Arês

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Cquote1.png Você quis dizer: Areia Cquote2.png
Google sobre Arês
Cquote1.png Ei, feche as janela, já é de tardizinha e as muriçoca tão entrando! Cquote2.png
Senhora sobre tardezinha de Arês

Arez (por vezes analfabeticamente grafado como Arez, algo que nem o IBGE tolera mais[1]) é uma vila com uma população de aproximadamente um bocado de habitantes, sendo metade do sexo masculino, metade do sexo feminino e metade do sexo intermediário. É nesta cidade onde fica a Associação Brasileira de Pintores Desoculpados (escrito errado mesmo), e é a capital nacional de puxadores de saco e baba-ovos.

História[editar]

Anteriormente um belo lugar habitado por índios que não faziam mal a ninguém, estes foram expulsos por holandeses que ali chegaram em 1651 querendo plantar maconha e cocaína, algo que se estabeleceu como prática cultural e é realizada até hoje. O grande navegador holandês Maurício de Nassau planejava criar um enorme porto aproveitando-se da foz do rio Jacu, mas como moravam no local apenas potiguares, alguns paraibanos e índios que jamais construíram uma pirâmide sequer, ou seja, um povo preguiçoso por si só, ninguém ali estava disposto a construir algo marcante ou relevante, como até hoje não estão, então Nassau teve que ir embora.

Assim, no ano de 1659 chegaram os padres para torturar catequizar os índios, algo que não deu muito certo, pois eles foram expulsos dali pelos indígenas, por isso não há grandes igrejas belíssimas nesta cidade.

O século XIX ficou marcado na história dessa cidade, pois entrou em guerra com o povoado vizinho de Goianinha, foram pelo menos umas dez desmembrações e uniões ao longo desse tempo. A contenda que começou em 1832 terminou em 1876, com derrota de Arês, que até hoje é uma cidade submissa de Goianinha por causa disto.

Geografia[editar]

Praça Central de Arês com a humilde igreja ao fundo, onde localiza-se o busto do Costinha, suposto fundador da aldeia.

Parece que faz parte do estado do Rio Grande do Norte, faz fronteira ao norte com o nada, ao sul com a maré, a sudoeste a maré, a nordeste maré, noroeste mata, leste mato. Possui uma densidade populacional de quase 13000 loucos por km quadrado segundo o IBGE. Possui bairros da periferia como Pantané, Urucucurá, Areias Movediças, DinDin do Congelador, de cima e de baixo.

A cidade também é conhecida como a metade do caminho entre o nada e lugar nenhum (se percebida). A cidade está há cerca de 300 buracos de Natal, 600 de Mossoró (futura capital do estado), 350 tiros de Caraúbas e mil remadas de canoa de Tibau do Sul.

A flora e fauna de Arês é caracterizada pelo mau cheiro da catinga dos burros mortos na rodagem e do chorume utilizado na plantação de coca-de-açúcar, mas é só fechar os vidros do carro e acelerar. A fauna, é compreendida pelos gatos, cachorros descendentes da cachorra "baleia", cururús que surgem do nada quando cai um sereno, besouro do cão, muriçoca e mosca varejeira.

Economia[editar]

Embora a cidade não possua supermercados, água encanada, esgoto, etc... Arês tem uma infra-estrutura invejada em todo mundo. Arês apresenta um comércio variado de muambas, eletro-eletrônicos, maconha, pinga, birita, cana, cachaça, já falei pinga? Mas o principal produto da região é a coca doce (leva esse nome pois a cocaína é vendida em sacos de açúcar). Os cientistas da cidade desenvolveram uma nova variação do pó que é produzido em larga escala nos sofisticados laboratórios de Arês, abastecendo a população e cidades vizinhas. Lembrando que o comércio da cola de sapateiro é bastante difundido entre as massas juvenis.

