Apocalipse zumbi

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Esse artigo contém doses apocalípticas

Ao lê-lo, você correrá o risco de ser mordido por um zumbi, pulverizado por um alienígena, atingido por um asteroide, queimado por um anti-cristo ou virar energia cósmica por um impacto universal.
A responsabilidade é toda sua!

Night creature.JPG Apocalipse zumbi surgiu das trevas!!

Vamos mergulhar o mundo nas trevas!!

Puro osso.gif

Slashzumbi.jpg

Huuââ... CÉÉÉREBROOOS!!!

Este artigo se refere a mortos-vivos ou algum morto-vivo em particular.
E pode ter sido criado num ritual vodu.

O início de um típico apocalipse zumbi nazista.

Cquote1.png Você quis dizer: Resident Evil Cquote2.png
Google sobre Apocalipse zumbi
Cquote1.png Experimente também: Fim do mundo Cquote2.png
Sugestão do Google para Apocalipse zumbi
Cquote1.png Finalmente meu plano irá se concretizar! Cquote2.png
George A. Romero sobre Apocalipse zumbi
Cquote1.png BRAAAAAINS! Cquote2.png
Tarman sobre Apocalipse zumbi

Apocalipse Zumbi é um termo usado para designar um fictício tema da Literatura, Cinema e etc, que refere-se a destruição em massa da raça desgraçada da humanidade nas garras de carcaças mortas e apodrecidas que retornaram do Inferno através de experimentos científicos ultra-secretos ou de rituais demoníacos de macumba da brava. Apesar de se tratar de um assunto que supostamente foge ao mundo real, há quem defenda que já é uma realidade, e que o mundo já deve ir se preparando para confrontar de frente esta ameaça, que com o avanço da Ciência e da Tecnologia, está cada vez mais perto de vir à tona nas mãos dos nerds cientistas.

Sobre o assunto[editar]

Carreata dos zumbis em Hollywood prontos para dançar Thriller.
O líder do movimento.

O apocalipse zumbi é na verdade um tema abordado tanto pelo Terror, como pela Ficção Científica, por conter elementos que tornam-se comuns em ambos os dois gêneros. Ou seja: zumbis se deliciando com carne humana com muito gore, sangue e morte. Em geral, a palavra "apocalipse" é empregada para indicar uma porrada em quantidades abundantemente abundantes de zumbis. Em outras palavras: usa-se a palavra "apocalipse" para dizer que fudeu de vez e que a situação está pra lá de preta. Caso isso realmente acontecesse, poderíamos identificar facilmente um apocalipse zumbi ao virar a cabeça e ver 10 pessoas tendo seus cérebros devorados canibalmente por criaturas pálidas, feias e com cheiro de carniça em cada esquina.

Também podemos caracterizar a coisa toda por um fator que provavelmente seria muito comum aos olhos dos poucos sobreviventes que conseguissem se dar ao luxo de vislumbrar estas lindas criaturas devoradoras de vísceras humanas: pessoas que foram mordidas e atacadas pelos zumbis se transformando em novos zumbis, perpetuando a espécie infernal destas crias do Diabo. Além disso, não apenas através de mordidas. Seria muito comum você estar do lado de seu amigo num minuto, e no outro estar do lado de um zumbi querendo devorar seus miolos na janta. Isso seria uma consequência da transmissão do T-vírus através do ar, que penetrariam dentro de seu corpo por meio de seus orifícios e dali em diante começariam a te afetar negativamente, transformando-o num destes seres malignos e sem qualquer senso de lógica ou raciocínio.

O apocalipse zumbi geralmente começa com um zumbi, que através das mencionadas mordidas, acaba transformando em zumbis aqueles que conseguirem sobreviver ao seu ataque. As origens do termo nos remetem a década de 1960, quando um maluco qualquer, um tal de George A. Romero, cansado de viver nesse entediante planeta onde nada de interessante acontece devido a medíocre e rotineira vidinha dos humanos, resolveu tornar o lugar mais maneiro, difundindo seus ideais de destruição da humanidade para o mundo todo.

Surgimento[editar]

Haitianos vítimas da terrível macumba.

Para entendermos a história do Apocalipse Zumbi, temos que primeiramente entender a história dos zumbis. Tudo começou no Haiti há algumas décadas atrás. Como o Haiti sempre foi um país miserável e pobre, os grandes senhores de terras e donos de fazenda não podiam ficar gastando dinheiro à torto e à direita. Porém, eles entravam em um dilema, pois precisavam urgentemente de pessoas que trabalhassem em suas terras, e sabiam que essas pessoas não trabalhariam de graça.

Indivíduo após cheirar uma porção de maconha pó-zumbi.

Então, os donos das terras resolveram apelar para algo infalível e inescrupuloso: Voodoo. Após estudarem todos os grimórios e demais livros de magia negra que encontravam no comércio local à venda por R$1,99, estes poderosos, na época detentores de valiosas sacolas cheias de cruzeiros, tornaram-se macumbeiros de primeira linha,se apropriando de todos seus conhecimentos para criarem zumbis reais. Além da constante busca por trabalhadores de graça, golpistas de plantão também tinham interesse na coisa, e em muitas ocasiões, contratavam esses macumbeiros para transformar certas pessoas em zumbis para se apropriar de seus bens.

Porém, para a época, o mistério era algo muito misterioso, e ninguém sabia como é que tais pessoas tinham a capacidade de criar tais seres demoníacos, que na época, resumiam-se em pobres azarados vítimas da preguiça de seus mestres, incapazes de pegarem numa enxada e trabalharem feito gente. Tudo mudou com a chegada de um renomado cientista doido no local, que teve conhecimento da situação e prometeu a si mesmo que iria descobrir como aquilo funcionava.

