Aragarças

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Aragarças é um dos bairros de Barra do Garças do lado pobre e miserável (goiano) do Rio Araguaia. Existem rumores que há um projeto em Barra do Garças em construir ao redor da cidade algumas muralhas como as vistas na Faixa de Gaza, com cercas elétricas tipo "frita-pobre", fossos de jacaré ali no meio da ponte, casamatas, deixando para entrar em Barra do Garças apenas aviões de primeira classe. Aragarças então seria devolvida definitivamente para Goiás, também com pedido de desculpas, arrependimento e garantia de não aceitar de volta, todavia o projeto foi engavetado.

A cidade também é conhecida por ter cortes na energia algumas vezes por minuto.

História[editar]

Bando de pobre tentando se refrescar do calor de 70°C de Aragarças, numa de suas "praias".

Aragarças é um município de história rica (na verdade é a mesma história de Barra do Garças, Aragarças nunca passou de uma favela parasita da cidade mato-grossense). O primeiro registro de habitação de Aragarças se dá quando um grupo de bandeirantes do século XVII vai até o quinto dos infernos atrás de índios para escravizar e ouro, mas nada descobrem além de mato e canibais.

Vários garimpeiros passavam pela aldeia durante a procura por El Dorado, transgredindo o Tratado de Tordesilhas que dizia que era proibido atravessar Aragarças, os inconsequentes que faziam isso era massacrados e devorados pelos índios bororós.

Desde então, tudo quanto é garimpeiro frustrado acabou se aglomerando em Aragarças (os bem sucedidos ficavam em Barra do Garças), até que em 1872 ocorre a fundação oficial de Aragarças como favela de Barra do Garças.

Em 1933 um malandro mercenário mentecapto (típico aragarcense) espalhou um falso boato que havia encontrado um diamante de 1 tonelada no Rio Araguaia. A notícia atraiu vários otários, que nunca mais conseguiram sair de Aragarças.

No governo de Getúlio Vargas criminosos, estupradores e ladrões foram banidos da então capital do Rio de Janeiro para a então Colônia Penal de Aragarças, usando uma tal desculpa chamada Marcha para o Oeste.

Atualmente Aragarças é que nem naqueles filmes de velho-oeste, manda quem tiver o gatilho mais rápido.

Infra-estrutura[editar]

Moderna ponte que liga Aragarças e Barra do Garças.

O rádio acabou de chegar em Aragarças, isso já dispensa maiores comentários sobre a avançada estrutura da cidade que remete a Europa feudal do século X.

Há de destaque apenas uma ponte por onde chega em Goiás todas as muambas da Bolívia.

População[editar]

Habitada pela grande maioria de favelados pessoas que dizem pros parentes e amigos que "vévem na Barra", mas na verdade não tem condições de morar em Barra do Garças de verdade.O cidadão aragarcense tem vergonha de dizer que vive em Aragarças, e sempre quando questionado diz que mora em Barra do Garças.

Cidade estranha que todo dia amanhece com alguém morto misteriosamente esfaqueado e/ou baleado por isso a população não cresce. O povo da cidade inteira vai trabalhar em Barra do Garças (lê-se "roubar em Barra do Garças").

As poucas mulheres bonitas são gente de fora da cidade.

Economia[editar]

A economia de Aragarças se destaca por ser completamente inexistente. O povo trabalha e assalta tudo em Barra do Garças. Aragarças é tipo como se fosse um covil.

Turismo[editar]

Aragarças reúne todo tipo de turistas pobres, porque os de classe média estão tudo em Barra do Garças (e os ricos em Paris). Todas as festas, putarias e outras coisas divertidas estão em Barra do Garças. Só sobrou para Aragarças alguns pequenos puteiros baratos e um lixão a céu aberto na margem do rio que, insistem em chamam de praias. Para entrar em Aragarças é necessário o uso de colete a prova de balas, escolta armada da PF, tanque de guerra, 5 espiões pobres e 2 facões em baixo do peito.