Araruna (Paraná)

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Mazzaropi02.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Araruna (Paraná) Feudo do Barão de Araruna
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Bandeira
Viva nosso brasão da Arara cagando
Hino Hino de Araruna
Local Bandeira do Brasil Brasillink={{{3}}} ParanáCidade de Interior
Idioma Pé VeRRRmeio
Geografia
Clima Frio no Inverno, e Calor pra Caralho nas outras estações...
Locais de Referencia O cheiro de cola industrial que vem da fábrica da AJRorato
Economia Tudo o que dependa de pias, móveis, colchões e muita mandioca
Produtos Exportados pias, móveis, colchões e muita mandioca
Política
Governo
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PMDB
Atual Prefeito
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Mino Borboleta
Vice-Prefeito
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Mídia
Cidadãos Ilustres
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AJRorato
Esporte Símbolo fuga de tiroteio em tempo de eleição
Santo Local Santo Antônio

Cquote1.png É uma cidadona da Paraíba! Cquote2.png
Capitão Enganado sobre sobre Araruna.


Cquote1.png É uma cidadinha de nada do Paraná! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre sobre Araruna.


Cquote1.png É onde o irmão do quilombo se esconde! Cquote2.png
Noveleira sobre sobre Araruna.

ele, o senhor Barão de Araruna


Araruna é mais uma pequena cidade do interior do Paraná, que disputa junto com Engenheiro Beltrão e Peabiru (e junto com esses lugares pavorosos compõe a tríade diabólica do centro-oeste paranaense) o local exato onde Judas perdeu as meias. Apesar que essa disputa é bem enrolada, pois Campo Mourão, mesmo sendo muito maior que as 3 reunidas, consegue ser um lugar tão ruim e fudido quanto elas.

A Nobreza de Araruna – única cidade paranaense a manter seu baronato.

Araruna é mundialmente conhecida por conta de seu barão, duque, marquês e imperador, o Barão de Araruna (carinhosamente chamado de Ferreirinha). É o homem que comanda a cidade com mãos de ferro e tem o capeta preso na garrafa de vinho canção. Seus poderes malígnos são conhecidíssimos. Manda e desmanda de acordo com seu dia – e o seu dia é o que ele Lê no horóscopo do jornal local. Todos os ararunenses se pelam de medo dele, já que, num acesso de fúria, pode mandar qualquer um direto pro pelourinho levar umas pauladas na bunda (no bom sentido), incrusive o delegado, se ele for abusivo. Há quem diga que o Barão de Araruna, senhor absoluto destas paragens, possui uma identidade secreta, seja de empresário ou de político da cidade, pra poder meter medo em mais gente! O certo é que ele é um dos homens mais ricos do mundo. Bill Gates ganha uns trocos engraxando seus sapatos. Carlos Slim trabalha de mensageiro pra ele, e o Eike Batista de cafetão conselheiro sentimental e arruma gatas pra ele dar uns amassos. O quinquitilão de trocentilhões de dólares que formam a conta corrente do Barão de Araruna – uma conta que desbanca o Tio Patinhas como pato mais rico do mundo – se baseia na maior riqueza local, isto é, logo depois das moças bonitas:

Capital da mandioca branca do Brasil

O roll de proezas do lugarejo não para por aí. Como não conseguiu tomar o posto nacional de Capital da Mandioca, se equiparou com Salvador na Bahia: a primeira como capital da mandioca branca, e a segunda como capital da mandioca preta. Todo ararunense adora uma mandioca. Todos tem mandioca enterrada nos fundos. Isso mesmo que você leu. A mandioca fez a riqueza e a grandeza e o largueamento da poupança dos habitantes de Araruna. Depois do Nordeste, é o lugar do mundo onde mais se come farinha com água e biju. Tem a maior renda per capita do planeta em mandiocada por habitante. Com certeza você, mesmo em distantes regiões do Brasil, já deve ter ouvido falar das farinheiras ararunenses: Amafil, Pinduca e Mádia. Quem não tem um colega careça, pescoçudo e magriça apelidado de Pinduca apenas por conta do menino propaganda da farinheira de mesmo nome? Quem não se lembra do anúncio da Pinduca nos intervalos do Topo Gigio? O enriquecimento de Araruna faz dela a única cidade da região que invés de encolher espicha – mais uma influência do potencial mandioquívoro da cidade. As outras todo ano tem gente a menos. Principalmente Peabiru, a cidade que mais encolhe no Paraná – que logo deve querer tomar a posição de Uraí como capital paranaense dos japoneis, se ela fizer jus a esse título. Só em uma coisa que Araruna perde pras cidades vizinhas: ela não tem prédio. Peabiru tem prédio, Engenheiro Beltrão tem prédio e mesmo Quinta do Sol tem prédio. Araruna tem caixa d'água que tomba, e apenas isso.

