Araporã

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Pão-de-queijo... hum... bão dimais...
Minas
Uai sô, ocê num intendeu?
Esse artigo é de humor mineiro uai! E foi feito por arguém que tava comeno um queijim... Pra entender, só comeno um pãozim de queijim com um copo de leitche! Ooooô trem baum de mais da conta, sô!


Araporã, cidadezinha insignificante no interior de Minas Gerais, localizada mais precisamente na região do Triângulo das Bermudas Brasileiro.

Por conta de suas belezas naturais (que nem são mais tão naturais assim, pois, no passado, os mineiros que buscavam ouro na região sentaram a picareta em tudo o que tinha de bom), Araporã destaca-se das outras cidades por conta de seu fluxo de turistas inigualável: Em seus 19 ânus de existência, recebeu 2 turistas, sendo que estes eram caminhoneiros à caminho de Belo Horizonte, que tiveram uma forte dor de barriga no caminho, e pararam em um posto de gasolina local para dar aquela descarregada.

História[editar]

Araporã é conhecida mundialmente por conta de seu saneamento básico de primeiro mundo.

Existem diversas fábulas que tentam explicar o surgimento de Araporã, mas nenhuma delas prova absolutamente nada. A lenda mais confiável, retirada do próprio site da prefeitura da cidade (este que, diga-se de passagem, não é atualizado desde 2010), diz que um tal de Fernando Vilela (nunca ouviu falar? Nem eu!), resolveu investir em um território esquecido do Triângulo Mineiro, pois achava que, se fizesse um investimento correto neste terreno baldio, algum dia, ele conseguiria formar uma verdadeira cidade, que iria lhe render muitas e muitas barras de ouro que valem mais do que dinheiro.

Para começar a levantar a economia da cidade, Fernando Vilela começou algumas plantações, dos mais variados produtos, sendo que os principais eram a cana e a maconha para subsistência. Com o muito dinheiro que conseguia com a venda de toda a colheita, Fernando Vilela construiu um engenho, que iria ajudar na produção de rapadura. No princípio, Fernando achava que a rapadura seria extremamente lucrativa, mas depois ele percebeu que conseguia muito mais exportando maconha para o Rio de Janeiro.

A moderna e complexa infra-estrutura de Araporã, que é invejada por muitas outras cidades.

Depois de alguns anos ficando mais isolado que um náufrago, finalmente começaram a aparecer algumas pessoas, que estavam interessadas em morar naquele território. Estes eram membros do MST, que vagavam com o rabo entre as patas fazia mais de dois anos. Como Fernando estava interessado em conseguir moradores para a sua cidade (até porque ele precisava do dinheiro dos impostos para se manter), ele aceitou os sem-teto, que ajudaram Fernando a erguer uma verdadeira cidade interiorana, com direito à uma igreja no centro.

Passados alguns anos, Fernando e todos os moradores da cidade de Araporã estavam convivendo muito pacificamente, e sempre se reuniam no final da tarde para puxar um baseado. Porém, a vida é uma caixinha de surpresas, e estava acontecendo uma guerra naquela parte de Minas Gerais: As tropas mineiras estavam enfrentando as tropas goianas, pois estas queriam roubar todo o queijo fresco que acabava de ser produzido em Minas Gerais. Como Araporã fica bem na fronteira entre estes dois estados, a cidade acabou servindo com palco para a guerra.

Acabada a guerra, metade de Araporã tinha virado fumaça. Porém, como as plantações de maconha tinham sido intocadas, os moradores não perderam as esperanças, e, contando com a ajuda de alguns católicos, eles conseguiram erguer uma nova cidade, além de uma nova igrejinha no centro da cidade. No fim, o resultado ficou muito bom, e a cidade acabou ficando mais bonita do que era antes de ser destruída.

Emancipação[editar]

Na década de 1940, os filósofos e músicos nas horas vagas Tonico & Tinoco, percebendo que Araporã poderia ser uma boa cidadezinha interiorana, resolveram ajudá-la a conseguir a sua emancipação. No princípio, os moradores de Araporã não queriam muito a emancipação, até porque, se a cidade fosse emancipada, eles seriam os donos dos próprios narizes, e não poderiam mais colocar a culpa de todas as suas desgraças no governo de Tupaciguara. Porém, após uma palestra de Tonico, todos se convenceram que era melhor conseguir a emancipação mesmo.

Tomada a decisão, Tonico enviou para o governo de Tupaciguara a carta com o pedido de emancipação, acompanhada de duas balas e um pirulito. Com um valor tão alto oferecido, o governo de Tupaciguara não teve dúvidas, e aceitou a emancipação de Araporã.

Economia[editar]

Baseada inteiramente na exportação de maconha e de cana para todo o Brasil, especialmente para Belo Horizonte.