Aparecida de Goiânia

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Cquote1.png Você quis dizer: Favela Cquote2.png
Google sobre Aparecida de Goiânia
Cquote1.png Pedreiro Pobre Nordestino Cquote2.png
Goiano sobre um aparecidense
Cquote1.png Terra de Corno Cquote2.png
Ser Humano racional sobre Aparecida de Goiânia
Cquote1.png Eu tenho vergonha de falar que moro em Goiânia, por isso falo que moro em Trindade. Cquote2.png
Moradora de Aparecida de Goiânia que acha que mora em Goiânia.
Cquote1.png Pessoa é degolada em Aparecida de Goiânia Cquote2.png
Jornal Daqui sobre Aparecida de Goiânia
Cquote1.png Vou chamar a imprensa Cquote2.png
Morador de Aparecida de Goiânia reclamando de qualquer coisa.
Cquote1.png Eu tô indo pra Paris... Cida de Goiânia! Cquote2.png
Um pobre morador de Aparecida de Goiânia repetindo a piada diariamente para outro pobre morador.

Aparecida de Goiânia (goianês: "Paricida di Goiânia") é um sítio vizinho de cerca com a fazenda de Goiânia. Quer dizer, seria vizinho de cerca se houvesse uma cerca em algum lugar. Mas essa cerca não existe e portanto não se sabe bem ao certo onde seria colocado o murão que dividiria as duas propriedades, sendo que ninguém sabe explicar onde começa Goiânia e onde termina Aparecida de Goiânia, algo que vem a calha para as prefeituras de ambas as cidades, que podem assim negligenciar aquela fronteira. Para isso os peões que moram e trabalham na região chamam o local de "Nem", pois é "Nem Goiânia" e "Nem Aparecida".

História[editar]

Vista da cidade ao longe.

Aparecida de Goiânia era um latifúndio improdutivo que foi doado pela zélite goiana para a Igreja Católica Parisiense da paróquia de Piracanjuba, que claro, não aceitou esse presente de grego e jogou a batata quente para os capitais de Hidrolândia. Mais tarde uma briga pela herança fez com que a parte pobre da família local pegasse suas dívidas vendendo Aparecida de Goiânia e formasse um sítio independente.

Habitavam naquelas paragens os fazendeiros José Cândido de Queirós, que amava Abrão Lourenço de Carvalho, que amava Antônio Barbosa Sandoval, que amava João Batista de Toledo, que amava Aristides Frutuoso e suas mulheres que amava o dinheiro, as fazendas, as joias e os filhos que se amavam igual Teletubbies.

Geografia[editar]

Aparecida de Goiânia é um espaço geográfico! Faz parte dos Latifúndios Gerais de Goiânia. Os pastos são propícios para alimentar suas 500.000 cabeças de gente que pensa que é gente de Goiânia.

Destaca-se na geografia paricidense o Setor Garavelo, um lugar de merda que só dá uns babacas querendo ser playboy cowboy. O terminal Garavelo é uma bosta (literalmente) já que seus esgotos correm ao ar livre. Há por ali diversos mercadinhos de merda.

Tem também o lar dos traficantes, o Jardim Atira na Gente, onde a cada dez passos que você dá, vinte coisas são roubadas na cidade, um paraíso de lugar, muito bom pra morrer.

Economia[editar]

O narcotráfico tem um importante papel na economia de Aparecida de Goiânia. Bairros como o Cidade Livre é um dos maiores responsáveis por todo movimento da economia da cidade, considerado um dos maiores entrepostos comerciais do Brasil. Lá é possível encontrar maconha, cocaína, LSD, enfim... uma grande variedade de narcóticos importados dos melhores produtores bolivianos, colombianos, peruanos, mato-grossenses, etc. Além da vantagem de variedade de produtos, existe a vantagem da variedade de preços. É possível com um simples Motorola C210 roubado em Goiânia adquirir dois pacotes de cocaína de 10 real. E com um V3, também roubado em Goiânia, um pacote de cocaína de 100 real, a cocaína mais consumida pelos estudantes de direito da UCG.

A prostituição é também uma importante fonte de renda da economia local, mas este setor enfrenta um grande problema na visão dos economistas neoliberais, que é o baixo valor agregado. Mas para o outro lado, os economistas marxista da UFG veem isso como uma grande vantagem, pois o baixo valor agregado permite a população de Aparecida de Goiânia, que não pode pagar pelas prostitutas de luxo da UCG, desfrutar de serviços carnais. Tamanho é o sucesso da teoria, que a prefeitura estuda até criação de um programa social, o "Prostituta Popular do Brasil". Este programa permitirá a distribuição de renda a essas senhoras de vida fácil e o acesso ao lazer aos pedreiros oriundos do Nordeste que moram na cidade.

Cultura[editar]

Aparecida de Goiânia é um grande centro cultural. Existem várias duplas sertanejas, dançarinas de funk, axé, calypso.

Um dos principais polos culturas dessa infeliz cidade é o Centro Cultural Madre Germana que conta com a apresentação de várias tribos de maconheiros, e também há a Clase de Pivetes de Fliperama Buteco (já que fliperama em Aparecida de Goiânia é coisa pra playboy) mas é uma merda de qualquer forma... Há também o Colégio Estadual Alto Paraíso (note, estadual!!!) que na realidade é um buraco no meio de um setor que é confundido com a cidade turística de Alto Paraíso, que forma trombadinhas, maconheiros, pessoas sem futuro, etc.

A cidade conta com um time de futebol local reconhecido por ser constantemente falido, o Associação Atlética Aparecidense.

Educação[editar]

As opções de estudo para aqueles que habitam as proximidades do centro da cidade (que conta com a igreja, a farmácia e um buteco), são várias. O par de únicos colégios que existem . Ambos contam com um método de ensino muito peculiar que consiste em liberar os alunos mais cedo para que esses possam ir a praça interagir entre si deixando assim de perturbar seus professores mal remunerados e estressados. Mas, além de sair da aula mais cedo, a educação dos alunos aparecidenses consiste em andar de bicicleta Monark o dia inteiro usando roupas falsificadas da XXL e bater o celular da galera do Terminal do Cruzeiro e do Buriti Shopping.

Lazer[editar]

Não faltam opções de lazer para os aparecidenses. Aos sábados eles podem passar quatro horas divididas entre ônibus e terminais para chegarem ao maior "point" da cidade, o Buriti Shopping. Lá geralmente observam as vitrines com os produtos que eles nunca poderão comprar (com menos de 680 prestações claro), ou ainda pagar meia entrada no cinema com suas carteirinhas de estudante falsificadas e ainda tomar um sorvetinho de R$ 2,00 (eles evitam algo acima desse valor para não ficar sem o dinheiro do sit pass de voltar para casa) antes de voltar para casa.

E não para por aí, aos domingos os nativos dessa região que está entre a capital Goiânia e Hidrolândia (diga-se de passagem que se trata de um lugar mais "rural" do que a própria Aparecida de Goiânia) podem revesar entre andar na praça e na feirinha montada ao lado da Igreja. Nessa feira se encontra de tudo principalmente as banquinhas de CDs piratas montadas ao lado das viaturas de polícia.

Aqueles que decidirem se aventurar pela cidade não podem deixar de conhecer o locais mais badalados na noite aparecidense que são o Muralha Dancing Night (Parada de caminhoneiros sedentos de sexo na BR 153) e a Full Time (situada em um lugar calmo e sem violência conhecido como Expansul).