Anglesey

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Anglesey é uma mística ilha do País de Gales cuja capital é Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch (fato!), é um local de seres misteriosos, ocultos em suas tocas, usando uma variante do já bizarro idioma galês, com costumes de perambular por bosques empunhando cajados e conjurando feitiços, é umd estino quase obrigatório para o turista no País de Gales.

História[editar]

Habitantes de Anglesey, sempre muito místicos.

A ilha de Anglesey foi primeiramente colonizada por um grupo de celtas dissidentes, que mais do que tocar flautas gostavam de coletar os cogumelos exclusivos que cresciam na encosta da ilha para fabricar poções afrodisíacas para que assim pudessem realizar o sonho de um dia consumir uma loira sueca.

Mas antes que o Império Druida prosperasse, a ilha foi tomada pelos romanos, que francamente, não sabiam explicar o que estavam fazendo ali, provavelmente erraram na curva rumo à Mascate, e por isso não ficaram muito tempo e foram, embora.

Os próximos a invadir foram os vikings, que fizeram o que sabem de melhor: Barbarizar, e assim barbarizaram Anglesey.

No século XIII, o carismático Eduardo I da Inglaterra foi o responsável por banir todos Cavaleiros que Dizem Ni que viviam nas florestas de Anglesey e fazer seu território parte de seu reino até hoje.

Geografia[editar]

Anglesey é uma ilha, interligada com a civilização por apenas duas pontes, as quais tem a passagem vigiada por gnomos fortemente armados com pó mágico. São permitido a passagem apenas de turistas e britânicos com autorização especial da rainha.

O interior da ilha é repleto de bosques e mais bosques, num clima frio onde é possível plantar apenas flores.

Cultura[editar]

Todos em Anglesey, por algum motivo bizarro, acham que são druidas e sentem prazer em fazer os estrangeiros pronunciarem suas palavras ridicularmente longas.

O povo local é reconhecido pelo consumo exagerado de queijo tipo Stilton, especialmente na época do Festival Llanddedrawr Gwylantymronr, ou Festival Ponha Queijo na Orelha do Máximo de Pessoas Possíveis, que ocorre todo fim de ano do calendário celta. Embora essas brincadeiras gerem crises de saúde pública terríveis, ela é uma das maneiras do povo local passar o tempo, pois lembre-se, eles estão no sem graça País de Gales, cuja principal diversão é batizar cidades com nomes absurdamente impronunciáveis.