Dr. Herbert West, pondo em prática todo o conhecimento adquirido com seus estudos.

Conhecido como Dr. Herbert West, o cientista queria à todo custo descobrir como funcionava o processo para empregar mais tarde em suas próprias experiências malignas. Após anos fingindo ser um dos zumbis para acompanhar de perto como tudo ocorria, foi então que o cientista teve conhecimento de uma substância mágica e infernal criada pelos macumbeiros, responsável pro ocasionar efeitos mortíferos e destruidores no psicológico das pessoas: o famoso "Pó-Zumbi".

O pó-zumbi consistia em cocaína com toques e retoques de uma porrada de outras substâncias nocivas para a saúde de qualquer ser vivo na face da Terra. Primeiramente, os feiticeiros saíam de noite em busca de sapos, rãs e pererecas venenosas, e traziam os animais para suas casas (sempre de cestas). Logo, esses sapos, rãs e pererecas costumavam ir para uma fritada. A ideia era a de usar a pele dos animais, que seria muito mais fácil para se retirar depois que os animais estivessem fritos. Logo, após terminar a fritada, eles pegavam as peles dos animais e retiravam delas todas as substâncias tóxicas que conseguiam (batracotoxinas), e as acrescentavam na cocaína, misturando-as. O resto dos animais eles comiam. pra completar, eles acrescentavam tetrodoxina, o famoso "veneno de baiacu" no caldeirão.

Frankenstein, o primeiro zumbi da história a atingir a fama e o sucesso.

Após amaldiçoar e conjurar palavras demoníacas para que aquela substância tenha efeito, os macumbeiros distribuíam em praças de alimentação da época, ou apenas colocavam na comida dos outros. Toda aquela quantidade estrondosa de substâncias nocivas acarretavam inúmeras consequências no organismo dos pobres coitados, e então, após surtos, convulsões e alucinações, as pessoas morriam. Mas como a gororoba toda estava amaldiçoada, eles reviviam logo em seguida, e passavam a obedecer os mestres-macumbeiros.

Dr. Herbert West anotou tudo o que tinha recolhido, e passou a trabalhar em formas próprias de criação de zumbis. Porém, ao invés de apelar para técnicas tão antiquadas e obsoletas como macumba, resolveu recorrer a sua maior arma: a Ciência. Seguindo os passos de seu ancestral, Dr. Victor Frankenstein, Dr. West elaborou uma fórmula química jamais imaginada, e partir dessa substância criada, começou a invadir cemitérios, arrancar cabeças de defuntos e utilizar-se dos mesmos para seus fins psicopatas. West conseguiu grandes progressos, e reviveu uma razoável quantidade de defuntos, porém, foi incapaz de dar origem a uma produção em massa das criaturas, pois foi descoberto e condenado à cadeira-elétrica antes de concluir qualquer coisa. Seus zumbis criados haviam sido caçados e colocados em tambores de gás, aonde não poderiam fazer mal à ninguém, e em seguida, foram levados para a Área 51, onde permanecem até hoje.

Alguns anos mais tarde porém, os manuscritos deixados por Dr. West foram encontrados por um outro maluco, conhecido como George A. Romero. Romero sempre foi fã de filmes e livros de Terror antigos, e seu preferido sempre foi o famoso Frankenstein. Logo, tendo em mãos as anotações de West e baseando-se em Frankenstein, Romero, que tinha acabado de se formar em Cinema e estava querendo fazer um filme de Terror, criou em laboratório quantidades devastadoras de zumbis para escalar para as filmagens de seus filmes (já que não queria gastar dinheiro com muitos atores). Assim surgiu o primeiro caso de apocalipse zumbi da história, que passou a tornar-se muito recorrente na Literatura, no Cinema e no mundo dos jogos.

Temática e ensinamentos[editar]

Com seus filmes, Romero sempre quis mostrar algo mais do que uma simples chacina humana. Sua intenção sempre nos alertar dos perigos da vida, no qual as vítimas sempre representavam a humanidade e os zumbis toda a desgraça que nos rodeia. Vale ressaltar que as vítimas sempre morrem...
Gangue de zumbis mendigos vadiando procurando por carne fresca nos becos da cidade.

O objetivo do apocalipse zumbi é sobretudo fazer as pessoas ficarem tão assustadas e tão amedrontadas feito galinhas medrosas. Desde o surgimento do gênero, com o monstruoso A Noite dos Mortos-Vivos (um filme mais velho que a tua avó), a meta do gênero sempre foi essa, e até hoje assusta cagões de todas as idades. Sempre que acontece um apocalipse zumbi, significa que as defesas da humanidade são obsoletas e antiquadas, e que o fim do mundo está próximo. Na verdade, o apocalipse zumbi é uma representação do fim do mundo, porém, mais divertido e animado do que outras possíveis causas do fim do mundo. Em síntese: sempre que acontece um apocalipse zumbi, é sinal de que precisamos urgentemente implorar ajuda aos alienígenas com sua tecnologia avançada e evoluída.

O apocalipse zumbi também serve para jogar na cara da humanidade que não passamos de criaturas fracas, burras, bobas, feias, chatas e caras de mamão; e que se continuarmos assim, em pouco tempo seremos extintos. Ou seja, isso é um claro aviso de que nós devemos parar de nos preocupar com coisas supérfluas como fome, desemprego e dinheiro e nos dedicarmos mais a ficar de olhos abertos para ameaças realmente grandes e dignas de atenção, como por exemplo, um surto de zumbis, uma Invasão Alienígena ou uma revolta de robôs.

