Antônio Alves, Taxista

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Fábio Jr. taxista, o sonho de consumo de toda passageira.

Antônio Alves, Taxista foi uma novela ruim pra carvalho criada na Argentina com outro nome e foi importada para o Brasil pelo SBT, na nossa frente todo mundo, menos você. Foi exibida entre 6 de maio e 10 de agosto de 1996, tendo míseros 82 capítulos, devido ao fracasso do mote do SBT de tentar investir nos públicos feminino e masculino com o "sex appeal" de Fábio Jr. e Sônia Braga (essa última saiu fora devido o fato de ver que a novela era tão ruim que ia ser uma mancha na carreira dela).

Alguns acreditam que a história da novela foi inspirada no quadro "Táxi do Gugu", mas era uma farsa tão grande quanto o tal táxi.

Trama, Drama e Bananas[editar]

O taxista aspirante a cantor Antônio Alves sai de Florianópolis e tenta a vida em São Paulo. Mas antes de estruturar-se financeiramente, se vê obrigado a sustentar a família.

Diante das dificuldades de sobreviver na capital paulista, o taxista leva como herança um caso amoroso mal resolvido, conflituando-se (sic, valha-me Deus, Wikipédia - Nota do Copiador) com outras conquistas realizadas com a chegada à cidade. Dentre elas, se destaca a paixão por Mônica, filha de um grande milionário que tem dezoito anos e faz de tudo para ajudá-lo na carreira de cantor.

Copiado integralmente da Wikipédia devido a ruindade tão extrema do enredo que por si só já faz qualquer um sorrir.

Elenco[editar]

  • Fábio Jr. - Antônio Alves, o Taxista que tá na rua e na pista;
  • Guilhermina Guinle - Mônica, a amada do taxista que depois casou com ele na vida real - mais uma, alias... foi revelada nessa novela, para sua tristeza;
  • Paulo Figueiredo - Humberto, pai da dita cuja e podre de rico;
  • Murilo Rosa - Henrique, e eu sei lá o que era; (Edit: Um dos irmãos de Antônio)
  • Rodrigo Faro - Eliseu, outro personagem qualquer;
  • Adriane Galisteu - Patty, pelo nome deve ter sido só uma patricinha; (Ela não fez nenhum personagem na novela, foi apenas ela mesmo, Adriane Galisteu, que um dia foi passageira no táxi de Antônio Alves, inclusive conversaram um pouco, e ele fez perguntas sobre o Ayrton Senna.)
  • Sonia Braga Branca (de) Camargo, atriz irrelevante que só fez de "importante" o papel de Claudine, ex-namorada do Antonio Alves e que, casada com o Humberto e mãe da Mônica, iria brigar com a filha pelo amor do taxista. No final das contas, foi apenas uma atriz estepe de ultimíssima hora recrutada pelo Senor Abravanel pra substituir a Sonia Braga, pro falta de grana pra contratar outra "super-atriz".

O resto do elenco é inútil citar aqui.

Trilha Sonora[editar]

Curiosidades[editar]

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  • Antônio Alves, Taxista estreou no SBT ao lado de outras duas telenovelas: Colégio Brasil e Razão de Viver, sendo uma tentativa do Silvão de emular o sucesso da Globo em ter 3 novelas em 3 horários diferentes, mas foi um big fail, e no caso do Antônio Alves, essa foi tão ruim, mais tão ruim que o Silvio mandou dar a ela o mesmo destino de novelas como Brida e Explode Coração: cortar a novela no meio e finalizar ela por ali mesmo.
  • A novela tinha mais erros de português do que um texto escrito pelo Carlito Tevez.
  • Sônia Braga manda lembranças aos autores argentinos dessa lambança, junto com seu belíssimo dedo do meio.
  • Quando a telenovela estreou, o SBT a exibia em dois horários: às 20h e às 21h45, quando terminava a telenovela das oito da Rede Globo. Mas devido ao aumento do fiasco, a emissora suspendeu a reprise pouco tempo depois, já que ninguém era a fim nem de ver no horário normal, pra que diabos ia ver a reprise?
  • Mesmo com toda essa merda, a telenovela foi reprisada numa espécie de Vale a Pena Ver de Novo no horário das 12h30, a partir de novembro de 1996,como uma espécie de tapa-buraco na programação. Por sorte não mudou umas 10 vezes de horário, como é de costume em programas do SBT, em especial aqueles que a audiência é abaixo de zero.