Ariano Suassuna

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Velhadaslu.jpg Ariano Suassuna é uma velharia!

Provavelmente é de madeira, na cor bege, quadrado, gigantesco e possui durabilidade eterna. Se vandalizar este artigo, você será forçado a ouvir discos de vinil num gramofone!

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Essi artigo é cabra macho!

Aqui si fala com sutaque nordestino, si toma cachaça, si come rapadura e se podi ti furar com pexêra si tu pensá em futucá ele, visse?

Note: não se avexe em por mais coisa nessa muléstia.

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Escritor2.jpg

Este artigo é sobre um(a) escritor(a)!

Ele(a) talvez tenha heterônimos, faz sonetos, odes e vilancetes, fumou todas e ficou "inspirado", seu "eu" é lírico e sua obra só ficou boa quando ele morreu. Balada para ele não é festa em boate!

Trabalhar, que é bom, nada! Clique aqui e vire a página.

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Ariano Suassuna já morreu!

Bateu com as dez!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno.
Ariano abençoando você que sabe a diferença entre "agente" e "a gente".

Cquote1.png Você quis dizer: Arriando Sua Sunga Cquote2.png
Google sobre Ariano Suassuna
Cquote1.png AEEEEE É o Ariando Sua Bunda, Lombardi! Cquote2.png
Silvio Santos sobre Ariano Suassuna
Cquote1.png Rutherford...Bohr! Cquote2.png
Ariano Suassuna sobre mostrando seus dotes musicais
Cquote1.png Você traiu a literatura paraibana, véio! Cquote2.png
Dado Dollabella sobre Ariano de Compadecida
Cquote1.png Eu tenho medo! Cquote2.png
Regina Duarte sobre livros de Ariano de Compadecida
Cquote1.png Não é aquele escritor de ficção sientificus? Cquote2.png
Carla Perez sobre Ariano de Compadecida
Cquote1.png Assino em baixo! Cquote2.png
Alex Filho sobre o comentário acima

Biografia[editar]

Ariano Cordel de Suassuna e Lisboa foi um brasileiro das antigas, nascido de parto normal em cima de uma carroça no interior da Paraíba, num local tão miserável que a parteira foi a sua própria mãe. Sussú, como ficou conhecido no círculo de amizades, além de trabalhar no circo como trapezista, foi benzedor e amansador de jumentos. Na adolescência, entre atos fornicatórios com uma cabritinha e outra, apesar de mal saber o português, lia livros em russo, chinês e alemão, tornando-se uma das pessoas mais sábias da sua rua, que tinha dois moradores, ele e Zequinha, o autista. Já adulto, após passar anos como recruta no exército brasileiro, onde foi rancheiro (cozinheiro) e punha sujeiras na comida dos oficiais, Sussú mudou-se para o Rio de Janeiro onde assumiu seu lado escritor, tendo relatado o affair do Marechal Deodoro da Fonseca com a prima do General Pinochet no livro "Auto da Compadecida", um livro extenso e monótono, o qual lhe rendeu um certificado de "honra ao mérito". Em 2013, Sussú ganhou o Prêmio Nobel de Literatura, mas acabou perdendo a cerimônia porque dormiu no saguão do aeroporto só de meias e cueca. Até que no dia 23 de julho de 2014, aos 123 anos, Deus virou a última página do livro da vida de Sussú, convocando-o para o lado de lá.

Frases célebres[editar]

"Um cavalo morto é um animal sem vida."

"Sempre que fico sonolento tenho vontade de dormir."

"Quando tenho sede bate uma vontade inexplicável de tomar água. Se tomo, passa!"

"Pobre é quem vive na pobreza. Miserável vive é na miséria!"

"Eu corria atrás de helicóptero quando era criança, mas nunca fui doido."

Obras selecionadas[editar]