Arlete Salles

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Essi artigo é cabra macho!

Aqui si fala com sutaque nordestino, si toma cachaça, si come rapadura e se podi ti furar com pexêra si tu pensá em futucá ele, visse?

Note: não se avexe em por mais coisa nessa muléstia.

Nordeste.jpg
Arlete Sales Lopes
Arlete Sales Lopes
Forçando para ser fotogênica.
Nascimento 17 de junho de 1942
Bandeira do Brasil Brasil link={{{3}}} Pernambuco Paudalho
Ocupação Atriz coroa
Signo Do Zodíaco
Cabelo Loiro

Cquote1.png VAGABUNDA! VAGABUNDA! VAGABUNDA! Cquote2.png
Gilberto Kassab sobre Arlete Salles.
Cquote1.png Eu comia ela e os bebês. Cquote2.png
Rafinha Bastos sobre Arlete Salles.
Cquote1.png Essa vaca nunca foi uma atriz de verdade! Cquote2.png
Juliana Paes sobre Arlete Salles.
Cquote1.png Vai pra lá! Vai pra lá! Cquote2.png
Sílvio Santos sobre Arlete Salles.
Cquote1.png Prefiro não comentar. Cquote2.png
Copélia sobre Arlete Salles.

Arlete Salles é uma atriz velhaca da Rede Tosco de Abobalhação. Ela é conhecida pelos seus papéis nada engraçados, dignos de pena de quem ver uma merda dessas. O sonho de Arlete é se tornar uma atriz no nível de Angelina Jolie, mas sabemos que isto só acontecerá no dia em que o Inferno congelar.

Antes da fama[editar]

Arlete Salles era uma menina meiga e abusada na sua tenra infância: ela pegava terra do seu quintal e jogava no quintal do vizinho o que lhe rendeu o apelido de "Menina da Terra". A menina da terra foi crescendo (óbvio que ela iria crescer! Ela tomava os fortificantes Tonico), crescendo, crescendo, crescendo... e no fim parou de crescer! A já novinha Arlete queria pegar o mundo pelos braços na mão e fazer dele todinho seu, por isso quis ser atriz. Arlete aos seus dezessete anos de demência pegou a terra do seu quintal e jogou na sede da TV Foguinho, em Paudalho, Pernambuco. O dono da emissora ficou uma arara e começou uma guerra de terra contra Arlete e ela acabou ficando vesga por cinco dias; o dono da emissora foi preso por jogamento de terra nos zóio dos outros.

Depois do acontecimento infame na sede da TV Foguinho Arlete Salles preparou suas trouxas malas e partiu para o Rio de Janeiro para tentar a sorte como atriz em terras de putaria e bala perdidas. Alguns historiadores dizem que essa vinda de Arlete para o Rio foi uma grande vitória da dramaturgia global, outros simplesmente ignoram este fato.

Arlete quando viu um camundongo.

Primeiros trabalhos[editar]

A atriz começou seu trabalho artístico como figurante do palhaço Bozo na extinta Rede Manchete e logo depois se tornou uma dançarina rural no Canal do Boi. O convite para atuar na Rede Glóbulo só veio porque ela tinha contatos com redatores emaconhados do Projac (estúdios da Globo no Rio de Janeiro) que a puseram lá no esquema no "dá que eu te dou" (você puxa o saco de uma pessoa e ela te dá "proteção") um esquema que fez a nossa querida atriz decolar em sua carreira. Arlete Salles achava que poderia se tornar uma atriz cômica, inteligente, perspicaz e bonita (hã? O quê?). O primeiro papél de destaque que ela teve como enfeitadora de árvore de natal na novela "Natal Mais Natalino".

Os convites para participar de novelas iam surgindo por todos os cantos, recantos e poros da pele; Arlete estava ficando (ainda mais) louca com tantos trabalhos para fazer em tão pouco tempo. Foi aí que ela desenvolveu síndrome do pânico e obteve o seu primeiro papél que condizia com sua personalidade pessoal: papél de doida varrida.

Consagração[editar]

A partir dos anos 2004 a senhora Salles foi ficando um mulherão conhecida entre as massas acéfalas da sociedade carioca e do resto do Brasil, popularmente conhecida como telespectador da Globo. Em 2007 a atriz fez um sucesso estrondoso com sua personagem ("Copélia") no seriado americano "humorístico" Toma Lá, Dá Cá, que lançou a atriz como uma grande comediante a nível mundial global. Depois que a série saiu do ar Arlete Salles voltou ao anonimato do qual estava acostumada.

Obras[editar]

Na televisão[editar]

  • Sangue e Bola de Gato (1967)
  • A Gata Miante (1968)
  • A Ponte dos Defuntos (1969)
  • Verão Quente (1970)
  • Assim na Ásia como na Europa (1970)
  • O Homem Que Deve Levar Bala (1971)
  • Selva de Concreto (1972)
  • Cavalo de Alumínio (1973)
  • O Xabu (1974)
  • Medroso! (1975)
  • O Barraco (1976)
  • Duas Mortes (1976)
  • Sem Assoalho, Sem RG (1977)
  • A Que Vem Atrás da Outra (1978)
  • Mulata (1979)
  • Água do Mar (1980)
  • Baila o Funk Aê (1981)
  • Jogos Mortais (1981)
  • Louco Cupido (1983)
  • Ódio com Rancor se Paga (1984)
  • Memórias de um Puto (1986)
  • Dona Cereja (1986)
  • O Outro (Corno) (1987)
  • Tietosa (1989)
  • Lua Cheia de Doces (1990)
  • Pedra Sobre Frangalhos (1992)
  • Fera Dodói (1993)
  • Engrassadona (1995)
  • Cara e Sovaco (1995)
  • Salsa e Salsete (1996)
  • Hilda Macarrão (1998)
  • Meu Bem Querer (1998)
  • Sai de Lado (1998)
  • Você Decide Se Vai Dar (1999)
  • Terra Mía (1999)
  • Porto das Maldições (2001)
  • Os Anormais (2001)
  • Sabor de Rola (2002)
  • A Lua Me Traiu (2005)
  • Pé No Cotovelo (2006)
  • Toma Aqui, Dá Ali (2007)
  • Grossa Anta (2011)
  • Xerecônia (2015)

Em filmes[editar]