Arkansas

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Arkansaw
Bandeira do Arkansaw
Bandeira do Arkansas
Brasão do Arkansaw
Brasão do Arkansas
Lema The Natureba State
Apelido Home of President Bill Clinton, a Sex Ofender
Gentílico arcanceroso
Localização
Localização do Arkansaw
Capital LittleBigPlanet
Maior cidade LittleBigPlanet
Estados limítrofes Missouri, Louisiana, Tennessee, Mississipi, Oklahoma, Texas e nada de oceano
Características geográficas
Área 11.000 lojas no mundo
População 3.000.000 de rednecks hab. 2011 IBGE
Densidade 21.8/km2
Clima clima desértico


Arkansas, também conhecido como Walmart State, foi o 9º estado dos Estados Confederados da América e posteriormente o 52º estado  da OTAN, juntando-se aos EUA 532 anos atrás. É considerado o único estado de seu país que conhece menos de si próprio do que o restante do país, tanto que a última pesquisa do Ideb revelou que 95% da população local não sabe qual é a capital do Arkansas, enquanto 90% dos demais americanos não sabem qual é a capital do Arkansas. A constituição do estado foi elaborada em 1992, mais de 160 anos após a criação do estado, tempo necessário para surgir o primeiro alfabetizado na região. O documento do Microsoft Word contendo a constituição estadual encontra-se atualmente perdida e acredita-se que tenha sido inclusive deletada, o que explica as altíssimas taxas de leis bizarras práticas no estado.

História[editar]

Um local originalmente habitado pelas tribos indígenas Caddo, Osage e Quapaw, todas as três foram confundidas como sendo nome de alguma marca falida de sucos em pó quando o primeiro europeu chegou na região em 1541, o espanhol Hernando Soto, que ao ver as índias peladas também as confundiu com prostitutas, fazendo algum tipo de gracinha e desencadeando um conflito no qual ele e sua comitiva foram todos mortos. Embora existam poucos documentos históricos devido ao analfabetismo generalizado, acredita-se que a terra que se tornaria o estado mais pesado dos Estados Unidos (em tonelagem bruta) foi há centenas de anos parte do "Kansas", uma grande nação nativa americana.

Na metade final do século XVII o Arkansas foi fundado oficialmente por piratas franceses que acreditavam estar no caminho para o Kansas onde desejavam comprar rum, mas se perderam e ao avistar uma fazenda na qual dois irmãos caipiras praticavam incesto eles logo alegaram "Thar shoub ArrrrKansas" (that should be the Kansas) e desde então, aquele estado até então sem nome, ficaria popularizado e depois oficialmente denominado como Arkansas. Embora se estabelecessem em todo o estado, a maior concentração de piratas está em Jasper, a capital americana de lojinhas de 1,99. Bill Clinton, aliás, escreveu sua tese de doutorado sobre os grandes piratas do Arkansas.

Algo curioso aconteceu no século XVIII, quando percebendo que no Arkansas só haviam caipiras semi-analfabetos, nem o governo espanhol e nem o governo francês quiseram assumir a responsabilidade de governar o território, momento em que foi criada a República do Arkansas, fundada por Thomas Fletcher, também fundador e primeiro reitor da Universidade dos Primos Incestuosos, o primeiro estabelecimento público do mundo dedicado à desinstrução, na qual os cidadãos parece que são ensinados sobre criacionismo e todas as vantagens do incesto, porque desde então foder com os primos e irmãos tornou-se esporte local. Tal núcleo universitário tornou-se tão próspero que construíram todo um estado ao seu redor. Testes de DNA realizados nos atuais habitantes presentes da região confirmam um acentral em comum e parentesco entre todos. Napoleão Bonaparte ficou tão enojado em saber das notícias vindas do Arkansas que em 1803 decide vender toda a Louisiana para que não fosse imputado a ele qualquer ideia de apologia ao incesto.

A primeira loja do WalMart, aberta por Chochochacho, ainda está lá e hoje é até um ponto turístico.