No apocalipse zumbi existem muitos fatores em comum, que constituem-se em elementos indispensáveis para qualquer surto de zumbis que se preze. Pra começar, em toda a história decente de zumbis (até mesmo as mais toscas como A Volta dos Mortos-Vivos). Por exemplo, no início de todo santo filme, livro, jogo ou qualquer coisa do tipo, a primeira vez que algum medroso fita a cara fétida e cheia de vermes de algum zumbi, o mesmo costumava literalmente morrer de medo, ficar traumatizado ou questionar se aquilo é mesmo real ou se é oriundo de algum tipo de maconha que o mesmo tenha ingerido acidentalmente.

Esse tipo de situação costuma ser permeado por todo tipo de desgraça possível, pois os zumbis se proliferam mais rápido do que coelhos, uma vez que as pessoas costumam ser incrivelmente burras e inúteis, e por ficarem paradas e pálidas devido o medo de se deparar com a figura grotesca das criaturas, ficam vulneráveis, tornando-se por conseguinte, alvos fáceis.

Clichês de personagens[editar]

Típico protagonista de histórias de zumbis.

Como em toda a temática de que se tem notícia no mundo das artes, com as mídias que retratam o Apocalipse Zumbi não seriam diferentes. Os zumbis, graças aos esforços de George A. Romero e de toda a comunidade hollywoodiana, acabaram estabelecendo um novo e revolucionário lixo gênero. Existem dois tipos de clichês dentro do Apocalipse Zumbi: o clichê dos personagens, que devido a falta de criatividade sempre vão ser os mesmos, e o clichê nos elementos que constroem a história, que também sempre serão os mesmos devido a preguiça de se pensar em algo de novo. Na verdade, à essa altura do campeonato não existe mais nada de novo no que investir, pois Romero já pensou em tudo o que se podia pensar a respeito do gênero mesmo. Mas, o que seriam dos zumbis sem as vítimas os personagens para serem perseguidos? Dentre as inúmeras raças e espécies de personagens presentes no contexto, vamos citar alguns:


  • Protagonista: O protagonista dentro do gênero costuma ser também o "milagreiro" da trupe. Isso porque, na maioria das vezes, todos os demais personagens não passam de inúteis e peso-mortos, e cabe ao protagonista ser a união de tudo o que os outros não são. Em todas as ocasiões, costuma ser uma pessoa imortal e pra lá de sortuda. É geralmente alguém que nunca brigou na vida ou colocou suas mãos em sequer uma pistola de água, mas quando se depara com os zumbis, imediatamente torna-se mestre de Kung Fu, atirador de elite, detentor de super-poderes e especialista em acrobacias e golpes ninjas. Geralmente não morre, mas em algumas ocasiões é apenas mais uma vítima.
O fim nem tão trágico de todo o piadista de histórias de zumbis.
  • Piadista: A deplorável e infeliz figura do piadista de quinta, é na verdade um item obrigatório não apenas nos filmes que retratam um apocalipse zumbi, mas em todos os filmes de Terror de forma geral. Os únicos filmes onde este indivíduo não se faz presente dentro do mundo do horror, são os de Sci-Fi Horror que seguem a linha de Alien - O Oitavo Passageiro, O Predador e A Experiência. Nos filmes de zumbis, costuma ser um retardado reprovado no teste do Q.I. que fica o final de semana todo anotando piadas do Zorra Total para contar para o seu grupo de amigos nas horas mais inadequadas possíveis. É escroto e devido a irrelevância para qualquer história, costuma ser um dos primeiros que vão para a vala. Comumente, não possui nenhum amigo, pois ninguém tem a paciência necessária para aturá-lo, apesar de ele sempre achar que todo mundo gosta de sua companhia. É muito comum que às vezes também seja um enorme balofo viciado em McDonald's.
Uma guria retardada tentando sobreviver em um apocalipse zumbi.
  • Guria Retardada: Guria retardada, mais conhecida como "mulher tonta", é aquela desgraçada que fica durante a história toda tagarelando e falando asneiras e abobrinhas das mais diversas. Costuma ter peitos grandes na base do silicone, ser uma patty, ser loira (e algumas vezes, morena) e sobretudo, ser burra e infantil. Só serve para atrapalhar e é irritante, mas curiosamente, em muitas ocasiões consegue ser uma das sobreviventes, para a tristeza de todas as pessoas que gostariam de vê-la morta (ou seja, 90% dos telespectadores). Assim como o piadista, costuma ser idiota e fazer perguntas estúpidas, mas consegue ser mais suportável do que o mesmo.
A famosa figura do afrodescendente nessas histórias.
  • Negão Afrodescendente: O afrodescendente é um ícone que se faz obrigatório em filmes de zumbis e de terror em forma geral. Geralmente nos filmes que abordam o apocalipse zumbi, o dito cujo vai estar no comando ou de algum dos grupos de sobreviventes, ou de algum grupo policial. Obrigatoriamente vai ser do tipo mudo e quando não sobrevive, é sempre um dos últimos a morrer. Costuma ser um mestre em artes marciais, ter uma força desgraçada, ser imortal na maioria dos casos e ainda por cima ser um mestre atirador 2.0 de elite, daqueles que conseguem acertar mais de 20 zumbis com um único tiro medíocre de pistola.
  • Pirralho: "Pirralho" serve para denominar todas as crianças inúteis, chatas e repulsivas que são muito comuns em qualquer mídia de zumbi. Na maioria das vezes suas únicas funções são berrar feito retardados, fazer perguntas toscas, querer ir ao banheiro em horas inconvenientes, chorar, chatear, perturbar, irritar, incomodar, irritar mais um pouco, te deixar de mau humor, te fazer perder a vontade de ver o filme e irritar mais um bocado. Sempre acabam sobrevivendo. Podem passar no meio de mais de um milhão de zumbis, mas sempre vão acabar sobrevivendo, por mais que mereçam a morte. Talvez sempre sobrevivam pelos criadores desse tipo de mídia serem grandes trolls e adorarem ver sua expressão de ira ao perceber que o pirralho (ou a pirralha) sobreviveram ou irão sobreviver na história.
Uma zumbi fêmea deliciando-se com a saborosa carcaça de um figurante aleatório que só apareceu nos primeiros 2 minutos da primeira cena.
  • Velhinha simpática: A velhinha simpática é o tipo de indivíduo cuja morte mais impacta nos telespectadores. É aquele tipo de personagem bonzinho que é adorado por todos talvez por lembrar a própria avó ou até mesmo mãe de quem assiste a esse tipo de filme. Apesar de não ter forças que a ajudem a fazer algo que preste do tipo pegar uma metralhadora e meter chumbo na cabeça dos zumbis devido a idade, é um dos personagens que todo mundo quer que sobreviva, mas sempre acaba morrendo. Costuma ser quieta e não falar muito, e em algumas ocasiões parece estar drogada quando se fala com ela e ela não responde, mas isso é na verdade devido a surdez. Sua morte costuma deixar os telespectadores putos, pois enquanto esse tipo de personagem morre, as crianças chatas e irritantes sobrevivem.
  • Cara educado: O cara educado é mais um desses personagens que na maioria das vezes merece sobreviver, mas assim como a velhinha simpática, sobrevive tanto quando um pagodeiro em uma roda de metaleiros. Costuma ser do tipo otimista em demasiado, e está sempre disposto para ajudar todo mundo com qualquer coisa, sendo na maioria das vezes também, um grande pau-mandado. Apesar disso, ao menos tenta mostrar algum serviço, diferentemente da criança chata, da guria retardada e do piadista.
  • Pessimista: O pessimista é um item mais que obrigatório nesses tipo de filme. Integra o grupos dos odiados que merecem a morte, sendo um pilar fundamental para você terminar o filme, jogo ou livro com seu psicológico em níveis catastroficamente explosivos de tanta raiva. Não importa a solução que alguém proponha, para ele nunca será uma boa ideia, e de cara já vai botar um monte de defeito só para desmotivar o restante dos outros personagens. Graças à Deus, morre, apesar de sempre ser um dos 4 ou 3 últimos à ir para o brejo.
  • Figurante aleatório: Este personagem não serve pra porra nenhuma. Não te deixa irritado, não te deixa feliz, não te faz querer desejar a sua morte e muito menos a sua vida. Ou seja: não serve para absolutamente nada a não ser como isca de zumbi. É aquele indivíduo que tanto faz se morrer ou sobreviver (geralmente morre). Em muitas ocasiões, os autores de obras relacionadas à zumbis esboçam uma porrada de personagens, e dentre esse milhares de personagens, vários deles os criadores não saberão encaixá-lo de forma útil e relevante na história. Então, eles acabam virando os figurantes aleatórios, fardados sem sombra de dúvidas à morte, a única coisa que sabem fazer na história. Quando não está correndo feito um fugitivo do hospício, pode ser visto com uma arma qualquer, mas o fim ao qual está destinado jamais muda.
  • Anti-Heroi: Esta criatura, comumente denominada como lobo solitário, não pode faltar em nenhum filme ou livro que retrate a luta pela sobrevivência. Nas obras que giram em torno de um Apocalipse zumbi, mais do que em qualquer outra, os anti-heróis possuem um papel especial, e são quase tão importantes quanto os protagonistas, se não mais. Em um primeiro momento, não vão com a cara do protagonista, acreditam que todos os personagens mencionados acima são apenas peso-morto e irão atrapalhá-lo, possuem habilidades de caça superiores a qualquer um, conhecem várias técnicas de artes marciais, sabem como usar praticamente qualquer tipo de arma, possuem um passado sombrio que é o motivo de seu isolamento, enchem a cara sempre que podem, transam com qualquer vagabunda que apareça pela frente, não se preocupam em fazer escolhas impossíveis e não ligam para porra nenhuma a não ser para si mesmos. Porém, no decorrer da historia, vão se transformando aos poucos, e se tornam peça fundamental do grupo, geralmente por terem encontrado neste alguma garota que gostem. Por serem praticamente impossíveis de matar, duram até os últimos momentos da trama, e mesmo assim não são mortos por zumbis, costumam se sacrificar para que os protagonistas consigam sobreviver.
  • Velho sábio: O conselheiro do grupo, é aquele cara experiente que sempre fala a coisa certa no momento certo, conseguindo manter o grupo unido sob a bandeira da sobrevivência. Psicólogo natural, consegue resolver grande parte das tretas que acontecem, ou pelo menos acalmar os ânimos dos encrenqueiros, que geralmente são o protagonista e o anti-heroi. Apesar de não conseguir fazer nada que preste, como encontrar suprimentos ou descarregar metralhadoras na cabeça de zumbis, esses sábios senhores são considerados os líderes morais dos grupos de sobreviventes, pelo menos até morrerem de maneira violenta nas mãos e na boca de algum zumbi. Este tipo de personagem consegue colaborar mais morto do que vivo, pois, após ser enterrado, todos os outros personagens ganham novos ânimos para continuar a jornada.

Outros clichês[editar]

Um apocalipse zumbi nas ruas de Londres.
Zumbis ao avistarem sua presa.
Grupo de sobreviventes lutando pela sua própria vida.

1 - Os primeiros contatos com as criaturas na maioria das vezes ocasionarão os traumas dos mais diversos em quem os presencie. Normalmente, a primeira pessoa a ver os zumbis será um figurante sem qualquer importância para a história. Esse figurante, em cerca de 90% dos casos, será uma mulher, que vai desmaiar logo em seguida e depois nunca mais será vista pelo resto da história, possivelmente por ter virado janta. Se fizer alguma aparição superior, será sem sombra de dúvidas como um zumbi. Caso o figurante sobreviva, em algumas raras ocasiões poderá ser encontrado entre um pequeno grupo de sobreviventes temporários. De uma forma ou de outra, o destino daquele inútil que é o primeiro a ver as criaturas já é mais do que certo.

