Antinatalismo

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Antinatalismo é uma posição filosófica que afirma que procriar é antiético, nascimento é uma tragédia cômica desnecessária que mergulha o ser nascido em um mundo de miserabilidade repleto de imbecibilidade. Defende esterilização, aborto, adoção e busca a extinção via não procriar.

Pensamento[editar]

O antinatalismo é um desejo manifesto de não ter nascido. É uma filosofia típica de criancinhas caretas, gente que nunca transou, e por isso acham que a vida é uma merda. Nunca se deram a chance de pegar uma Lili Santos da vida e ouvi-la clamar, 'Isso, mais forte!! Fode este cu, fode!! Fode esta boceta!! Me mata de me foder!!' Nunca deixaram que os Paulo Guina da vida 'deixassem o oco no rabo', nunca sentiram a peia de 25 cm de Paulo Guina entrando toda, de uma vez só no reto, nunca puderam fazer coro com Jailson Mendes: 'Ai, caralho!!! Porra!… AI, QUE DELÍCIA, CARA!!' É marcada pela desvalorização do sexo da vida e valorização do desejo de nunca ter nascido. Os motivos de alguém ser tão depressivo assim são muitos, e variam desde feiúra, impotência sexual, frigidez, desemprego, câncer em estado terminal, depressão, coma em estado vegetativo, hemorroidas que não curam nunca, ter nascido cego, mudo, surdo e paralisado da testa para baixo, viver no planeta Terra ou então ser um bleeding heart que mesmo tendo a possibilidade de uma vida feliz traçando novinhas, roludos ou cusões cai na moda de desejar não ter nascido.

Sófocles foi o primeiro virgem da História que escreveu no seu Édipo em Colono: "É melhor não ter nascido: mas, se deu azar de nascer, o melhor a se fazer é retornar o mais rapidamente possível de onde veio". O cara foi talvez o primeiro depressivo do mundo e primeira pessoa a não fumar tabaco.

Posteriormente, Heinrich Heine, que passou os últimos oito anos da sua vida paralisado, cego e semi-morto, em seu leito de morte disse: "O sono é lindo, a morte é melhor ainda, mas não ter nascido seria um milagre". O fato de ter uma enfermeira gorda trocando suas fraldas todos dias e se alimentar apenas de papinha torna qualquer pessoa antinatalista.

Já Gustave Flaubert escreveu: "A idéia de trazer alguém para este mundo me enche de horror ... Que a minha carne apodreça totalmente! Que eu nunca transmita a nenhuma criatura o tédio e a ignomínia de existência!" Novamente, mais alguém dando desculpa sobre ainda não ter feito tchaca-tchaca-na-butchaca aos 50 anos.

Por sua vez, Arthur Schopenhauer dizia que, "a única felicidade é a de não nascer. Se o ato da procriação não fosse o resultado de um desejo acompanhada por sentimentos de prazer, mas uma questão a ser decidida com base em considerações puramente racionais, certeza que a raça humana não existiria mais." Apesar de ser uma argumentação puramente subjetiva e falaciosa, é de se entender que alguém como Schopenhauer com aquela cara feia pense esse tipo de coisa, pois realmente é um fardo muito grande atravessar uma existência inteira com a cara do Bozo; racionalmente, ele poupou a existência de seus filhos. Esse fugiu da regra e assou na brasa uma perereca, depois abortando o monstrinho que criara.

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Ver também[editar]