Arnaldo Jabor

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Emblem-sound.svg.png Arnaldo Jabor
Arnaldojabor.jpg
A ÚNICA COISA RUIM DA DITADURA É QUE EU ERA CONTRA!
Nome Arnaldo Antunes Jabour Jaborro Jaburro Jabor
Origem Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro (estado) Classe Média-Alta-Rebelde-Sem-Causa patrocinada pelos pais
Sexo Ativo: figurantes de filmes pornochanchada. Passivo: Funcionários da EMBRAFILMES
Instrumentos
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Kodak, Fujifilmes, Cannon, chapa do tórax, etc.
Gênero {{{genero}}}
Influências Ditadura militar e funcionários da EMBRACINE, onde teve que dar para todo mundo (começando pelo Contínuo e Boy)
Nível de Habilidade Alto Aparentemente Inteligente para Leitores Certamente Idiotas
Aparência {{{aparencia}}}
Plásticas {{{plasticas}}}
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
falar mal de quem não o nomeou ministro da cultura
Cafetão/Produtor
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EMBRAFILMES,Roberto Marinho, Lei Rouanet

Nota: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.

Cquote1.png Você quis dizer: Diogo Mainardi, Boris Casoy, PSDB ou Reinaldo Azevedo? Cquote2.png
Google sobre Arnaldo Jabor
Cquote1.png AAhh Dotô, aquilo é uma SABICHONA Cquote2.png
Sivirino Quebra Galho sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Só que a vassalagem faminta - tolos de cara alegre - não entendem as filigranas, os conchavos, os conluios dos larábios, desses bolchevistas flibusteiros - viúvas do muro de Berlim - e suas negações inverossímeis. Essa visão petista do que seria "progressismo" é um ensopadinho feito de leninismo, de getulismo, de desenvolvimentismo, estatismo e sindicalismo. Esse ensopadinho nos joga de volta a um tempo de utopias irrealizáveis e impede uma agenda modernizadora. Cquote2.png
Arnaldo Jabor sobre o nível de instrução do povo

Cquote1.png Pura merda. Cquote2.png
Você sobre a citação acima

Cquote1.png Não vote em políticos corruptos e nem tampouco em "petralhas". Vote 45. Cquote2.png
Arnaldo Jabor falando merda novamente.

Cquote1.png É de uma profundidade que uma formiguinha atravessa com águas nas canelas, percebeste?

Percebeste? É a besta integral e tem narinas triunfais de cadáver! Cquote2.png
Nelson Rodrigues sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Reinaldo Azevedo foi o primeiro jornalista a tentar copiar o estilo "boca-porca" de Diogo Mainardi, que foi o primeiro colunista a tentar replicar o estilo "nervosinho" de Arnaldo Jabor, que foi o primeiro cronista a tentar imitar o Paulo Francis, que foi a primeira bicha-véia a tentar chupar o estilo único de Nelson Rodrigues, que plagiava o inimitável Eça de Queiroz Cquote2.png
Revista de História sobre A Santíssima Trindade do Jornalismo Marron