2 - Não adianta absolutamente de nada você ficar esperando por alguma tomada de providências por parte das autoridades. Além da grande preguiça em levantar sua bunda gorda da cadeira para fazer alguma coisa útil e prestativa para conter a ameaça, o governo sairá de fininho para não ter que se envolver. Só haverá de fato alguma ação por parte das autoridades depois que a história acabou, ou seja, depois que a situação já está extremamente preta e cerca de mais da metade da população já foi pra vala.

3 - Em todos os casos haverá um grupo de sobreviventes tentando desesperada e inutilmente sobreviver à ameaça. O grupos erá integrado pelos personagens clichês citados acima. Em todas as ocasiões, esse mesmo grupo ficará preso dentro de algum barraco velho ou estabelecimento supostamente apto para retardar a invasão das criaturas, mas que sempre acaba invadido pelas criaturas em dado momento da história. Até os zumbis arrombarem a porta porém, mais da metade dos sobreviventes já vai estar morta, pois nos estabelecimentos sempre haverá uns 4 ou 5 zumbis perdidos que começarão a massacrar os sobreviventes (a começar pelos personagens que você quer viva) um a um.

4 - Os zumbis sempre são abordados de forma extrema: ou serão extremamente lentos feito uma lesma, fracos feito madeira com cupins e burros feito um funkeiro; ou serão extremamente rápidos feito o Flash, fortes feito o Jason e inteligentes feito o Einstein.

Foto exclusiva de um raríssimo zumbi marinheiro.

5 - Dentre os infectados (lê-se: já transformados em zumbis), poderão ser identificados os seguintes estereótipos em toda santa obra, sem exceções: gordões de Lan House, que costumam ser os mais famintos de todos e foram infectados enquanto comiam um Big Mac no McDonald's; magrelos anorexos, que parecem habitantes da Etiópia e costumam ser os que menos atacam humanos; policiais, que provavelmente foram infectados enquanto comiam rosquinhas na central de polícia; adolescentes burros, que foram infectados por serem mais estúpidos e despidos de intelectualidade do que os próprios zumbis; velhinhas bebedoras de chá, que foram infectadas enquanto faziam tricô no clube de avós da cidade; caminhoneiros, que foram infectados num momento que deram uma pausa da viagem para frequentar o barzinho na esquina bem na hora do surto de zumbis; médicos, que foram infectados no momento que pessoas com o vírus no organismo se transformaram em zumbis e começaram a atacar os funcionários dos hospitais (geralmente públicos); e mendigos e andarilhos, que foram infectados no beco enquanto pediam esmola ou imploravam por migalhas de pão amanhecido. Também sempre haverá um zumbi-alfa, aquele que é sempre o primeiro filho da puta desgraçado que percebe quando o rango está na mesa.

Um dos típicos responsáveis por conter a ameaça biológica. Como de costume, só se vê esses indivíduos nas partes finais de qualquer história, quando já não se fazem necessários.

6 - A epidemia de zumbis sempre terá um culpado, queira você ou não. Este culpado sempre será um daqueles típicos burros, que por alguma distração fizeram alguma merda que de alguma forma liberou o vírus por aí. Este mesmo jumento, provavelmente será o zelador, lixeiro, guarda noturno ou um cientista amador de laboratório, que achando que estava fazendo o seu trabalho (na maioria das vezes em troca de um salário mais baixo do que o de professor), só o que fez foi condenar a humanidade à perdição eterna. Na maioria das vezes, esse jumento trabalha para alguma empresa de grande porte, e na maioria das vezes, esse infeliz que foi o responsável por toda a burrada é o primeiro a morrer, por estar por perto quando a catástrofe tem seu início.

7 - Não importa qual seja a gravidade ou intensidade da situação, animais (principalmente cães) jamais serão atacados. Você pode jogar um cachorro no meio de toda uma cidade de zumbis famintos e sedentos por carne, mas nenhum deles vai querer saber do bicho. Se a sua única esperança de vida depende de usar um animal como isca, meu amigo, pode começar a rezar, pois você já está com os dois pés na cova. Este tabu só é quebrado pela série de jogos Resident Evil, onde até plantas e objetos podem ser infectados com qualquer tipo de vírus.

8 - É quase uma regra: os responsáveis por conter o vírus, em sua maioria militares, vão estar sempre usando uma roupa preta com uma máscara de oxigênio quase igual a do Kabal, só que também preta. O visual do grupo de contenção faz seus integrantes ficarem parecidos com mineiros canadenses, e deixa todos eles idênticos ao HUNK ou ao Harry Warden. Essa figura é um verdadeiro clássico nas histórias do tipo, sobretudo naquelas cujos zumbis se originaram à partir de substâncias químicas nocivas.

9 - O vírus sempre começa em alguma cidadezinha inútil e desconhecida que fora esquecida por Deus e o mundo, e por ser um lugar não muito grande, em menos de 10 minutos quase toda sua população já vai estar arrastando os pés pelas ruas em busca de vísceras humanas para degustar. No final da história, todos os problemas serão rapidamente resolvidos por um prático e eficaz míssil que destruirá toda a cidade, os zumbis e uns pobres coitados que milagrosamente ainda não viraram janta. Se no primeiro filme, livro, ou jogo da série e ameaça não foi contida, no segundo ela já terá atingido proporções globais.

