitana de Belém.

História[editar]

Vista aérea da cidade de Anajás, porque ela é muito mais bonita vista de cima do que por dentro.

Anajás, assim como todo município que se originou no meio do mato, tem a sua origem em uma antiga aldeia indígena que hoje (claro!) está extinta. Tal aldeia teve seu apogeu lá por 1900 e guaraná com rolha, quando plantava, caçava e pescava. Porém, depois do surgimento do homem branco colonizador e de suas tecnologias moderníssimas como o espelho, a caneta BIC e o sutiã, ocorreram várias ondas de corrupção na aldeia, fazendo com que os próprios índios começassem a se dizimar aos poucos, tudo em busca de poder para si mesmos.

Quando estavam no seu auge, eles eram conhecidos como Anal Já, pois tinham uma incansável sede por um cu corpo e contatos libidinosos, principalmente as idealizadas na "válvula de escape". Com a chegada dos primeiros brancos e catequização dos índios do Anal Já, a tribo perdeu esse nome pecaminoso e lhe foi acrescentando um "S" de Sadia no final da palavra, acrescida da junção das palavras "Anal" e "Já", surgindo assim a bendita Anajás, tema deste artigo.

Mesmo assim, com esse nascimento mara! e seu declínio trágico, todos tinham medo dos Analjaenses, mesmo os que não tivessem origem dos índios da antiga tribo, tudo com medo de não terem o seu toba perdoado. Por esse motivo, nenhum outro município da Ilha do Marajó queria ter a responsabilidade de ter Anajás como sua vila, ou mesmo como um distrito, preferindo mais que eles morressem de fome ao prestar ajuda. Foram vários os municípios que jogaram Anajás fora de seus limites, principalmente quando sentiam um bafo na nuca do município tarado, sendo que o primeiro que mandou Anajás pastar foi o isso, isso, isso... Chaves.

Depois dos anajaenses lançarem olhares cobiçosos sobre os chavenses, o município o expulsou dali, sendo ele anexado por Breves, que, brevemente, o expulsou dos seus domínios (também), indo parar com o município de Afuá, que também não o quis por ali. Depois disso tudo, Anajás cresceu tanto a ponto de ter o direito de virar um município autônomo e ter os seus próprios direitos e terras (já estava na hora).

Clima[editar]

Um feriado prolongado em Anajás sendo comemorado com festa (algo muito comum por ali).

Contando com quase 3 25.000 habitantes, Anajás está entre uma das maiores cidades do Pará da Ilha do Marajó, perdendo somente para todas as outras algumas pequenas vilinhas. De clima super úmido, é um dos municípios mais molhados do Brasil, perdendo somente pra Calçoene, no Amapá, onde tem tanta água quanto puta em esquina de estrada movimentada em feriado prolongado.

Economia[editar]

O principal produto exportado por Anajás são os seus artesanatos feitos pela própria população, algo tão manual, pobre e simples que foi herdado pelos índios de Anal Já, haja visto que os mesmos não tinham uma criatividade tão monumental assim para criar uma pirâmide tal qual os Maias tinham no México para atrair os turistas que viriam a surgir no futuro e que adoram tirar fotos de velharias.

O único monumento antigo, ainda em pé, que existe em Anajás é a sua Biblioteca Pública, que de tão inútil serventia acabou virando peça de museu, já que foi totalmente abandonada pela população que pouco se importa em entrar no local para ler um simples livro que seja, nem que tenha de ser os mais antigos e ainda escritos à mão com uma pena.

Turismo[editar]

Um quadro artesanal feito por um morador de Anajás. Belíssimo, não?

Anajás é mais uma cidade sem nenhum atrativo turístico. Passar as férias lá é mais tedioso do que na própria capital do Pará, Belém.

A única festa anual que tem é para o Menino Deus, que nada mais é do que Jesus Cristo ainda criança, mas que a população resolveu deixar o nome de "Menino Deus" por ser mais kawaii. Depois dessas épocas festivas em homenagem ao guri, nada de mais acontece na cidade, que acaba realmente fenando durante o ano inteiro.

Sempre que visitares Anajás vá equipado com KY, camisinha ou mesmo um Bambu lubrificante, só por via das dúvidas, mesmo que a população aparentemente não ofereça perigo algum.