Aparecida (São Paulo)

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Mazzaropi02.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

Wikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Aparecida (São Paulo).

Cquote1.png Você quis dizer: Bairro de Guaratinguetá Cquote2.png
Google sobre Aparecida (São Paulo)
Cquote1.png Em nuomi del Pói, el firro, el espirrito Ranto,,, Cquote2.png
Bento XVI sobre Aparecida
Cquote1.png Amém!" Cquote2.png
Povo em resposta ao Papa! sobre Oração do Papa
Cquote1.png Você é filho de quem?" Cquote2.png
Aparecidense médio sobre você (assim que você chega à cidade eles te perguntam isso)

Aparecida, pouco antes da visita do Papa.
'Aparecida (São Paulo)
Papa1-2.jpg
Bandeira
Hino: Jesus cristo, Jesus cristo, Jesus cristo eu estou aqui!
Gentílico: Deprelandense ou Aparecidano
Localização Lá pra lá do lado de lá de Guaratinguetá
Idioma Dialeto incompreensível derivado do concâni
Clima Ruim
Governo
Principais Moradores Tallys Primaum e Cia
Coligação AMS (Amigos do Márcio Siqueira) + Oposição Derrotada do Sr.Impugnado (Zé Louquinho)
Estilo Músical Sertanejo animadinho (oficial); funk, pagode, black metal (minorias)
Turismo Nossa dica de turismo em Aparecida? Só uma: não vá a Aparecida.
Economia Fitinhas de santo, óleo de santo, jornalzinho de santo, santo stuff em geral.
Atual Prefeito Márcio Siqueira.
População -32.947 trouxas (and counting). amanhã, umas dez a menos. depois de amanhã, vinte a menos.
Moeda Cheque sem fundo (utilizado para transações acima de R$ 0,50)

Aparecida, também conhecida como Aparecida do Norte, Aparecida do Brasil, Deprelândia ou Guaratinguetá B, é uma cidade-furúnculo encravada no ânus do estado de São Paulo. Tem uma população de 33 mil habitantes, que decresce a cada ano: diz-se que é porque os locais são atraídos por uma irresistível força que os empurra para além de seu perímetro (as divisas da cidade, burro), causando um fluxo migratório, além do fato de 80% da população masculina ser formada por gays encubados (de dia, na frente dos outros catam as meninas e as escondidas catam outros caras).

Aparecida foi descoberta pela primeira vez em 1381, quando o capitão D. Claudius Amatores avistou uma figueira carregada e decidiu roubar seus frutos. Sem saber, naquele momento o infame havia criado duas coisas: a prática do estelionato e o bairro da Figueira, em Guaratinguetá (Amatores era mané e errou Aparecida por cerca de 800 metros).

Anos se passaram e Aparecida foi redescoberta em uma novela das seis, que retratou a vida do imperador D. Márcio Siqueira, que acedeu ao trono do rio Paraíba depois de uma sangrenta guerra contra os Chad, que durou sessenta e seis anos. Hoje em dia, a cidade se destaca na região vale-Paraíbana por:

  • Ser a cidade onde mais pessoas "mijam nas ruas";
  • liderar o ranking nacional de IDH, de baixo para cima;
  • ter tido, entre 1997 e 2002, o bidê de maior pressurização em todo o mundo, também conhecido como "a fonte da praça dr. Benedito Meirelles";
  • apresentar um fluxo migratório constante de corinthianos;
  • ser o berço de invenções como os "flanelinhas" (guardadores de carros), o pé-de-pato (rampa) obrigatório no exame para Habilitação categoria B, o canivete suíço paraguaio e as comitivas,o famoso sorete ITU, grupos de pessoas que se reúnem para, uniformizadas, dançar o ritmo sertanejo.

Economia[editar]

A economia aparecidense baseia-se na coleta de jabuticabas dos seminários e na esmola; o turismo de dez reais, onde você vai à cidade com uma nota de R$ 10 e com ela tenta fazer três refeições e ainda voltar para casa com R$ 2, também é amplamente difundido. Os principais produtos de exportação de Aparecida são o sotaque caipira, a produção (pirata, obviamente) de pamonhas de Piracicaba e o punguismo. Há planos de construção de uma usina nuclear à margem do rio Paraíba, próximo ao porto de areia do Bépi Vieira, mas certamente o projeto vai sobrar para o Potim.

