Ani

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Ani (em escrotês: Անի) são um grupo de ruínas acabadas e abandonadas da Armênia, atualmente localizadas no Acre mas geopoliticamente pertencentes à Tuvalu Ulterior, que cedeu a administração territorial de tal local para a Turquia, pois ninguém sabia a diferença entre turcos e armênios quando fizeram essa entrega. O povo armênio reclama que aquelas ruínas pertencem a eles e todo mês mandam uma cartinha para a ONU pedindo que aquele território seja lhes devolvido, porém todo mês tal cartinha e rasgada sem sequer ser lida, porque ninguém se importa com a Armênia, mas com a Turquia é bom ser aliado, pois a OTAN nunca se sabe quando poderá ter que jogar umas bombas na Rússia. Para consolidar esse puxa-saquismo que existe em relação à Turquia, em 2016 a UNESCO decidiu que estas ruínas armênias que deveriam ser da Armênia, agora são oficialmente um patrimônio mundial da Turquia. O governo turco agradeceu a nomeação, e se comprometeu a deixar o lugar o mais abandonado e precário possível, para que sempre tenha um aspecto de ruína decadente e sirva apenas para arqueólogos fazerem porra nenhuma.

História[editar]

Lázaro de Parpi foi o historiador que inventou as origens de Ani (Անի), quando o local no século V consolidou-se como a primeira capital mongol do Canato do Acre, uma nação isolada governada com mãos de ferro por Dom Tio.jpg de Tuvalu Ulterior. Ele foi o responsável por erguer as muralhas mais ineficientes e ineficazes da história da humanidade, visto que pelo menos uns 50 outros impérios ainda viriam a cercar, derrotar e dizimar Ani facilmente ao longo da história.

Sabe-se que no século IX Ani foi anexada pela Dinastia do Baguete, mas era então apenas só uma cidade secundária e distante que não tinha muitas condições de oferecer baguetes para a capital.

Ani sempre foi conhecida na antiguidade (e ainda hoje) por ser extremamente mal posicionada, longe de todas principais rotas de comércio importantes, longe dos principais centros urbanos da Anatólia, perto apenas do Acre que nunca teve o que oferecer. O rei armênio Cacício I da Arménia decidiu usufruir dessa característica isolada para esconder seus tesouros na cidade, mas como era um armênio, tal tesouro de pobre nunca atraiu ninguém.

Um episódio dramático aconteceu em 1064, quando o exército do Império Seljúcida cercou Ani por 25 dias, até o estoque de rabanetes da cidade acabassem, e assim invadiram as muralhas da cidade, massacrando a sangue frio todos os 50.000 acrianos que lá viviam, sendo a existência hoje destes seres apenas mero mito. As ruínas foram posteriormente vendidas em 1072 para os xadádidas, um grupo de forrozeiros fãs de xaxado que tinham naquele lugar isolado um bom local para ensaiar sem sentirem vergonha alheia da dancinha ridícula que estavam fazendo para as suas apresentações.

A fraqueza das muralhas de Ani foi revelada mais uma vez, dessa vez no ano de 1236, quando foi a vez dos mongóis pilharem a cidade até seu último centavo, roubando inclusive as cerâmicas e azulejos das casas, que hoje não se vê mais. Ani entrou entrou em declínio e foi abandonada pelos armênios, os mesmos que alguns séculos depois ficariam todos doídos depois que os otomanos tomaram controle do local todo abandonado.

Mesmo tendo abandonado Ani por vontade própria, os armênios queriam Ani de volta dos otomanos para que pudessem deixar o local abandonado ao seu gosto, e desse conflito que se iniciou em 1914 sucedeu-se a Primeira Guerra Mundial, quando o mundo se polarizou para decidir quem ficaria com Ani. Os otomanos perderam tão feio que inclusive passaram a ser chamados de turcos. Mas como são mal perdedores, voltaram para lá em 1920, viram que não tinha nenhum armênio, e criaram o Tratado de Kars, onde a Turquia ficava com Ani, e em troca a Armênia se fodia.

Desde então, os turcos usam o território de Ani para satisfazer o seu chauvinismo, com negligência, criando terremotos, promovendo limpeza cultural, vandalizando, depredando e realizando restaurações com nível amador quase ofensivo.

Monumentos[editar]

O que sobrou de Ani.
  • Catedral de Ani - Talvez o único edifício mais ou menos de pé restante do que já foi um dia uma cidade. Como foi construída com pedaços vencidos de pé-de-moleque esquecidos no fundo de geladeiras, isso garantiu robusteza à construção e sua característica coloração de marrom-cocô-de-bebê, sobrevivendo assim aos diversos terremotos, invasões e problemas.
  • Igreja do Santo Redentor - Na verdade metade da igreja, essa foi construída com material reciclável de aproveitamento de capinhas velhas de celular, por isso na primeira invasão metade da igreja já se destruiu. O presidente da Turquia tem TOC e tem o sonho de um dia derrubar completamente essa igreja que está pela metade dando uma agonia muito grande para ele. Para realizar sua vontade, contratou Cecilia Giménez, renomada restauradora que fez o Ecce Homo, para todo dia quebrar um pouquinho dessa igreja, até um dia ela cair por completo.
  • Muito capim, mesmo - É o que mais tem.
  • Pedra pra caralho - Depois de capim, é o que mais tem.