Cquote1.png Porta-voz da classe-média com curso-superior na Estácio de Sá, adestrada pela Revista Veja e Novelas da Globo, que se acha o must e acha o fim ser governada por um semi-analfabeto, além de morrer de medo de perder o apartamentinho financiado para os Sem-Terras Cquote2.png
Globo Rural sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Faz parte, ao lado de Reinaldo Azevedo, dos ex-esquerdistas que deixaram a esquerda depois que Lula ganhou e eles não ganharam nenhum cargo no governo. Apenas um pé esquerdo na bunda... Cquote2.png
Revista G Magazine sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Acredita em Satanás e em George Bush, não acredita no aquecimento global (só se for o da Globo) nem nas células-tronco (só nas células-galhos). Acredita na Guerra do Iraque e em Jonh Mc Cain, no Eurico Miranda, na imparcialidade da Globo, no Saci-Pererê, em Papai Noel e que o Vasco vá sair dessa. Cquote2.png
Revista Caras sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Sobrevive de nicho de mercado muito grande no Brasil: a exploração da fauna incauta com tendências fascistas, potenciais eleitores de Maluf, José Serra e Jair Bolsonaro, descendentes de sinhazinhas e sinhozinhos escravocratas, preconceituosa até os cabelos do tóba, normalmente formada por homossexuais reprimidos, que se acha oprimida por qualquer expressão ou manifestação de bom-senso, bon-tom, bons modo, boa educação, boa inteligência, e por qualquer coisa que comece com bom ou boa, inclusive bom-dia e Juliana Paes, respectivamente. Cquote2.png
Mundo Animal sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Tô só contando os dias pra ele chegar aqui... Cquote2.png
Dimebag sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Burro pra caralho! Cquote2.png
Pessoa inteligente sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Cineasta? Escritor? Critico? o Sr. é um fanfarrão seu 03 Cquote2.png
Capitão nascimento sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Esse tá na mira do LAI Cquote2.png
Lindomar sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Jabor é belíssimo! Ou não! Cquote2.png
Caetano Veloso sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png você traiu o movimento cineasta, véio. Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Já comi... Mas não gostei. Cquote2.png
Willian Bonner sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Papai!? Cquote2.png
Diogo Mainardi sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Vovô!? Cquote2.png
Hellen Jabour sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Cquote2.png
Jabor em entrevista ao Panico.

Cquote1.png Eu não sou viado, tenho grana suficiente para ser reconhecido apenas como homossexual. Cquote2.png
Jabor em entrevista a Caras.

Cquote1.png Se ele é cineasta, então eu sou escritora. Cquote2.png
Bruna Surfistinha sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Esse não é aquele cara que fez aquela coisa? Cquote2.png
Pelé sobre Arnaldo Jabor

Cquote1.png Se ele não chegar a triunfar não lhe resta senão, ao soçobrar, arrastar com ele metade do mundo neste desastre Cquote2.png
Adolph Hitler sobre Arnaldo Jabor

Pai do Jabor, grande influência nos filmes do filho.
Arnaldo Jabor, comentarista eloquente do Jornal Nacional e do Jornal da Globo.
Arnaldo Jabor, um homem inteligente, entrevistando Clodovil.
Arnaldo Jabor atualmente arromba nos quadrinhos de spawn.

História[editar]

Arnaldo Jabor, Supremo Dono da Verdade, Inteligência Arrombadora de Todos os QIs do Mundo, nasceu no campo de concentração de Auschwitz na Áustria a partir de uma experiência genética do Dr. Mengele do cruzamento de uma judia e um Asno.
Antes de ser queimado nos fornos nazistas foi salvo por um oficial russo que o adotou, mas como não tinha filhas o oficial o criou como menina. Ao descobrir o engano quando tomou muita porrada de um namoradinho que na hora de acariciá-lo encheu a mão, fugiu e com isso alimentou seu ódio por gays e comunistas que perdura até hoje, mesmo com o fim do comunismo, mesmo com a Parada Gay de São Paulo (ele diz que só irá participar se tiver um trio-elétrico só pra ele, cheio de bofescândalos). Quando descobriu sua origem judaica quis fazer uma peregrinação ao muro das lamentações, mas tomou o voo errado e foi parar na peregrinação a Meca onde foi pisoteado por milhares de muçulmanos. Aí nasceu seu ódio por muçulmanos.

Tem uma paixão cega e doentia pelo presidente George "Asshole" Bush a quem acha a pessoa mais inteligente depois de seu cocker spaniel e adoraria se deixar chicotear pela dama de ferro Condoleeza Rice & Beans. Tem delírios só em pensar no cabo do chicote...

No Brasil mamou o quanto pôde nas tetas da Embrafilme e produziu milhares de kilometros de merda cinematográfica obviamente gastando bem menos que o subsidio, o que o tornou milionário e pior, o colocou no meio de artistas e gente conhecida lhe abrindo as portas da fama.

Hoje, graças ao Dr. Roberto, sobrevive de tapa buraco do Jornal Nacional com crônicas que vão do ridículo explicito à imbecilidade aguda.

Adota o estilo "vou falar mal de tudo porque sou mais foda que o resto" e com isso faz palestras pelo Brasil cobrando fortunas aos imbecis que pagam para vê-lo repetir o seu discurso inteligente-amebóide. Este estilo também é adotado pelo Emo mais mala do planeta, Diogo Mainardi, inaugurado pelo finado chato Paulo Francis.