Educação[editar]

O aparecidense médio não leu o livro de etiqueta da Glória Kalil, por isso não tem educação; os últimos "bom dia", "por favor", "obrigado" e "com licença" foram ouvidos na década de 1940, pouco antes dos mendigos mouros invadirem a antiga rodoviária. Sitiados pelos desgraçados extorquidores de tostões, os comerciantes decidiram construir uma nova rodoviária; encomendaram um projeto ao renomado arquiteto francês Le Corbusier, que entregou um projeto modernista, onde o terminal rodoviário tem forma de tolete redondo, "para que a mendicância não faça xixi nos cantos".

Há de se notar que o panorama educacional tem duas efemérides no ano: a tradicional gincana estudantil da festa de São Benedito, em abril, e a guerra de tomates entre o COTECA e o Américo Alves, na segunda quarta-feira de setembro. Nos últimos 32 anos a vitória pertenceu ao COTECA, já que a escola está situada acima do nível do solo e, com isso, pode-se ver o que os infames estudantes do Américo planejam como estratégia - foi assim que eles neutralizaram a catapulta utilizada em 1983 e o cavalo de tróia criado pelo jovem Alexandre Petillo em 1990, por exemplo.

População[editar]

Aparecida é uma das poucas cidades que se pode gabar de ter uma raça própria, mistura de turcos, mineiros e lavadores de carro. Curiosamente, a genética desses grupos, misturadas, produziu uma raça cuja primeira frase completa pronunciada, por volta dos quatro anos, é "ah, tá ruim, é a quaresma...". Reclamações sobre a feira fazem parte do gentio aparecidense, geralmente fedorento, escroque e incapaz de pagar um carnê de prestações do carro até o final. O Corolla comprado com o dinheiro do 12 de outubro geralmente é resgatado pela financeira em maio.

Mas há uma raça paralela à descrita acima: as lombadas. Nascidas como contraponto à obsessão guaratinguetaense por rotatórias, estão presentes em todas as ruas, inclusive as que não ostentam o sobrenome Chad. Diz a lenda que a prefeitura tinha um projeto de fazer uma lombada em cada poste, mas esta absurda ideia foi prontamente barrada pela Câmara, num esforço sobrehumano do vereador Jorge Gomes ("onde já se viu, uma lombada para cada poste, o negócio mesmo é ter DUAS lombadas em cada poste", bradou o edil). Nos fins de semana a cidade se enche de turista, e os moradores da cidade adoram ficar rodando com seus carrinhos 1.0 pra baixo e pra cima, com funk no último volume, tentando botar pressão

Culinária[editar]

Item de extrema riqueza cultural, a culinária aparecidense baseia-se no cheese salada, introduzido por Ticão em 1808. Consta que o ônibus da família real portuguesa, fugida do além-mar para o Brasil naquele ano, fez uma escala no Postvs Tamborindegvyvs da vizinha Roseira. Entretanto, as tropas napoleônicas que vinham de trem, oriundas da capital, alcançariam a família real em poucos minutos, a menos que a pausa para almoço do Cometa que os levava fosse abreviada. Como forma de agilizar tudo, o jovem chapeiro Ticão, então com 49kg, desenvolveu a receita de um lanche rápido e saboroso, caprichando no purê de batatas do sanduíche de d. Carlota Joaquina. A receita foi levada por ele até Aparecida, onde morava, e onde montou a primeira carruagem de lanches e refrigerantes, no mesmo ano, à rua Vicente Pasin.

A receita original leva pão de hambúrguer, hambúrguer, queijo, alface, vinagrete, maionese, batata palha, ketchup, mostarda e purê de batatas, e permaneceu inconteste até 1958, quando a nouvelle cuisine aparecidense, primeira vanguarda da cidade, procurou alterar a tradicional receita de Ticão: há quem substitua o vinagrete por rodelas de tomate, há quem adicione milho verde e até mesmo requeijão Catupiry genérico, em uma festa de sabores que faz a alegria do aparecidense médio e dos visitantes; Brad Pitt, quando esteve em Aparecida para divulgar seu filme "Invadindo a Suécia por trás, parte 8", pagou pau para o lanche.

Hidrografia[editar]

Ver esgoto.


Imprensa[editar]

Além de uma emissora de rádio FM e outra de TV, Aparecida é uma das menores cidades a possuir um "Diário Oficial" próprio (também conhecido como "Dinoite"). E ainda possui um semanário chapa branca, "O Aparecida" (perdoem o erro de gênero presente no título: ortografia nunca foi o forte do aparecidense médio).