Embora por alguns anos um território independente, a expansão cada vez maior do domínio britânico na América aumentava a pressão de reaxenação do Arkansas à Colônia Inglesa, mesmo que este fosse uma droga, e literalmente desde a liberação da cannabis pra uso recreativo. Totalmente incapacitados de entrar em qualquer guerra, pois os habitantes mais valentes do estado eram apenas nerds mimados jogadores de Warcraft com graves defeitos psicológicos, os nativos de Arkansas tentaram desesperadamente procurar uma solução para impedir o inevitável início de uma reconquista europeia. Foi então que um índio da tribo Chochomija, o chefe Chochochacho, foi chamado para resolver a situação e ajudar os arcansinos (nome científico equus asinus). Chochochacho, confrontado com a ameaça de uma ocupação permanente por parte dos britânicos, negociou a região com os colonos americanos recém-chegados e fechou um negócio genial: Os colonos concordaram em não invadir o Arkansas e na verdade aplicar um capital de investimento para desenvolver um novo conceito de varejo denominado por Chochochacho como "a maior loja de todos os tempos", inicialmente localizada numa oca (“wigwam” o termo em inglês) em Little Rock. Essas lojas venderiam de tudo, desde colheres de madeira até dentes postiços, desde bacon até pneus para carros. Estas pequenas cabanas que vendiam de tudo eram denominadas pelos colonos de "posto avançado". Inicialmente essas lojas de variedades não conseguiram prosperar, muito devido ao valor de seus produtos, sempre vendidos por valores entre 5 e 10 centavos, e também porque os colonos eram desencorajados por seu nome estranho (wigwam), além do que, o pessoal do varejo nativo americano, em grande parte era hostil. No entanto, Chochochachoo não desistiu de seu sonho e mostrou todo o seu brilho. Ele decidiu anglicizar seu negócio, primeiro mudando seu próprio nome para Sam Walton, depois contratando vários mexicanos, remodelando seu pequeno mercado que de uma oca virou um mercadinho chamado "Wal-Mart", inspirado no nome de um de seus funcionários mexicanos, assim conseguindo atrair homens brancos, não habituados a fazer negócios em cabanas e ocas. Sob esta nova gestão, a loja de Chochochacho começou a prosperar de modo selvagem, aproveitando-se que estava no país do capitalismo, rapidamente se estendeu para mais de 27 países, levando o orgulho arcanceroso para todas as principais capitais do mundo. Tão grande foi a participação de mercado da Walmart na década de 1920, que uma transferência em 1929 o Arkansas foi o responsável pela causa de suicídios em massa em Nova York, que faliu por não conseguir concorrer com a grande estrutura de atacado do Walmart. Chochochacho, que foi inicialmente zombado quando criou aquela primeira lojinha, hoje é venerado por ter dado visibilidade mundial para o povo do Arkansas, não a toa o estado do Arkansas hoje é conhecido por ser o estado do mundo com a maior concentração de lojinhas de conveniência de beira de estrada d mundo, todos empreendedores sonhando um dia repetir o sucesso de Chochochacho.

Já no século XIX, durante a Guerra Civil Americana, o estado do Arkansas foi um daqueles que entrou tardiamente no conflito. Nos anos iniciais de desentendimentos, os líderes d Arkansas decidiram fingir que nada estava acontecendo, para evitar a fadiga, mas aí Abraham Lincoln demandou que o exercito do Arkansas viesse ajudar a capital Washington deter os rebeldes, ordenando-os que fodessem as primas dos insurgentes do Mississippi, sentindo-se ultrajados, e temendo que o fim da escravidão popularizasse vídeos pornôs interracial envolvendo cuckolds brancos vendo suas esposas sendo fodidas por negões, a população branca de pau pequeno do estado uniu-se ao Ku Klux Klan e aos Estados Confederados da América, vilões que sabemos foram derrotados.

Por ser um dos estados americanos onde vigorou o Apartheid por mais tempo, abolido apenas em 2015, durante a Segunda Guerra Mundial foi escolhido como campo de prisioneiros japoneses. Para compensar a tortura que os japoneses exerciam nos americanos capturados, que eram obrigados a assistir Naruto e One Piece (na época ainda em suas primeiras edições), os japoneses capturados eram obrigados a trabalhar de caixa de mercadinho em cidades interioranas do Arkansas.

Geografia[editar]

O Arkansas é particularmente conhecido por sua ausência de praias, localizado no interior, tenta se autointitular como “O Estado Natural”, apenas uma balela para esconder que é um estado agrário e atrasado.

Alguns geógrafos, entretanto, defendem que atualmente Arkansas já dispõe de um litoral, muito após o desaparecimento da Louisiana após a Grande Inundação de New Orleans de 2005, o Arkansas agora possui algumas das melhores praias artificiais tais quais as de Dubai. Sãoc erca de 120 quilômetros de uma linda areia branca na fronteira sul do Arkansas.

Economia[editar]

Por ser um “Estado Natural”, como gosta de se proclamar, a principal exportação do Arkansas é portanto metanfetamina e outros produtos derivados de plantas, embora alguns líderes cívicos e empresariais estejam tentando reviver o antigo rentável mercado de venda de bandeiras dos Estados Confederados e a indústrias de moonshine, um uísque caseiro com gosto de xixi. O estado também produz muitas das páginas mal feitas do MySpace, sobretudo por adolescentes obesas, rivalizando fortemente com o Mississippi nesse aspecto. É um dos poucos estados remanescentes em que a habilidade de ler qualifica automaticamente uma pessoas para uma posição de gerenciamento, exatamente como era no século XVII. É também um dos poucos estados em que a riqueza de um cidadão é determinada por quantos ônibus abandonados se encontram no gramado da frente de sua casa.