10 - A proliferação dos zumbis é algo muito fácil e rápido de acontecer. Isso porque, nenhum dos personagens costuma imaginar que um dia seria pego de surpresa por um surto dessas criaturas no meio da rua enquanto vai ao trabalho, escola ou ao supermercado. Logo, pelas pessoas estarem psicologicamente despreparadas para esse tipo de situação, ficam vulneráveis às criaturas, e quando se deparam com os defuntos gemendo feito retardados no meio do asfalto, costumam chegar perto demais, pro conseguinte, sendo abocanhados quase de imediato. Isso vai acontecendo gradativamente em vários pontos da cidade alvo do surto, e em pouco tempo começam a brotar mais zumbis na história do que baratas do porão da tua tia.

Como sobreviver à um Apocalipse Zumbi?[editar]

Tipos de Apocalipse Zumbi[editar]

Nas histórias que abordam o Apocalipse Zumbi, são vários o fatores que podem vir a contribuir para a proliferação da peste viral. Porém, antes de mais nada, precisamos entender as 3 classificações básicas nas quais está distribuído o Apocalipse Zumbi:

Apocalipse zumbi decente[editar]

Exemplo de zumbi decente.

O apocalipse zumbi decente, também conhecido como apocalipse zumbi normal, é aquele tipo de apocalipse zumbi que explora causas viáveis para a infecção. É claro, em muitas ocasiões suas causas são toscas, porém, mais elementos constituem uma história razoável. Nesse tipo de Apocalipse Zumbi, os zumbis são sempre feios, porém, muito bem trabalhados, o que contribuiu para fazer cagões tremerem na base. Nesse tipo de Apocalipse zumbi, as criaturas vagam feito retardados atrás de humanos para chacinarem, e massacrarem.

Para se fazer um apocalipse zumbi decente, nem pensar em fazer uma coisa do tipo "leve": deve haver muito sangue, morte, gore e vísceras sendo espalhadas violentamente para todos os cantos da tela, de modo que a única visão que você tenha seja a dos fluídos corporais das vítimas sendo jorrados para todo o lado.

Deve obrigatoriamente haver o uso e abuso da violência exacerbada, que por sua vez, deve ser do tipo capaz de fazer os telespectadores vomitarem, e deve haver uma história. Em síntese: um apocalipse zumbi decente deve conter altos teores psicopatas, já que seus fãs serão em sua maioria pessoas com histórico de bullying, rejeição e exclusão social, e por conseguinte, adotam a teoria de quanto maior for a carnifica de humanos, melhor será a história.

Exemplos: A Noite dos Mortos-Vivos, Madrugada dos Mortos, Extermínio.

Apocalipse zumbi tosco[editar]

Exemplo de zumbi tosco.

O apocalipse zumbi tosco é aquele tipo de apocalipse zumbi com uma história sem pé nem cabeça. As máscaras dos zumbis são terrivelmente mal feitas, e os zumbis parecem estar chapados ou batizados com a erva. Geralmente andam de forma extremamente desengonçada, usam roupas de mendigos, falam e são praticamente imortais. Os zumbis desse tipo de apocalipse fazem com que você se sinta dentro de uma grande comédia, dada a tosquice a qual seus telespectadores são submetidos.

Em algumas ocasiões, você pode matar um zumbi desses arremessando discos de vinil em sua cabeça. Porém, às vezes os zumbis que habitam esse tipo de história são quase indestrutíveis, e só vão ter um ponto fraco, geralmente o mais absurdo possível, como por exemplo, eletricidade. É muito comum que zumbis dessas histórias andem pelas ruas gritando "MIOLOS!!!!" ou "CÉREBROS!", isso quando não tiram uma carteira de motorista e passam a perseguir os sobreviventes (geralmente pessoas improváveis, que jamais teriam sobrevivido em um apocalipse zumbi decente) com algum veículo.

No caso dos filmes, o sangue desse tipo de apocalipse zumbi é claramente feito de groselha ou de tinta vermelha, que qualquer criancinhas de longe identificaria como sendo falso. Os órgãos internos das pessoas serão feitos de pano velho ou de plástico barato, e sua máscara será confeccionada à partir de uma borracha vagabunda, daquela que começa a soltar um líquido pegajoso depois de um dia dentro do armário.

Alguns conseguem ser tremendamente podres e fugir a todos os limites do aceitável, como Meu Namorado é um Zumbi, filme com um estilo Crepúslixo, onde um zumbi, que devia ser uma criatura demoníaca, começa a namorar uma guria retardada, insegura e que ainda acha que um dia vai encontrar um príncipe encantado para atender a todas as suas fantasias utópicas típicas de adolescentes estúpidas, irritantes e sem-graça, perdidas em meio aos seus sonhos melosos, os quais criam uma enorme montanha entre um conto de fadas e a realidade.

Exemplos: A Volta dos Mortos-Vivos, Todo Mundo Quase Morto, Meu Namorado é um Zumbi

Exemplo de zumbi racional.

Apocalipse zumbi com zumbis racionais[editar]

Qualquer um que que leia "zumbi racional" em alguma frase, de cara vai dar gargalhadas, além de xingar muito no Twitter. Porém, esse é o apocalipse zumbi cujas criaturas mais se aproximam dos zumbis originais haitianos. Os zumbis desse tipo de apocalipse zumbi nunca vão ser chamados de "zumbis", sempre receberão algum nome como "infectados", "Majinis" ou "Ganados", porém, não fugirão ao conceito original do termo.

Esse tipo de zumbi será afetado por algum vírus ou parasita que ao invés de primeiro matar a pessoa e depois transformá-la em uma criatura doidona, simplesmente transforma a pessoa em uma criatura doidona sem nem precisar matá-la. Os zumbis desse tipo de apocalipse costumam ser inteligentes pra diacho, e muito mais difíceis de serem mortos. Diferentemente dos zumbis mortos-vivos, esses são zumbis vivos, e falam como pessoas normais. O que os diferencia é que assim que entram em contato com o parasita, simplesmente piram na batatinha, e tem graves surtos de paranoia e esquizofrenia, até seu psicológico ir pro brejo.

