Anita Garibaldi

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Nota: Este artigo fala da mulher, se procura pela cidade consulte Anita Garibaldi (Santa Catarina).


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Corcovado.jpg CRIME OCORE NADA ACOTECE FEIJOADA

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas e prostitutas, puxa o saco de políticos e de picaretas em geral, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela corrupção e pelo alto custo de vida.

Mafiapre.jpg PORCA MISÉRIA!!

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Anita se viu obrigada a defender os gaúchos, afinal, alguém tinha que ser macho naquela bosta

Anita Garibaldi foi uma revolucionária catarinense, mais perdida que pulga em jacaré, que lutou na Guerra dos Farrapos ao lado dos infelizes gaúchos. Anita Garibaldi era, com certeza, a única pessoa que lutou no eixo da Farroupilha considerada "macha" de fato, porém, uma das pessoas menos inteligentes que já nasceu no estado de Santa Catarina. Morreu abraçada com o também revolucionário Giuseppe Garibaldi.

História[editar]

Anita nasceu na cidade de Laguna, na época que Laguna era uma província separatista. Não se sabe o porquê, mas essa doida resolveu lutar ao lado dos gaúchos protonazistas da época da Farroupilha. Isso deve ter acontrcido quando ela era uma pirralha sapata e foi influenciada pelos tropeiros lageanos, que são gaúchos, claro. Anita Garibaldi esqueceu que havia nascido em Laguna, cidade que tentava parar com o domínio gayúcho no Sul do país. Anita traiu o movimento catarinense, véia, e foi lá babar o ovo dos gaúchos (que preferiam que outro gaúcho fizesse isto).

Foi na guerra dos gaúchos esfarrapados que Anita conheceu Giuseppe Garibaldi. Anita considerava Giuseppe como um amigo de caçada e de chope mas Giuseppe era um pouco baitola e tinha Anita como um "amigo colorido". Assim, Anita mudou seu nome, que era Anita Corcova Penacho para Anita Garibaldi, por causa de seu colega de guerra, chope e futebol.

Após alguns anos de guerra, os gaúchos separatistas conseguiram finalmente fundar um país totalmente formado por pessoas do sexo masculino com gostos duvidosos, que chamaram de República Rio-Grandense. O Brasil não tinha nada a perder mesmo. Essa viadagem não durou muito tempo e ele eles pediram arrego no Brasil. As gaúchas foram moram no resto do Brasil. Anita, que já não tinha mais nada pra fazer, decidiu ir para outros lugares com Giuseppe, para caçar búfalos e fazer outras coisas de macho. Morreu ao lado de seu amigo Giuseppe.

Personalidade[editar]

E assim foi fundada a República Rio-Grandense...

Anita era uma pessoa de personalidade forte. Cuspia no chão, coçava o saco e gostava de atirar nos outros. Não gostava de coisas de mulherzinha. Sendo o humano mais macho que defendeu a separação, Anita tinha a obrigação de ajudar seus amigos gaúchos a serem homens uma vez na vida.

Anita era uma líder nata, mas preferia ser uma líder requeijão. Era uma pessoa inabalável. Levou 300 tiros mas continuou sua guerra a favor de algo sem noção. Como foi dito, Anita era corajosa mas nem um pouco inteligente. Dos 300 tiros, 299 foram dados por gaúchos que não suportavam que uma mulher estivesse no mesmo local que eles, pior ainda, uma mulher catarinense. Anita, no fundo, sabia que ajudar os gaúchos era o mesmo que estar no fundo do poço. Mas mesmo assim, ela se sentia na obrigação de ajudar seu amigo Giuseppe. Ao menos a amizade não foi abalada.

Ver também[editar]