Grande produtor de camarão a sua população não sofre com problemas de fome, pois qualquer necessidade é só ir no viveiro mais próximo, jogar a tarrafa e fazer um burráio com goiamum presos nas latas e o liliu catados no mangue.

O comércio local é bastante movimentado, e marcado pela presença de pedintes e de bebúns, que vêm dos sítios fazer a feira na terça e gastam todo o dinheiro com cachaça e rapariga. Outra alavanca financeira da cidade é a produção de açúcar, que emprega 20% da mão de obra local, os outros estão divididos entre desempregados e os políticos e seus cargos nepóticos.

No famoso shopPimg MF (mei de feira), são comercializadas as porcarias roubadas nas redondezas. E movimenta bastante o pregão da bolsa de valores da cidade.

A cidade possui 1,5 supermercados; 0,5 shopping centers e 6.876 bares de esquina. A economia da cidade vive com raiva de Goianinha, que é mil vezes mais desmantelada que Arês, por lá existir dinossauros, Disom e shows de Aviões na festa de abril.

Política[editar]

A disputa política em Arês trava-se entre o DEM, PR, PMDB e o PSB que se unem em coligações, mas depois do resultado das eleições saem em conflitos sangrentos pela cidade.

A famosa política do pão e circo ainda é bastante utilizada e aceita, a partir do momento que vem garota safada ou qualquer outra banda de renome e toca uma noite, todo mundo esquece que está sofrendo e votam novamente nos mesmos políticos. Ciclo sem fim, ciclo sem fiiiiiiim!

População[editar]

Existem três distintos grupos dos seres primitivos na cidade em questão. O primeiro grupo, formado pelos ricos, 0,001% da população, são os seres os quais sobra dinheiro, só andam de Hilux, bebem whisky 12 anos com red-bull e usam roupa da Dout; Enquanto o segundo grupo é formado pelos que pensam que são ricos, 9,999% da população, sãos eres que apenas imitam os primeiros sem ter a menor condição disto, são lisos, andam de pop, deviam usar roupas do mercado e beber 51, porém são muito metidos para tanto, desta forma se endividaram até o pescoço com empréstimos em bancos e com agiotas; E o terceiro grupo, é formado pelos que sabem que não são ricos, 90% da população) e acabam com o estoque mensal de 51 da cidade.

O point de encontro dos seres primitivos e "intelectuais" da cidade é curiosamente um posto de gasolina, onde discutem sobre festas, novelas, roupas, que bandas de forró vão tocar ano que vem e se essas bandas vão falar no nome deles, e uma eventual paquera. A musica rock é representada por 1/1000 da população e esses se isolam numa praça e não falam com ninguém.

Comunicação[editar]

A cidade está na vanguarda da comunicação, visto que recentemente abandonou o uso dos sinais de fumaça e pombos correio. E em breve será inaugurado o primeiro orelhão. A televisão que é o instrumento de comunicação em massa na cidade, diariamente das 18 às 22 horas a tv comunitária é ligada para deleite dos populares, que assistem às 3 novelas da globo mais o Jornal Nacional. Infelizmente a cidade ainda não possui uma repetidora própria de tv; mas isso não faz falta, pois a programação já é bem repetitiva. Na rádio comunicação, encontramos o ponto forte da cidade, com uma estação de rádio, com conteúdo diversificado e programação de qualidade.

Cultura[editar]

As principais atividades culturais dos seus moradores são as típicas de pobre, como tomar banho de cuia, juntar resto de sabão e fazer uma bola, aproveitar copos de requeijão, pedir dinheiro à político entre outras atividades arraigadas na cultura local devido ao grau de erudição de seus moradores.

Turismo[editar]

A cidade possui grandes pontos turísticos, como por exemplo o cemitério público, a igreja, o cemitério público, a igreja, entre outros pontos de interesse como o cemitério público e logradouros onde inclui-se um antigo canhão usado desde antiguidades para se proteger dos ataques incessantes dos mosquitos que dominam as noites da cidade.

Referências