Assim que isso acontecer, eles vão simplesmente te atacar com enxadas, pás, armas de fogo, bastões elétricos, metralhadoras, lança-chamas e o que vier pela frente. Em muitas ocasiões esses zumbis vão atacar até mesmo a si mesmos, e será muito comum presenciar cenas desses zumbis caindo na porrada um com o outro no meio da rua, de forma semelhante ao que ocorre em GTA.

Exemplos: A Epidemia, O Exército do Extermínio, Resident Evil 4.

Causas do Apocalipse Zumbi[editar]

Bella aproveitando um Apocalipse Zumbi para conseguir um namorado melhor e menos purpurinado.
  • Vírus Natural: Apocalipses zumbis iniciados por vírus naturais se configuram num verdadeiro perigo para toda a humanidade, e são muito explorados no contexto. Geralmente, esse tipo de vírus não passa de um simples agente mortífero destruidor de saúdes e vidas que ocasiona doenças como AIDS e medo de tomar banho Hidrofobia. Porém, por alguma ironia do destino, esses vírus inofensivos sofrem mutações do nada até se transformarem em agentes virais causadores de um surto zumbi. É muito comum que os mesmos tenham suas origens em macacos, e provavelmente a mutação terá seu início quando algum idiota acidentalmente derramar gotas de Biotônico Fontoura nas amostras recolhidas dos mesmos.
  • Vírus Artificial: Vírus artificial é uma das causas mais clichês existentes em um apocalipse zumbi. Geralmente tem sua origem nos laboratórios de alguma grande empresa, como Umbrella Corporation, NASA ou Google. Ao que tudo indica, as grandes empresas que elaboram esses vírus costumam ser muito desorganizadas, já que o vírus sempre vai dar um jeito de escapar de seu confinamento e parar nas ruas da cidade, em muitas ocasiões transportado por ratos, baratas e outros animais que habitam os esgotos e por si só já podem transmitir diversas outras doenças; onde vai ficar ainda mais forte ao se misturar com os agentes causadores da peste negra, tuberculose e gripe suína.
  • Vírus alienígena: Um apocalipse zumbi ocasionado por vírus alienígena é relativamente raro, porém pode ser um das explicações mais coerentes para a causa dessa praga, já que seres humanos são obsoletos e burros demais para dar origem a algo desse calibre. O apocalipse zumbi alienígena pode se dar de duas formas: transformando terráqueos em zumbis lentos, fraco e burros (como acontecia nos filmes antigos); ou transformando as pessoas em verdadeiras crias do diabo que se configuram numa espécie de mistura de zumbi com alienígena, com muito mais força, velocidade e sede por sangue. Este segundo caso se aplica aos Necromorphs de Dead Space, que são carcaças revividas por uma espécie de fungos organismo alienígena, provavelmente um vírus; que depois se transformam em crias do diabo.
Exemplo de apocalipse zumbi organizado pelo Capeta. Repare na cara de demônio das criaturas.
  • Mágica: Os primeiros filmes sobre apocalipses zumbis nunca especificavam quais as origens do mal, sendo que você desde a primeira cena onde aparecem os zumbis, fica se perguntando do início ao ao fim que porra causou o surto. Logo, supõe-se que numa bela noite escura e sombria, um mago ou alquimista querendo se vingar da humanidade por simplesmente o tacharem de "mentiroso" ou "charlatão", resolve provar que de falso não tem nada, rogando assim uma praga sobre a humanidade que por sua vez, dá origem a um surto de zumbis do nada.
  • Punição divina/capetina: Uma das causas mais improváveis e estúpidas possíveis, em muitas ocasiões se supõe (pelo menos muitas histórias dão a entender) que o apocalipse zumbi é na verdade uma obra de Deus ou do Capeta. No primeiro caso, Deus estaria cansado de sua cria desgraçada que tanto lhe dá desgosto, e para punir os humanos, resolveu lançar um vírus mortal para eliminar esta raça da face da Terra. Na segunda situação, numa habitual tentativa de dominar a humanidade e mandar todas as pessoas para o Inferno, o Capeta resolve atormentar a criação de seu maior concorrente mais uma vez, com o intuito de extinguir a mesma da face da Terra através de um vírus diabolicamente mortífero.
  • Macumba: A macumba, vulgo voodoo, foi na verdade a primeira forma criada para originar um apocalipse zumbi. Em muitas ocasiões, devido a preguiça e ao sedentarismo de fazer algo útil e prestativo, pais de santo de todas os lugares do mundo resolvem se apropriar das mais charlatãs variadas técnicas de magia negra para criar seu próprio apocalipse zumbi particular, onde os zumbis na verdade são usados apenas como escravos, para trabalhar em minas de carvão ou plantações de trigo e arroz.
  • Sem causa definida: Apocalipses zumbis sem causa definida costumam ser também bastante recorrentes. Geralmente surgem quando algum indivíduo aleatório decide explorar os zumbis na mídia, mas com preguiça de cirar uma história decente com uma explicação coerente, apenas introduzem os zumbis de forma improvisada no enredo e em muitas ocasiões, de forma completamente estúpida.

Apocalipse zumbi nas mídias[editar]

Cinema[editar]

Nos primeiros filmes que abordavam as obras, nunca se tinha certeza se as pessoas estavam realmente mortas ou se apenas sofriam de insônia.