(In)felizmente não foi aceito no movimento Emo, mesmo tentando fazer a carinha de mau do Junior, porque quem tem Diogo Mainardi não precisa de Arnaldo Jabor, que é inteligente (a primeira de fora é dele).

Agora se meteu a fazer poesias e cunhou uma das pérolas da filosofia contemporânea ao dizer que "amor é prosa e sexo é poesia" embora todos saibamos que prosa é coisa de mulher e poesia é coisa de viado se conclui que Arnaldo não tem muita visão do assunto. Afinal quanto prática sexo está sempre de costas e não vê bem as coisas.

Essa merda até virou música cantada pela filha do cruzamento da Bruxa má do Leste e de Pedro de Lara a cantora mutante, perseguida pelos Power Rangers e pelas Meninas Superpoderosas, Rita Lee.

Carreira[editar]

Arnaldo Jabor já tentou ser cineasta, crítico e escritor, depois de ser reprovado como torturador do DOPS. Já foi técnico de gambiarras elétricas, crítico de filmes pornô-gay, diretor de videoclipes de Sandy e Junior.

Formado no ambiente do Cinema Novo, onde entrou como Contínuo, apesar de não admitir ("Contínuo é a puta que o pariu!"). Foi um membro da segunda e última fase do movimento (depois que todos os outros foram exilados), que buscava tentar fazer uma média como os milicos, tentando fazer filme "pornô-com-história" para a alegria das massas alienadas e dos aspiras do exército, enquanto o pau comia nos porões do arbítrio. Inspirou-se no neo-reacionarismo italiano de Larry Flynt e na pornouvelle vague de Carlos Zéfiro. Seu primeiro longa foi o inovador documentário Opinião Púbica (1968), uma espécie de mosaico ginecologista sobre como o brasileiro olha sua própria genitália.

No início dos anos 70, com o recrudescimento da repressão política e da censura, Jabor procura caminhos metáforicos, alegóricos, para driblar a ação do governo e poder meter a mão na verba da Embrafilmes. Jabor faz o mesmo com "Na Pindaíba" (1970). Mas aqui o excesso de barroquismo e de radicalismo contra o erário público comprometem a qualidade da obra, como o próprio Jabor admitiria mais tarde, depois de torrar a verba em sexo, drogas e outras drogas: "Ficou uma verdadeira obra, no sentido merdístico do vocábulo"

Seu próximo filme o redime completamente e se converte num dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro, caindo no gosto do povão: Toda Mulher Feia Pelada Deverá Cair no Cacete (1973), adaptado da peça longa de Nelson Rodrigues, que dizia que "toda mulher feia deve morrer", não poupa implacáveis críticas à nudez de Regina Casé no cinema (no papel que lhe valeu o Urso Peludo de Maior Moita no Festival de Berlim). O povão quer ver é Sônia Braga pelada. Bucho ele já tem em casa! Se é pra mostrar pelos, chama a Cláudia Ohana ou o Tony Ramos.

O filme seguinte, dessa vez adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas investidas contra as deformidades físicas e sexuais de Regina Casé: A Depilação (1975), último filme da atriz Regina Casé, também foi bem recebido por crítica e público e rendeu à atriz, o MarKikito de ouro de melhor atriz raspadinha. Com Tudo Bem, o Caralho! (1978), inicia a chamada "Trilogia do Palavrão", talvez seu filme mais célebre que investiga, num tom de forte sátira e ironia, as contradições da sociedade brasileira já vitimada pelo fracasso da boa educação e dos bons costumes, isso no espaço restrito de um apartamento de classe média, onde Paulo César Pereio desfila o tempo todo com uma cueca velha, e, desfiando um rosário de palavrões não fala duas frases sem meter entre elas um enfático "É a puta que o pariu!", um trivial "Porra-Caralho!" ou ainda um modesto "Não tem cu que aguente!!!". A obra ganhou o prêmio de Melhor Texto no Festival Internacional do Boteco do Boca-Porca e proporcionou a Dom Hélder Câmara e Irmã Dulce, entre outros, grandes desempenhos.

