Guerra química

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ESTE ARTIGO É SOBRE QUÍMICA

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A guerra química, ao contrário de uma guerrinha comum, é um tipo de guerra mais destrutiva, emocionante e com muito mais apelação.

As armas químicas são diferentes das tradicionais porque elas não necessariamente fatiam, arrombam a tiros ou explodem. Como envolvem o uso de substâncias bem bacanas, vez ou outra as armas químicas podem causar desordens de ordem biológica, também (vide Antrax, por exemplo).

Armas químicas são inofensivas. Tá vendo alguma arma aí?

Praticidade e usos[editar]

Ora, como armas químicas são feitas por processos químicos, então é claro que elas causam danos ao ambiente. (E também em tudo o que é vivo, lógico.) São bastante usadas tanto para afastar reacinhas, como para ferrar geral com tudo. Sendo difíceis de serem usadas, em geral vão junto com drones.

Surgimento[editar]

Ao contrário do que muitos podem pensar, o primeiro projeto de arma química tem como base um fato bem mais antigo: o que acontece quando dá dor de barriga? Visto que isso causa muitos problemas desde os primórdios até hoje, os cientistas começaram o projeto piloto com seres maiores e que expeliam mais desse gás, em criações de gado.

Porém, como o gado era muito caro e consumia mais recursos, do nada ocorreu um salto no tempo e acharam mais conveniente a fabricação na forma de pó. Até porque era melhor em termos de transporte, e algum engraçadinho poderia confundir facilmente com outro pó ou algo do gênero.

O acordo[editar]

Tudo ia às mil maravilhas, mas tudo que é bom dura pouco, e alguns países de certa forma arregaram não aguentaram mais tanta apelação.

Depois de uma reunião, decidiram que as armas químicas seriam cheat, e que seria mais conveniente utilizar os métodos e armas convencionais para equilibrar os lados, pra não acertarem quem não tem nada a ver. Isso foi feito, também, com a intenção de ajudar a indústria de pistolinhas e a de facas Ginsu.

Ou seja, nada de armas químicas, mas vale meter a faca e rodar, tacar bala, ou jogar uma bombinha de São João (como foi o caso de Hiroshima e Nagasaki).

Países que aderiram, mas passaram a perna:

Países que não tinham aceito o acordo até 2008:

  • Angola (porque paz e barriga cheia eram mais importantes)
  • Somália (armas de gatilho eram mais fáceis de mexer)

Países que TÃO POUCO SE FUDENDO pra esse acordo:

  • O restante dos países (porque alguns até assinaram, mas o acordo foi engavetado durante a Segunda Guerra Mundial)