Arnaldo Antunes

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Besta-na-disneylandia.jpg "Não, cê é burro cara, que loucura..."

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Augusto de Campos sobre Arnaldo Un-Tunes
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Haroldo de Campos sobre previsões apocalípticas
Cquote1.png Quem? Cquote2.png
Você sobre Arnaldo Antunes

"Eu sou o cara!"

Arnaldo Un-Tunes é um pseudocantor, pseudopoeta e pseudoartista brasileiro muito famoso. Atualmente ele vem pensando em ampliar sua atuação no ramo da pseudologia, fazendo um doutorado em Presunção Aplicada.

Filho de uma porco-espinho com um concretista, Arnaldo nasceu com o QI reduzido a 60, herdando o pai nesse aspecto, obviamente. Aos 6 anos, o precoce Arnaldo foi matriculado por seu pai no curso de Analfabetismo Funcional, no qual se saiu muito bem, levando dez em todas as provas e se formando com louvor.

Desde pequeno, quis ser cantor de qualquer forma, embora tivesse uma voz não muito apropriada, para dizer o mínimo. Com essas características, Un-Tunes só poderia tocar na única banda que o aceitaria na época: os Titãs, que além de não ter um cantor que prestasse, também fazia punk rock (ou seja, não tocava porra nenhuma) e estava gravando um disco chamado Cabeça Dinossauro -ou seja, em todos os aspectos perfeita para Arnaldo!

Sobre ele[editar]

Arnaldo Antunes (São Paulo, 2 de setembro de 1960) é um músico, poeta, compositor, vj e artista visual brasileiro.Em 1978 ingressou em Letras da FFLCH-USP, onde seguiria o curso de Lingüística, não fosse o sucesso dos Titãs lhe tomar todo o tempo entre shows, gravações, ensaios, turnês e entrevistas.Arnaldo Antunes Coleone é músico, poeta, crítico, perfomer e cavalo de umbanda. Seu estilo poético-crítico-literário remonta aos Caligramas, de Apollinaire, às experiências com a materialidade do singno (de libra) dos irmão de Campos, Espaços e Haja Paciência, às panaméricas de áfricas utópicas da Tropifálica e à mais franca influência dos palhaços Tiririca, Patati e Patatá. Como música e performer, sua obra realiza uma espécie de fusão entre concretismo, macumba e pajelança. Também conhecido como o menino muluquinho da nova poesia brasileira. Antes de tudo, e quase inofensivo. Só levado a sério nos circulos acadêmicos, nos hospitais psiquiátricos e em congressos de poesia, que são, a rigo, muito parecidos.  Antes mesmo da polêmica da sociedade por cotas, já intuíra os desdobramentos dessa discussão com canções como "Que indío, que branco, que preto, que mulher, que gay, que deficiente, que anão o quê", já convertida em um clássico da música de protesto-tolerância, novo gênero criado por sua incontinência (não urinária), mas verbo-genial.

A carreira como pseudo-poeta[editar]

Arnaldo seguiu os passos do pai, publicando "poesias" como esta:

as coisas

o que (s)e foi é (s)ido.

que, como se vê, não precisa nem ser sacaneada...


A carreira como pseudo-músico[editar]

Os Tribabacas reunidos...

Iniciou-se, como já dito, no Titãnic, do qual pulou antes de afundar, em 1992... Un-Tunes achava que, por ser o membro mais brilhante e protuberante do grupo, deveria ter uma predominância maior na banda, artística e financeiramente. Os demais membros inexplicavelmente não pensavam da mesma forma, e então Un-Tunes levou um puta pé-na-bunda se afastou, iniciando sua carreira solo.

Un-Tunes seguiu como músico, se aprimorando nessa nobre arte e fazendo muita fama com seu anonimato -quer dizer, muito sucesso com o seu fracasso -demonstrando toda a sua ironia e sua visão crítica da sociedade de consumo. Seu ápice como gênio da música se deu quando aprendeu a tocar pandeiro, após anos de dedicação, e a, finalmente, "cantar" pelo lado certo do microfone.

Já no século XX, viveu um triângulo amoroso com Carlinhos Bosta e Marrissa Monte. A identificação foi imediata. Todos os três tinham trajetórias semelhantes, ou seja, de fracassos sucessos consecutivos e presunção cultura acumulada. Juntos, fundaram Os Tribalistas, um projeto que tinha por fim revitalizar a boa música no Brasil; assim é que emplacaram o seu maior e único sucesso como músicos: Amor, I Love You, com seu alto teor de intelectualidade.

Discografia solo[editar]

Álbuns de estúdio[editar]

  • Nome (1993)
  • Ninguém (1995)
  • O Silêncio (1996)
  • Um Som (1998)
  • O Corpo (2000)
  • Paradeiro (2001)
  • Tribalistas (2002) (em parceria com Marisa Monte e Carlinhos Brown)
  • Saiba (2004)
  • Qualquer (2006)
  • Iê Iê Iê (2009)
  • Pequeno Cidadão (2009)
  • Especial MTV - A Curva da Cintura (2011) (em parceria com Edgard Scandurra e Toumani Diabaté)
  • Disco (2013) (notem a criatividade do cidadão)
  • Já É (2015)

Álbuns ao Vivo[editar]

  • Ao Vivo no Estúdio (2007)
  • Ao Vivo lá Em Casa (2010)
  • Acústico MTV - Arnaldo Antunes (2012)[3]

Discografia com os Titãs[editar]

Álbuns de estúdio[editar]

  • Titãs (1984)
  • Televisão (1985)
  • Cabeça Dinossauro (1986)
  • Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987)
  • Õ Blésq Blom (1989)
  • Tudo ao Mesmo Tempo Agora (1991)

Álbuns ao vivo[editar]

  • Go Back (1988)

Videografia[editar]

  • Tribalistas (2002)
  • Ao Vivo no Estúdio (2007)
  • Ao Vivo lá em Casa (2010)

Livros[editar]

  • Ou e (1983)
  • Psia (1986)
  • Tudos (1990)
  • As Coisas (1992) - Pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia em 1993
  • Nome (1993)
  • 2 ou + Corpos no Mesmo Espaço (1997)
  • Doble Duplo (2000)
  • 40 Escritos (2000)
  • Outro (2001)
  • Palavra Desordem (2002)
  • ET Eu Tu (2003)
  • Antologia (2006)
  • Frases do Tomé aos Três Anos (2006)
  • Como É que Chama o Nome Disso (2006)
  • Melhores Poemas (2010)
  • n.d.a. (2010)
  • Animais (2011)