A película seguinte se dedica mais a uma análise intimista da genitália desnuda: Eu Te Amo É o Cacete! (1980), obra que consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema, enfocando a bunda de Sônia e a crise de consciência e existencial da freada na cueca de Pereio.

O próximo filme, Eu Sei que Vou Acabar Te Enchendo de Bolacha, com os jovens Fernanda Montenegro (ganhadora do prêmio de melhor nudez geriátrica no Festival de Cannabis na ocasião) e Thales PanCho Villa na pele de um guaxinim em crise, pra variar. Ambos os filmes se consagraram como grandes sucessos de desvio do dinheiro público, enquanto os milicos apagavam o rastro dos desaparecidos políticos e da ladroeira de 20 anos de Ditadura.

Na década de 1990, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que trocou a produção cinematográfica nacional pela compra de todos os episódios de Chaves e Chapolin Colorado, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e tempo para gastar sua fortuna. Depois de descobrirem que quem filmava seus filmes, era na verdade um cabo-man cego e surdo, enquanto Jabor bebia e fumava maconha pelado no estúdio. Para provar que as acusações eram infundadas passou a dirigir os filmes de Xuxa. Os primeiros, Amor Estranho Amor (1981) e Fuscão Preto (1983), eram pornôs e como não deram certo, Jabor teve a ideia de partir para a linha infantil com Xuxa, que seduzira Pelé para divulgar seus filmes. Aí Jabor rolou de ganhar dinheiro com: Super Xuxa contra o Baixo Astral (1988), A Princesa Xuxa e os Trapalhões (1989), Lua de Cristal (1990), Xuxa Requebra (1999), Requebra Sim (2002), Xuxa e os Duendes — No Caminho das Fodas e aquele lixão cultural todo. Aí, com a grana arrecadada, tentou comprar a Rede Globo, mas só conseguiu 0,00000001%. Mesmo assim obrigou o jornal O Globo, no final de 1995, a aceitá-lo como entregador de jornal, mas como era muito ruim na pontaria, colocaram-no como colunista. Mais tarde, Willian Bonner colocou-o como comentarista no Jornal Nacional e, enquanto este comentava, Bonner pegava a sua esposa (a sua não, a do Jabor) atrás das câmeras. Por isso Jabor parecia sempre irritado. Porém, como durante os comentários de Jabor, o JN estava perdendo em audiência para o Chaves do SBT, Bonner deu um bico nos dois, que foram parar na Rádio CBN, onde desta vez é Heródoto Barbeiro que faz a barba, cabelo e bigode com a sua esposa (a sua não, idiota). Nervoso, Jabor, por ter se declarado sempre canhoto de esquerda, passou a descer o pau no Governo Lula, que lhe prometera o cargo de Contínuo do Ministério da Cultura, mas não cumpriu. Seus dois últimos livros Amor É Foda, Sexo Lavô Tá Novo (Editora sem Objetiva, 2004) e Pornochanchadapolítica (Editora Subjetiva, 2006) se tornaram best-sellers instantâneos, vendendo dois exemplares cada um.

Paranóias[editar]

Prêmios e nomeações[editar]

  • Ganhou um Urso no Festival de Berlim, mas não conseguiu levar pra casa. "O bicho era mais pesado que o JÔ!"
  • Ganhou o Markito de Ouro, no Festival do Programa Ratinho Livre, por Toda Feiura Será Aproveitada (2005).
  • Ganhou o Prêmio Kibon Achou Ganhou, quando ao chupar um Chicabon encontrou o palito premiado (1975).
  • Ganhou o Festival de Purrinha do Boteco do Arlindo (1978).

Livros[editar]

  • Sanduíches de Realidade (Editora Objetiva, 1997)
  • A invasão das Salsichas e Scooby-Doos Gigantes (Editora Objetiva, 2001)
  • A Revolta dos Big Macs (Editora Objetiva, 2004)
  • Salsicha Gigante versus Big Mac (Editora Objetiva, 2006)
  • Kid Bengala versus Salsicha Gigante (Editora Objetiva, 2007)
MarcoFeliciano.png Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
E não sai na rua para não sofrer linchamento.

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