É claro que, o que realmente sustenta a economia do Arkansas é o Walmart, sendo esta loja de departamentos uma grande inspiração para os pequenos empresários, pois em toda cidade do Arkansas simplesmente não existem prédios residenciais, apenas lojinhas de conveniências.

População[editar]

Paisagem urbanística típica de uma cidade do Arkansas.

Com uma população de 3 milhões de habitantes, não é o mais populoso nem mais denso estado, mas até que possui uma quantidade exagerada para ume stado que se reproduz quase que unicamente através do incesto. Fazer sexo com a própria irmã ou a prima é algo comum, moralmente aceito e até incentivado no estado, uma vez que por lá não há aulas de biologia ou genética o que explica porque há tantos doentes mentais no estado se reproduzindo como teoricamente fizeram a prole de Adão e Eva.

O povo do Arkansas tem diversas alcunhas, entre as principais são chamados de hillbillies, rednecks, hicks, white trash, trailer trash e cousin fuckers. Embora existam alguns arcanceanos que vivem em cidades desenvolvidas, a maioria vive em áreas rurais onde residem em casas improvisadas em trailers. Arkansas é o único estado que mede sua população pelo tamanho médio da cintura.

Devido à ausência de educação séria no estado, 99% dos habitantes do Arkansas acreditam ser produtos de Deus, gerados quando Ele estava jogando Call of Duty e passou a soltar raios lasers com os olhos gerando os habitantes do Arkansas de modo completamente incrível.

Cultura[editar]

Os arkanseanos são facilmente reconhecidos por sua cultura digamos exótica. 100% da população é formada por caipiras, até aqueles que vivem na cidade grande se comportam como caipiras atrasados, e esses caipiras todos tem como principal hábito fazer sexo com os próprios parentes. Acredita-se que a população de 3 milhões de arkansos seja a responsável pela demanda que resulta na quantidade exagerada de pornô de incesto.

É aquele estado no qual as mulheres são obrigadas a permanecerem descalças a todo momento quando estão grávidas, pois acredita-se que isto leve a prole a nascer mais forte com crianças mais resistentes a doenças e com menor probabilidade de nascer com defeito mental, afinal o pai da criança é o irmão ou o primo, ou as vezes próprio pai ou avô. As mulheres ão também encorajadas a casarem com alguém da família, para evitar miscigenação ao máximo e certificar que novos retardados mentais continuem a nascer e a popular o estado, tornando-os o Arkansas o estado líder em incesto, o que resultou em financiamento governamental adicional que investiu pesadamente nas indústrias de metanfetamina e moonshine do estado, afinal mercado consumidor não falta ali, tornando-os um dos mais ricos do sul dos Estados Unidos.

Religião[editar]

De acordo com o censo de 2010, mais de 0,5% dos arkansisianos seguem o paspalhismo, uma seita religiosa que consiste em ser um completo paspalhão e acreditar no Deus Espaguete Voador e que Ciência é o nome de um deus rival que deve ser combatido e desmentido a todo custo. Uma utra considerável parcela da população, determinada nesse censo como sendo de 62%, seguem uma seita do cristianismo na qual Jesus é a divindade principal. Este Deus, muitas vezes chamado Big Dead Jesus pelos praticantes da fé, foi inspirado pela visão sempre comum de várias e enormes estátuas e cruzes. Os habitantes aos poucos passaram a acreditar que esses símbolos são verdadeiros em escala e portanto pensam que Jesus é um gigante que está morrendo constantemente em cada cruz gigante nova que aparece no estado, bem como as divindades da mitologia nórdica.

Culinária[editar]

O povo de Arkansas tem como principal quitute em sua culinária o consumo do frango, não importa em que receita esteja, o consumo de frango no estado é realizado numa quantidade quase que profana. Criaram até uma multinacional produtora de frangos chamada Tyson Foods, que lucra anualmente 26 bilhões de dólares só vendendo frango para o mercado interno.

Particularmente, o Shake 'n Bake é o grande prato da culinária local. Consiste num frango empanado hiper-industrializado produzido através da moeção de galinhas inteiras num triturador e depois processadas e tingidas para atingir um aspecto aceitável de nugget gigante. Este prato é popular porque absolutamente qualquer retardado mental consegue produzir, é só tirar do pote, esquentar e comer. Mesmo aqueles mais primitivos que não detém a habilidade de controlar o fogo podem preparar o seu Shake 'n Bake apenas deixando-o no asfalto no Sol por alguns minutos.

Turismo[editar]

Segundo última pesquisa, 100% daqueles que visitam o Arkansas o fazem para comprar a sua metanfetamina legalizada. Essa mesma pesquisa também concluiu que todos os turistas que visitam o Arkansas nunca mais voltam para as suas cidades de origem, não porque acharam o estado grandes coisa, mas porque tiveram que vender o carro para comprar mais metanfetamina.