Ao Oni

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Night creature.JPG Ao Oni surgiu das trevas!!

Always lurking... Always in the darkness...

Puro osso.gif
Ai Onde
AoOni.jpg

Aqui temos a demonstração do pinto roxo.

Informações
Desenvolvedor Sei lá, é índio indie.
Publicador Algum nerd otaco sem vida social.
Ano 2008
Gênero Pique-pega apostando o cu
Plataformas Qualquer PC da Xuxa roda.
Avaliação Ruim
Idade para jogar Não recomendado para menores de 35 anos.

Ao Oni (Capeta Azul em portugays) é um jogo de terror feito em menos de meia hora no RPG Maker (nesse ponto já podemos imaginar alguma merda por ser feito em tal programa) que mesmo com gráficos de merda e uma jogabilidade cu, se tornou famoso, virando fonte de videos de Youtubers Gaymers em sua pequena época de sucesso pois os mesmos viram que isso rendia umas boas vizualizações, mas não vamos falar disso aqui, e sim do jogo. O sucesso de Ao Oni foi tão podre grande que o mesmo já ganhou filme e até uma versão animada fudidamente cagada de sucesso inferior, mas como dito antes, iremos falar sobre o jogo, então, sem mais enrolação.

Sobre[editar]

O jogo conta com uma versão South Park e... Puta merda mataram a Mika! Seus filhos da puta!

Não tem muito o que falar sobre Ao Oni, então esse tópico não serve para porra nenhuma além de encher linguiça, mas voltando ao assunto. Um roteiro escrito em um pedaço de papel higiênico de um banheiro público, personagens copiados de algum anime, monstros feitos no Paint por uma criança de 7 anos, uma compilação de jumpscare com música dramatica e mais 15 minutos de retoques finais, após isso Ao Oni estava pronto para ser vendido, pois logicamente o desenvolvedor queria ficar rico. Se enriquecer com uma merda dessas era o seu objetivo, ele fracassou miseravelmente, pois após ser lançado, sua principal fonte de distribuição foi um tal de Mediafire, com isso surgindo traduções de fãs para mais de 300 idiomas do mundo, assim tendo sua "grande" popularização entre as pessoas que queriam sentir o gosto de um mini ataque cardíaco causado pelos sustos aleatórios que o jogo proporciona.

História[editar]

Tendo a história mais genérica do mundo, Ao Oni conta a história de um grupo de estudantes que na falta do que fazer, resolveram invadir uma casa que dizem ser assombrada por monstros, e da pior forma possível, eles comprovam que o boato era verdade... A casa está cheia de Smurfs deficientes que foram rejeitados pela sociedade, e os mesmos começam a perseguir as crianças retardadas que invadiram sua propriedade e, em uma espécie de pega-pega de satanás, começa a perseguição mais autista que o jogador vai ver, com direito a jumpscare a cada 20 segundos com um ser deformado vindo do inferno aparecendo do nada ou um dente (sim, um dente) do capeta encurralando os protagonistas antes de chamar os coleguinhas pra um estupro coletivo.

Pode parecer que o texto se desviou da história, mas é isso aí mesmo que acontece durante o jogo. Contando os fatos de uma forma mais precisa, seria da seguinte forma: Após os deliquentes invadirem uma propriedade, eles começam a discutir se existem monstros ou não, até que se ouve um barulho na cozinha do lugar e o nerd virjão da turma (você no caso) vai bancar o fodão e resolve ver o que está acontecendo. No meio de tudo isso, todo mundo desaparece e um bixo azul satânico começa a perseguir todo mundo e, quando alcança alguém, rola um estupro e a vítima também vira um smurf deficiente.

No final o protagonista obedece aquela regra de "Caso esteja fugindo de um urso, não tente correr mais rápido que ele, e sim mais rápido que a pessoa ao seu lado" e taca o foda-se pra todo mundo, sendo o único sobrevivente dessa suruba. Ele até poderia relatar isso às autoridades, mas pelo fato de ter invadido uma propriedade, ele já ia ouvir muita merda, além de ninguém acreditar nessa história e ele provavelmente ir parar em um hospício.

Jogabilidade[editar]

Vindos da criativa mente de uma criança de 7, eis os monstros do jogo.

A jogabilidade é aquilo de todo jogo de RPG Maker... Andar, falar mas não tem ninguém pra falar, roubar coisas pra usar depois da forma que bem entender. É um RPG mal feito como qualquer outro, exceto que esse ultrapassa a barreira do escroto com monstros feios pra caralho que te seguem até o cu do mundo e sua única forma de defesa é se trancar no armário, mas depois que você sai do armário, os mesmos voltam pra te dar um apoio por ter se revelado, lindo né? Mesmo sabendo disso, o protagonista deve continuar fugindo por ser tsundere. Resumindo tudo, a jogabilidade é andar, entrar no armário, sair do armário, correr pra caralho, acho que já deu para entender.

Personagens[editar]

  • Hiroshi - Um nerd que joga Fortnite (virgem). Perfeito para ser controlado pelo jogador, é o "quase mais machão" dos personagens, só não é apenas pelo fato de ser viado e que a garota do grupo está dando pra outro cara.
  • Takeshi - Primeiro a entrar no armário (e o primeiro a sair também). Pelo que lemos nas fontes confiáveis da internet, ele que convenceu todo mundo a invadir a mansão onde o jogo se passa, mas depois ele vê a merda que fez e passa seu pouco tempo de participação no jogo chorando por ser uma bicha.
  • Mika - Para o jogo não ficar mais gay, tem uma garota aqui, mas no início do jogo ela já trai o namorado com o Ao Oni por ver que seu bilau era maior do que o de seu amante que é japonês, se tornando assim, uma membra do exército de satanás e virando um capeta azul.
  • Takuro - Sendo o mais machão da série, acaba sendo corno também. Só é útil no final quando se machuca e o protagonista taca o foda-se e deixa ele para trás na tentativa de escapar.

Ver também[editar]

  • RPG Maker - Programa utilizado para fazer jogos mal feitos como esse.
  • Yume Nikki - Uma bizarrice criada na mesma engine