Apesar de a imagem do zumbi mitológico ter se originado na Literatura, o contexto de Apocalipse Zumbi foi difundido na verdade pelos filmes. Tudo começou com George A. Romero quando depois de aposentado e já sem muita coisa de interessante para fazer, resolveu criar A Noite dos Mortos-Vivos.

A maioria dos clichês presentes no gênero foram importados do Cinema para as outras mídias. A série "Living Dead" é a mais conhecida de todas, pois o gênero teve seu auge e sua criação justamente com essa série cinematográfica. Essa série também foi a responsável por inaugurar surtos zumbis ocasionados por punições divinas e por mágica fajuta. 99% dos filmes, livros, quadrinhos ou histórias em geral sobre zumbis atualmente não passam de plágios descarados da ideia proposta pela série Living Dead.

Obviamente, por se tratar de um grande expoente gore cultural, não demorou muito para que diversos remakes porcos e tremendamente ruins de doer fossem realizados. Até porque, antes mesmo do fim da década de 70, já tinha pensado em quase tudo o que se podia ser chamado de "original" para filmes de zumbis, e só o que restou aos novatos foi reproduzir tudo, mudando apenas o nome dos personagens e a localização onde ocorrem os ataques zumbis.

Literatura[editar]

Apocalipses zumbis na Literatura também costumam ser muito recorrentes.

Como já mencionado, o a figura do zumbi tal como a conhecemos hoje teve seu início na Literatura, sendo Frankenstein uma das figuras-chaves para construir essa designação. Até porque, Frankenstein foi quem antecipou o conceito de "bicho escroto surgido do cemitério". Porém, a personalidade culta do Frankenstein do livro foi completamente distorcida, pois ninguém sentiria medo de um zumbi nerd, até porque, no livro o bicho fala de forma mais poética e literária que o próprio Shakespeare.

O que colou mais foi o Frankenstein dos filmes: um bicho escroto, burro pra caralho, com uma cara bizarra e que não sabe fazer nada de mais útil senão sair gemendo feito um retardado - o que é muito s melhante aos zumbis tal como os conhecemos. No caso do Apocalipse Zumbi, eles apenas pegaram a figura do Frankenstein e fizeram milhões de exemplares baseados em sua personalidade juntos para caçar humanos.

Atualmente, entre as as abordagens literárias mais conhecidas do gênero são Eu Sou a Lenda (pensou que só existia o filme, seu ignorante?), que inclusive serviu de inspiração para Romero criar essa desgraça toda; e Celular, um livro de Stephen King, que aborda zumbis racionais com poderes sobrenaturais como telepatia e oneirocinese. Recentemente também virou modinha o livro Guerra Mundial Z.

Quadrinhos[editar]

Nem Gotham está à salvo de um possível surto de Zumbis.

Até meados dos anos 2000, definitivamente não existia absolutamente nada de notório no Universo dos quadrinhos que explorasse de forma clara o conceito do Apocalipse Zumbi, correto? ERRADO! A verdade é que uma antiga série mais velha do que a tua avó conhecida como Deadworld fora uma das primeiras obras quadrinísticas que abordarem o conceito. Posteriormente é óbvio, chegou The Walking Dead, a maior referência em quadrinhos quando se fala em Apocalipse Zumbi.

Também houveram diversos trabalhos coadjuvantes da Marvel Comics e da DC Comics que motivados pelo sucesso de sagas que realmente ilustram bem o conceitos, resolveram investir nesse tipo de coisa, dando origem assim à porcarias como Zumbis Marvel e A Noite Mais Densa.

Animes e Mangás[editar]

Apocalipse zumbi retratado em um Anime/Mangá.

É um fato incontestável: japoneses são uma verdadeira merda quando o assunto são zumbis, lobisomens, bruxas, demônios, Serial Killers, ciborgues ou qualquer coisa mais interessante e divertida do que lendas japonesas.

É claro, japoneses adoram explorar os vampiros em suas histórias, mas todos sabemos que a única coisa que presta que eles conseguiram fazer até hoje foi a série de mangás Hellsing, com vampiros de verdade e que não seguem os moldes de Edward Cullen. Da mesma forma, zumbis definitivamente não são o forte dos japas.

Porém, recentemente alguns japoneses decididos a quebrar esse tabu de que japonês não sabe nada sobre monstros lendários, resolveram criar Highschool of the Dead, o melhor e único enredo decente sobre zumbis que qualquer japonês desde os primórdios já pensou em fazer. Por ter sido claramente inspirado pelas obras de Romero, foi um tremendo sucesso no mundo todo, pois zumbi de fato só vai dar certo se possuir toques ocidentalizados (como ocorre em Resident Evil). A história é caracterizada por muito sangue, gore, garotas incrivelmente sexy mutilando zumbis e com sangue e violência para todos os lados.

Games[editar]

Resident Evil, conquistando gerações com seus zumbis pra lá de realísticos.

A simples explicação para o fato de não haver tantos Animes e Mangás decentes sobre zumbis no Japão, é que aqueles realmente talentosos que provavelmente acompanharam todas as obras de Romero de cabo à rabo não dão a mínima para animações e quadrinhos, e sempre optam por investir todo o seu talento e conhecimento em jogos eletrônicos.

Se formos fazer uma análise aprofundada, veremos que quase todos os games de zumbis criados por japoneses são razoáveis, o que de certa forma entra em contradição com as péssimas habilidades dos japas em escrever mangás e desenhar animações com enredos decentes sobre zumbis.

Como já foi citado anteriormente, o fato é que geralmente aqueles que optam pelos games costumam se apropriar de um meio mais ocidentalizado e sobretudo americano para dar vida às suas ideias sobre zumbis. A obra de maior impacto cultural nos games foi sem sombra de dúvidas Resident Evil, que dispensa comentários do porquê.

Ver também[editar]


v d e h
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