grave bem essa imagem pra nunca perder tempo no Google earth vendo isso!
a Arara Azul te recebe às portas da cidade

História de Araruna

A cidade foi durante muito tempo, como todas as outras da região, um distrito de Peabiru, até que tomou vergonha na cara e se emancipou. Quem a carregou para a luz da liberdade foi o próprio, Barão de Araruna! Sua segunda decisão sobre o futuro da cidade foi a de declarar guerra contra Engenheiro Beltrão – a favela onde os negros fugidos iam se refugiar e cortar cana em paz. O Barão, um escravagista e conservador natos, não podia consentir com tamanho desrespeito! A guerra foi travada com o mais farto e avançado material bélico das redondezas: 2 espinguardas puxa-fieira, um bacamarte importando diretamente de Ilhéus, 3 facas de cabo aperolado roubadas diretamente de um cafetão de bordel, um 3oitão oxidado e sem coronha, uma garruncha de 2 canos que atira mega projéteis de 2 milimetros, 30 estilingues municiados com munição reforçada de papel de caderno de matemática. Não é necessário dizer que quase toda a população da região foi reduzida a cinzas ou vaporizada e transformada num espectro nas paredes, como as sombras das pessoas em Hiroshima e Nagasaki. Esta é a razão de ter tão pouca gente nessas cidades. O Barão tentou repovoar o lugar criando o primeiro Quilombo branco do Brasil, mas isso não deu muito resultado. Foi neste evento dramático que o Barão resolveu perpetuar sua aparência, inspirada no melhor que a nobreza européia podia oferecer de modelo: Friedrich Nietzsche e seu bigodão do mal. Da moral reta e cristã desse pensador é que o Barão também herdou seu traquejo político, pra continuar no governo perpétuamente, não só da cidade, mas também da vida e da alma de seus habitantes – o uso do blefe político de transferir suas fábricas pra Bauru!

padrão de mulher mineiro-ararunense – ai ai ai, ui ui!

Uma entojada

Araruna é uma entojada no Noroeste do Meu Paraná. Recusa-se a ser uma cidade de pés vermeios. Quer ser cidade de pés amarelo de areia. Por isso é a primeira cidade do Arenito Caiuá antes de Cianorte. Não quer ter suas ruas e roupas tingidas de pó vremeio, como Peabiru e Engenheiro Beltrão, com terra vermelha saindo até da bunda do povo. Querem se enfurnar no areião – tudo isso só porque areia é bom pra mandioca, que eles tanto amam.

O todo poderoso Barão de Araruna cercado pela mulherada da cidade

Borboletas e periquitos

A cada 4 anos a cidade é sacudida por um terremoto. Quem é de fora julga que 2012 já chegou: tiroteios, brigas de rua, vizinhos virando a cara um para o outro, ameaças de morte e de pancadaria, tiros comendo, flechas voando, mandioca enfiando, uma guerra civil tácita, não declarada. Porque? Por que começou a briga entre borboletas 23 (PPS - e isso é apelido de partido político ou partido xana ou traveco do Ronaldo?) e piriquitas 15 (PMDB - esse sim é apelido de xana!) pra ver qual partido manda na cidade!

O Carnaval

O carnaval ararunense reune todos os tipos de bebados da face da terra. Se você não bebe, não vá ao carnaval, que consiste em centenas de pessoas bebadas, suadas, e fedendo bebida reunidas em apenas uma quadra da avenida principal. Se você realmente quer participar do carnaval poderá ou não se inscrever em um dos blocos carnavalescos, mas terá que desembolsar no minino R$80,00 (mulher) R$110,00 (homem) caso queira entrar em um bloco dos top da balada, caso contrario com menos de R$40,00 você tem uma camiseta cheia de estampas bizarras e um cantinho para ficar observando as pessoas caminhando de cima para baixo com um copo de bebida na mão. É no carnaval de Araruna que se faz muitas amizades, até aquela pessoa que nunca olhou na sua cara vem te cumprimentar (já que é carnaval vamos esquecer as diferenças). Vem galera de tudo quanto é canto ouvir um DJ agitando a galera em cima de um palco de madeira montado no meio da rua.